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Os Novos Mutantes”, filme da franquia X-Men que foi eternamente adiado, ganhou um novo trailer e data de estreia para 2 de abril de 2020. Os novos trechos apresentados são mais sombrios e mostram um pouco mais dos poderes dos mutantes apresentados.

O projeto, que foi desenvolvido em 2015 e filmado em 2017, teve data de lançamento original em 2018 pela Fox. Entretanto, devido a compra dos estúdios pela Disney, o filme foi adiado diversas vezes.

O elenco conta com nomes como Anya Taylor-Joy (Illyana), Blu Hunt (Miragem), Charlie Heaton (Míssil), Henry Zaga (Mancha Solar), Maisie Willians (Lupina) e Alice Braga (Cecília Reys).

Confira o novo trailer de Os Novos Mutantes:

X-men foi a primeira franquia de filme de herói a chegar ao cinema e, definitivamente, conquistar o público com personagens tão icônicos quanto carismáticos, que eram conhecidos pelas HQs e pela série animada. Hoje, 20 anos depois, somos apresentados à derradeira história que encerra o universo cinematográfico dos mutantes como conhecemos: “X-Men: Fênix Negra” (X-men: Dark Phoenix).

O 11º filme da equipe conta com um elenco de peso: Sophie Turner (Game of Thrones), como Jean Grey/Fênix; James McAvoy (Fragmentado), como Professor Xavier; Michael Fassbender (Assassin’s Creed), como Magneto; Jeniffer Lawrence (Jogos Vorazes); Nicholas Hoult (Tolkien), como Fera; e Tye Sheridan (Jogador Nº1), como Ciclope. A adição, desta vez, é a atriz Jessica Chastain (Interestelar), que vive a misteriosa vilã alienígena Smith.

Se os outros filmes são apoiados nas relações estremecidas entre Xavier e Magneto e na luta de ambos, cada um com a sua ideologia, de um mundo melhor para os mutantes, “X-Men: Fenix Negra” apresenta uma equipe de heróis nacionais e amada pela população, que agora, inclusive, tem uma linha telefônica direta cm o presidente. Mas toda essa relação serve apenas como pano de fundo para a história central, que é focada em Jean Grey e na expansão de seus poderes após ser atingida por rajadas de energia em uma missão de resgate espacial.

A escolha de um elenco jovem para composição dos heróis é uma dos aspectos mais certeiros apresentados em “X-Men: Apocalipse” e que tem continuidade aqui. Em meio a tantos personagens conhecidos e poderosos como Mercúrio (Evan Peters), Tempestade (Alexandra Shipp) e Noturno (Kodi Smit-McPhee) é difícil engolir Mística/Raven como líder da equipe nas missões. Entretanto, o arco de anti-heroína no cinema, conhecida nos quadrinhos por ser uma vilã, caminhou para esse ponto, ainda que forçado em diversos momentos.

Mesmo com uma construção que não favorece Sophie Turner devido a narrativa fraca, a atriz se destaca apresentado ao público uma boa Jean Grey, que transita entre a fragilidade, frieza e a raiva com muita facilidade – ainda que exista a necessidade dela ser mais expressiva, principalmente nos picos de raiva.

O longa tem problemas em sua composição, parte é derivada do roteiro e direção, principalmente no péssimo aproveitamento de uma atriz tão boa quanto Jessica Chainstain, que é completamente clichê e genérica, nos diálogos extremamente expositivos, e na caracterização da fênix, que só se difere da Jean graças a cicatrizes que vão aparecendo no seu rosto, onde poderia haver mais mudanças visuais e de personalidade.

Ainda assim, X-Men: Fênix Negra tem bons momentos como o resgate dos astronautas, que conta com uma singela cena em câmera lenta do mercúrio, e no resgate de Jean, em que vemos bastante a utilização dos poderes e o entrosamento da equipe durante a luta.

X-Men: Fênix Negra é uma grande autocelebração dos 20 anos dos mutantes nas telonas, fazendo referências claras aos outros filmes da franquia, principalmente a “X-Men 3: O Confronto Final” que também adaptou a icônica saga dos quadrinhos. Isso ocorre graças a Simon Kinberg e Bryan Singer, dupla de direção e roteiro responsável por dar vida a equipe X e iniciar o legado de heróis no cinema da forma que conhecemos, tendo uma assinatura muito forte, com muitos momentos altos e baixos que também ficam presentes neste longa.

O futuro dos X-men é incerto, após a compra dos direitos pela Disney. O que resta agora é aguardar como eles serão inseridos no Universo Cinematográfico da Marvel e aproveitar a última aventura da equipe como conhecemos, que cativou grande aparte do público durante tanto tempo.

“X-Men: Fênix Negra” (X-Men: Dark Phoenix) acaba de ganhar seu trailer final, cheio de cenas inéditas. O filme, que chega no Brasil em 6 de junho de 2019, mostra a evolução de Jean Grey (Sophie Turner) para a Fênix, um do seres cósmicos mais poderosos do universo, enquanto seus amigos tentam impedi-la de destruir tudo em seu caminho.

O longa conta com os atores Jennifer Lawrence como Mística, Michael Fassbender como Magneto, James Mcavoy como Professor Xavier, Evan Peters como Mercúrio, Alexandra Shipp como tempestade, Tye Sheridan como Cicolope e Nicholas Holt como Fera. Simon Kinberg, produtor de “Logan”, “X-Men: Primeira Classe” e diversos outros longas do universo X-Men, assume a direção pela primeira vez.

Confira o último trailer de X-Men: Fênix Negra:

Em 2029, os mutantes estão em declínio e as pessoas não sabem o motivo. Uma organização está transformando as crianças mutantes em assassinas e Wolverine (Hugh Jackman), a pedido do Professor Xavier (Patrick Stewart), precisa proteger a jovem e poderosa Laura Kinney (Dafne Keen), conhecida como X-23. Enquanto isso, o vilão Nathaniel Essex (Boyd Holbrook) amplia seu projeto de destruição.

Dirigido por James Mangold, Logan transmite um estado de melancolia para o espectador justamente por sabermos que esta é a última vez em que veremos Hugh Jackman como o mutante que cativou fãs durantes vários anos na franquia X-Men. A despedida em grande estilo traz novos ares para os filmes de heróis apostando em cenas de violência extrema e ação frenética. O vocabulário dos personagens tornou-se mais natural, visto que com a classificação em 18 anos, agora é possível o uso de palavrões e situações nunca exploradas em filmes para a grande massa.

Tudo aqui está perfeito se comparado com os filmes que antecederam a vinda de Logan. Fotografia, trilha sonora, roteiro, maquiagem, e ambientação, todos estão em cumplicidade para retratar a última história do anti-herói. Os fãs ficarão felizes em ver um Wolverine diferente, cansado, mais humano e, ainda sim, corajoso e determinado. As boas doses de comédia que a trama carrega ajudam a criar empatia e despertar um apego emocional a esta jornada derradeira do mutante.

O trabalho de atuação de Hugh Jackman e Patrick Stewart é poético e saudosista. Ambos passaram mais de 15 anos vendo a trajetória dos X-Men até chegarem aqui, e ao se deparar com a velhice de seus personagens, o público sente a tristeza e a nostalgia que os atores tentam despertar com o decorrer da narrativa. Hugh Jackman parece estar pronto desde o início para dar adeus ao seu eterno Wolverine: o ator desempenha diálogos reflexivos e olhares angustiados na maior parte do filme. Já Patrick Stewart mostra um Professor Xavier debilitado, sem forças e sem mais motivações para continuar.

Como a versão ‘feminina’ de Wolverine, Dafne Keen retrata uma X-23 ousada, cheia de vitalidade e voraz em relação ao mundo ao seu redor. A pequena garota mostra-se talentosa e agrega boa parte das cenas de violência do longa. Seu arco narrativo é interessante, e promete sucesso caso decidam explorar a mutante em outros filmes dos X-Men. Os personagens secundários estão ali para dar mais ênfase em algumas situações, mas não chegam a tirar a atenção do desenvolvimento de Logan na história.

Ao fim, a saga de Wolverine se encerra com um brilhantismo enorme e com grandiosas cenas memoráveis na franquia dos mutantes. O roteiro coopera para uma história diferente, íntima e saudosa em todos os aspectos. Logan é além da compreensão de como se fazer um excelente filme de ‘herói’ sem apelar para sequencias exageradas e vilões caricatos.

Foto: 20Th Century Fox / Divulgação
Foto: 20Th Century Fox / Divulgação

Se existe uma coisa que ficou clara em todos esses anos com os filmes dos X-men, é que o ator Hugh Jackman conseguiu se consagrar como Wolverine. Apesar das diferenças físicas e emocionais com o mutante – principalmente em relação a agressividade –, o ator conseguiu construir e moldar o personagem nas telas de uma forma agradável ao público.

Se o roteiro de “X-men Origens: Wolverine” não permitiu a Hugh Jackman  agradar os admiradores das HQs em um filme solo, seu sucessor, “Wolverine: Imortal” teve um êxito maior – mesmo um pouco distante do que os fãs querem presenciar do anti-herói.

Neste ponto, encontramos um Wolverine amargurado, depressivo e atormentado por seus sonhos. Após matar o grande amor de sua vida, Jean Grey (Famke Janssen), ele decide viver sozinho, acompanhado apenas de seus poderes mutantes: suas garras de adamantium e  seu fator de cura, ao qual acredita ser uma “maldição”.

Logan é contatado por uma mutante com o poder de clarevidência, Yukio (Rila Fukushima), que o leva para o Japão até o seu chefe, Yashida (Hal Yamanouchi). Wolverine havia salvado o senhor na segunda guerra mundial, e, desde então, o  velho moribundo ficou obcecado pelos poderes regenerativos do mutante. Após a oferta recusada de ter seus poderes de cura transferidos para Yashida, através de uma máquina, Logan se vê abalados graças ao ataque da Víbora (Svetlana Khodchenkova). Além de sua crise existencial e o problema com seus poderes, Mariko (Tao Akamoto), neta de seu anfitrião é sequestrada pelo Clã das Sombras e apenas ele pode salvá-la.

O longa chama atenção pelo seu enredo mais denso e mais trabalhado em relação ao filme anterior, principalmente com o personagem principal que se mostra mais desesperado que nunca. É interessante também por trazer para as telas todo o envolvimento que o mutante possui com alguns dos personagens orientais da Marvel – paixões, relação com a máfia e um dos seus principais arqui-inimigos.

Wolverine: Imortal é sombrio, empolgante e traz uma proposta interessante para o anti-herói, mesmo que não atinja o ápice dos filmes dos mutantes, vale conferir, mais uma vez Hugh Jackman cravando suas garras em alguns inimigos. O filme foi lançado em  2013 e contou com a direção de James Mangold (Os Indomaveis; Johnny e June) e o roteiro de Scott Frank e Mark Bomback.

Foto: 20th Century Fox / Divulgação
Foto: 20th Century Fox / Divulgação