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Evidenciando a identidade do coletivo, a 1Kilo lançou na última semana a música “Pé na Porta”, a primeira faixa da nova formação composta por Pelé MilFlows, Junior Lord, Mozart Mz e DoisP. Por mais que as canções da banda foquem em ‘love-song’, eles explicam que o ‘cypher’ é a essência do conjunto e é essa vibe dos acústicos que estão resgatando. O videoclipe está disponível no canal oficial do YouTube desde quinta-feira (2), e já ultrapassou a marca de 100 mil visualizações

“Essa música é papo-reto. Trouxemos o que a gente pensa de mais sério. Em dois anos de coletivo, passamos por algumas fases, tomamos algumas decisões, pessoas saíram e entraram no grupo. Então, é mais um esclarecimento que a 1kilo está de volta e com o pé na porta. Com os dois pés na porta”, brinca Pelé MilFlows.

A produção do clipe foi realizada durante os ensaios da live que o coletivo fez no mês passado pelo YouTube.

“Nos encontramos em uma semana e colocamos para frente cinco músicas inéditas com a nova formação. A ideia das composições é voltar ao início da nossa trajetória, como nas canções “Reza Sincera” e “Cuidado Com a Boca”, que são mais agressivas. Claro que também vai ter muita música de amor, afinal, esse é um grande forte da 1kilo, mas no momento certo, agora é só ‘tiro, porrada e bomba’”, conta Pelé sobre o momento que estão vivendo e os planos da banda para o futuro.

Agora que já conhece a essência por traz da faixa inédita e a nova formação do coletivo, confira o videoclipe:

 

 

A live da Ana Carolina foi a escolhida para iniciar o Festival Bradesco Seguros. O show será transmitido no canal oficial da cantora no Youtube e no canal do Bradesco Seguro, no dia 15  de maio, sexta-feira, às 21h.

Respeitando as medidas de segurança e orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS) de isolamento social, a apresentação do Festival Bradesco Seguros será feita diretamente na sala de sua casa.

A live, que será acompanhada pelo músico Thiago Antoni, terá no repertório sucessos como ““Quem de Nós Dois”,  “É Isso Aí”, “Garganta” e “Pra Rua Me Levar”. Além disso, durante a execução, algumas canções ganharão também pequenos fatos interessantes em legenda sobre como foram criadas seja na transmissão no YouTube ou nas redes sociais da artista.

“A arte existe para que a realidade não nos destrua”.

Começo esse texto parafraseando o filósofo Nietzsche, pois é sobre ela que quero falar. Não, não é da pandemia de Covid-19, é sobre arte que falarei com vocês.

Temos vivido dias intensos e puxados que até pouco tempo eram inimagináveis, mas agora eles são reais. Mudanças estão sendo necessárias e uma delas é o consumo de arte, que se manifesta através de várias formas e uma que vem se destacando muito é a música.

O ser humano tem algo incrível que é o poder de se reinventar, e novamente estamos nos reinventando. Quem, até pouco tempo, poderia imaginar que os shows seriam feitos no quarto ou na sala de casa? Não vou entrar no mérito das lives em si, como devem ser feitas, quem deve fazer o que, o que deve tocar,  ou algo do tipo.

Quero falar aqui do poder da música e como ela tem sido importante nesse momento difícil, servido para aliviar o tédio, nos causado emoções, nos feito dançar como se não houvesse amanhã e nos tirado um pouco dessa realidade que estamos vivendo.

Vi muita gente questionar sobre os shows e que eles podem ser visto a qualquer hora, porque afinal de contas eles estão no YouTube. Mas estamos em um período em que podemos nos permitir tão pouco. Então por que não assistir algo que pode nos surpreender, que nos cause frio na barriga, que nos traga boas lembranças, emocione, que seja o agente fundamental para uma viagem no tempo, que nos conecte com quem está longe?

A música tem causado esses efeitos, o ao vivo tem potencializado isso com os mais diferentes gêneros musicais. A música tem nos feito viajar sem sair de casa e isso tem contribuído bastante, porque como eu disse no começo do texto a arte nos ajuda e muito para que a realidade não nos destrua.

Chal
Foto: Reprodução

Gustavo Henrique Bernardes Balduino ou apenas Chal, como é conhecido, iniciou no mundo da música com apenas 10 anos de idade, tocando piano e teclado em um grupo musical cover do Pink Floyd. Além disso, ele teve uma banda de new metal e tentou duas outras formações até seguir carreira-solo apostando em um misto de Rock, sertanejo, música nordestina, country e blues.

Chal lançou dois EPs e um single antes do lançamento do primeiro álbum “Aonde o tempo é Solto”, de 2014, em que regravou clássicos como a música “Disparada”, de Geraldo Vandré e Theo de Barros, que ficou conhecida na voz de Jair Rodrigues. O segundo álbum foi “Enlace”, de 2015, composto por músicas autorais e duas releituras: a primeira é a canção “Foi Tudo Culpa do Amor”, de Odair José e Ana Maria Lorio, e a segunda é “O Cio da Terra”, de Milton Nascimento e Chico Buarque.

O cantor goiano, com veia roqueira e rural, mostra em suas músicas um mix de influências. Com quase 20 anos de trajetória, Chal tem em seu repertório importantes conquistas, como a canção “A vida continua”, tema da novela “O outro lado do Paraíso” da Rede Globo, e o álbum “O Céu Sobre a Cabeça”, que foi indicado ao Grammy Latino na categoria Melhor álbum de Rock ou Música Alternativa, em 2019.

Atualmente, Chal está divulgando as músicas de seu  novo DVD, “Chal na Toca do Bandido”, que tem lançamento em dezembro. O trabalho ainda conta com a participação do cantor Sá (da dupla Sá & Guarabyra) e tem direção de vídeo assinada por Bruno Levinson, produção artística por Constança Scofield e produção musical de Felipe Rodarte.

Conversamos com o cantor para falar de sua carreira e expectativas sobre o futuro dentro da indústria da música. Confira:

OPA – Como surgiu o nome Chal, o que ele significa para você e para sua carreira?

CHAL – O nome surgiu da necessidade de escolher um nome pra trazer uma energia característica de quem eu sou. Conheci o professor Jobenil Magalhães, em 1995, e ele me sugeriu isso. Fui adotar um nome em 2008 usando técnicas de meditação do ZaZen Budismo. Ele surgiu como um som. E eu estava em um lugar muito especial pra mim, bem próximo da natureza.

 

OPA – Criar é uma arte e, muitas vezes, precisamos nos conectar com algo para extrair o melhor desse momento. Como é o seu processo criativo para compor? Você utiliza de sua vivência para criar suas músicas?

CHAL – Geralmente eu sinto a música dentro de mim. Sons, algumas palavras, temas, em seguida é papel, lápis e violão, ou piano pra materializar isso. A minha vivência, como a de muitos, extrapola minhas histórias e escolhas e acolhe parte dos outros, de outras obras de arte, da escrita ao cinema, que se materializam nas minhas ideias. A música cantada com poesia tem esse dom de ressignificar o nosso universo e unir pessoas totalmente diferentes em sintonia. É incrível. Minha arte favorita.

 

OPA – É fato que o público consome música cada vez mais rápido, fazendo com que artistas que não se reinventem acabem perdendo força. O que você costuma trazer de diferente para conquistar novos e manter seus fãs?

CHAL – O artista é um operário a serviço da sociedade como qualquer outro. Se ele para de produzir, então deixa de servir e acaba procurando outra profissão. Na minha concepção, enquanto a vida me pedir estarei produzindo e colocando esse material à disposição do público. Isso significa muito movimento, tranquilidade para criar e manter relações saudáveis com parceiros e dar a oportunidade de quem gosta do meu som de ouvir.

 

OPA – Para você, o que significou a indicação ao Grammy Latino e qual a importância dela para o mercado de música brasileira?

CHAL – A Academia do Grammy Latino é um órgão muito bem organizado que visa unir a cadeia produtiva da música latina, esteja ela na Europa ou na América. São profissionais de diversas áreas do mercado da música votando. É incrível receber o reconhecimento deles. Chancela anos de trabalho, dedicação e amor à música. A música brasileira tem muito a ganhar com esse tipo de reunião.

 

OPA – Qual música da sua carreira mais te mercou. Por quê?

CHAL – “A Vida Continua” foi muito marcante, da composição à escolha da diretoria da Globo pra colocar ela na novela “O Outro Lado do Paraíso”. Quando compus estava em um momento muito difícil da minha vida pessoal. E ela virou esse mantra de resistência, de superação. Quando via a novela, fiquei grato pela música me apresentar a produção atual de audiovisual na TV aberta. Foi bem saudável pra mim esse convite.

 

OPA – Você tem uma pegada do rock e do sertanejo raiz muito forte nas suas músicas. Você consideraria fazer parcerias com artistas quem têm estilos diferentes do seu?  Poderia citá-los?

CHAL – Claro que faria. Eu tenho um caminho, por onde andam outros parceiros, e ele está sempre aberto para companhia. Eu admiro muito a Ivete Sangalo, seria muito legal ver ela cantar algo que componho. Acho o trabalho do Alexandre Pires também bem interessante. E tem o Orgânico, um rapper novo que tem um trabalho incrível… isso dá caldo.

 

OPA – O que você espera de novo para sua carreira neste ano de 2020? Já existem novos projetos à vista?

CHAL – Eu estou iniciando pequenas turnês no fim de março, esse ano o foco é rodar esse show na estrada. As consequências prováveis são novas músicas gravadas e novos vídeos ao vivo!

Você pode até não gostar de sertanejo, mas é impossível nunca ter ouvido falar de Marília Mendonça, a “Rainha da Sofrência”, ou ter escutado ao menos um refrão de uma de suas músicas. A cantora, que estava de licença maternidade desde dezembro de 2019, quando deu luz a seu primeiro filho, Léo, acaba de retornar aos palcos na madrugada de sexta para sábado (06). Confira o que rolou no retorno de Marília Mendonça no Espaço das Américas!

Marília Mendonça e o retorno no Espaço das Américas

A expectativa para o retorno era gigantesca tanto para Marília, que ficou fora dos palcos por três meses, quanto para seus fãs, que esgotaram os ingressos de sexta e do segundo show, que aconteceu na madrugada de sábado para domingo (08). A noite especial foi televisionada pelo Multishow, que mostrou a apresentação ao vivo na TV, dando oportunidade também aos fãs que não conseguiram adquirir os ingressos.

Ao som de “Bebi Liguei”, Marília Mendonça foi ovacionada pelo público e comandou o coro, que se estendeu durante duas horas. A sertaneja trouxe para a noite paulistana a turnê 2020 de “Todos os Cantos”, que conta os sucessos de seu último álbum, como “Supera”, “Graveto” e “Some Que Ele Vem Atrás”. Os hits mais antigos como “Infiel”, “Ciumeira” e “Eu Sei de Cor”, não ficaram de fora.

Nem só de músicas da Marília e sertanejo a turnê “Todos os Cantos” é feita, a cantora fez questão de trazer sucessos atuais e que marcaram época, como o axé “Contatinho”, de Léo Santana; os funks “Invocada”, de Ludmilla e “Combatchy”, da Anitta; e a romântica “Palpite”, eternizada na voz de Vanessa Rangel.

Vale destacar também a roupagem mais dançante que a cantora trouxe para as suas músicas, dando ainda mais ritmo e batida, remetendo, muitas vezes, ao reggae e o funk.

Ao cantar “Tentativas”, Marília Mendonça pediu a ajuda do público. Com a voz embargada, a cantora avisou “vai do jeito que vai”. E foi, com a força que ela tem de uma voz tão singular e, claro, com o público entoado o canto junto a ela.

Marília falou para os fãs sobre a falta que ela sentia das apresentações, o nervosismo de voltar ao palco e da energia que os fãs transmitem para ela. Mesmo a “voz travada” não apagou o brilho do evento e a importância dele para a sua carreira e para quem a acompanha.

A coletiva de imprensa

Antes de se apresentar, a cantora Marília Mendonça conversou com a imprensa para falar sobre sua tão esperada volta aos palcos, maternidade, as principais mudanças na vida pessoal e profissional após a chegada de seu filho e, claro, da sua nova turnê.

Marília falou da ajuda que recebe de sua mãe para cuidar do Léo e sobre a insegurança de voltar ao palco. “Eu acho que o sinônimo da palavra mãe é culpa, a gente sente culpa de tudo, por não dar conta disso ou daquilo, por estar indo trabalhar e deixar o filho. Mas me sinto muito feliz por querer estar aqui agora, sei que consigo amar ele e fazer isso é uma demonstração de amor, porque tenho certeza que vou dar muito mais valor a tudo que eu vivo e ao meu trabalho sabendo que eu tenho uma vidinha para eu cuidar”, comenta.

A cantora explicou que “Todos os Cantos” recebeu esse nome pela sua ambiguidade ao referir cantos como vozes e lugares. Além disso, ela fez um balanço sobre o projeto iniciado no ano passado. “Sonhar com o projeto é uma coisa, tomar a decisão e enfrenta-lo é outra completamente diferente. Teve, tem e vai ter muito perrengue, mas o nome e a marca Marília Mendonça aumenta cada vez mais, sendo que existe uma antes e outra depois de ‘Todos os Cantos’”, explica a cantora.

Ao final da coletiva, a Som Livre fez a entrega da placada de 10 milhões de inscritos no YouTube Brasil, pelo seu canal na plataforma, que já conta com mais de 14 milhões de inscritos, sendo a única artista brasileira a alcançar esse feito.

A turnê Todos os Cantos

A turnê “Todos os Cantos” nasceu do sonho de Marília de cantar, literalmente, em todos os cantos do Brasil. Em 2019, a cantora passou por diversas capitais do país arrastando multidões para shows gratuitos em praças públicas.

Na coletiva, Marília revelou que não há datas confirmadas para os próximos shows da turnê e que tudo seguirá como no começo do projeto, por meio de EPs, mas que ao decorrer do tempo mudanças podem acontecer.

O cenário que seguirá na temporada 2020 é um espetáculo a parte tanto na tecnologia quanto no conceito, que tem como premissa trabalhar o sentimento das pessoas que estão assistindo, fazendo conexão com as letras tocadas. “Trouxemos mais de 40 atores e criamos um roteiro para cada música. Sempre temos a interação da Marília com o painel ou com a luz”, explica Thiago Silva, diretor do show.

Na música “Serenata”, por exemplo, o telão apresenta o cantor Falcão, citado na letra. Em “Todo Mundo Vai Sofrer”, aparece o rosto de uma atriz chorando e as pétalas de uma flor, escritas “não me quer” vão caindo aos poucos. Já a “A Culpa é Dele”, duas amigas aparecem brigando por causa de um homem.

Mas é logo no começo que o cenário tem um papel fundamental; há uma narração divertida sobre a sofrência que o show pode causar, seguida de vídeos das apresentações da turnê da cantora pelo país. “Fizemos um video mapping no rosto da Marília, trazendo a história que ela passou pelo Brasil em 2019. A surpresa fica para o final, que foca no olhar dela direcionado para este momento”, finaliza o Thiago.

Marília Mendonça
Foto: Guilherme Moura

 

Marília Mendonça está chegando! Depois do hiato devido o nascimento de seu filho Léo, a sertaneja fará o os primeiros shows de retorno no palco do Espaço das Américas, nos dias 06 e 07 de março

No repertório da rainha da sofrência estão faixas como “Supera”, “Intenção” e “Abandono de Incapaz”. Outros hits como “Toda Mundo Vai Sofrer”, “Apaixonadinha”, “Infiel” e “Sei de Cor”, que marcaram a carreira da cantora, também farão parte da apresentação.

Os ingressos para o show já estão disponíveis para venda na bilheteria do Espaço das Américas e no site da Ticket 360. Os valores variam de R$ 100,00 a R$280,00.

Marília Mendonça no Espaço das Américas

Datas: 06 e 07 de março 2020 (sexta e sábado)
Abertura da casa: 22h
Início do show: 23h30

Local: Espaço das Américas (Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo – SP)
Acesso para deficientes: simIngressos – 06 de março (sexta-feira): Pista – 1º lote: R$ 100,00 (inteira) e R$ 50,00 (meia) | Pista – 2º lote: R$ 120.00 (inteira) e R$ 60,00 (meia) | Pista – 3º lote: R$ 140,00 (inteira) e R$ 70,00 (meia) | Pista Premium – 1º lote: R$ 140,00 (inteira) e R$ 70,00 (meia) | Pista Premium – 2º lote: R$ 160,00 (inteira) e R$ 80,00 (meia) | Pista Premium – 3º lote: R$ 180,00 (inteira) e R$ 90,00 (meia) | Camarotes A e B: R$ 280,00 | Mezanino: R$ 280,00 (inteira) e R$ 140,00 (meia).

Ingressos – 07 de março (sábado): Pista – 1º lote: R$ 120,00 (inteira) e R$ 60,00 (meia) | Pista – 2º lote: R$ 140.00 (inteira) e R$ 70,00 (meia) | Pista – 3º lote: R$ 160,00 (inteira) e R$ 80,00 (meia) | Pista Premium – 1º lote: R$ 160,00 (inteira) e R$ 80,00 (meia) | Pista Premium – 2º lote: R$ 180,00 (inteira) e R$ 90,00 (meia) | Pista Premium – 3º lote: R$ 200,00 (inteira) e R$ 100,00 (meia) | Camarotes A e B: R$ 280,00 | Mezanino: R$ 280,00 (inteira) e R$ 140,00 (meia).

Compras de ingressos: Nas bilheterias do Espaço das Américas (de segunda a sábado das 10h às 19h – sem taxa de conveniência ) ou Online pelo site Ticket 360.

No dia 19 de abril, o trio Melim, considerado um dos fenômenos pop da atualidade, fará uma apresentação única no Espaço das Américas.

Após permanecer por 80 semanas no Top 200 do Spotify Brasil, ter sido a única banda a emplacar simultaneamente, em um ano, três músicas no top 10 das rádios pop brasileiras, entre outras conquistas, os irmãos chegam a São Paulo cheios de energia para apresentar o novo show.

O repertório contará com canções inéditas, além do single “Gelo”, lançado em agosto de 2019. Atualmente o single está no top 5 das músicas mais tocadas nas rádios pop do país.

Os ingressos já estão à venda nas bilheterias do Espaço das Américas e no site Ticket 360 . Os valores variam entre R$ 60,00 e R$ 280,00.

Melim no Espaço das Américas

Data: 19 de abril de 2020 (domingo)
Abertura da casa: 17h
Início do show: 18h30
Censura: Livre – menores de 12 anos apenas acompanhado dos pais ou responsável legal
Local: Espaço das Américas (Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo – SP)
Acesso para deficientes: sim

Ingressos: Setor Platinum: R$ 280,00 (inteira) e R$ 140,00 (meia) | Setor Azul Premium: R$ 220,00 (inteira) e R$ 110,00 (meia) | Setor Azul: R$ 180,00 (inteira) e R$ 90,00 (meia) | SETOR A, B, C e D:  R$ 140,00 (inteira) e R$ 70,00 (meia) | SETOR E, F, G e H: R$ 120,00 (inteira) e R$ 60,00 (meia) | Setor PCD: R$ 60,00 | CAMAROTES A e B: R$ 280,00 
Compras de ingressos: Nas bilheterias do Espaço das Américas (de segunda a sábado das 10h às 19h – sem taxa de conveniência) ou Online pelo site Ticket 360.

 

Passava das 22h30, da última sexta-feira (31), quando as cortinas do palco do Espaço das Américas, Zona Oeste de São Paulo, se abriram para a primeira apresentação de Lulu Santos em 2020. Com casa lotada, bastou os primeiros acordes de “Tempos Modernos”, música que abriu o show, para os fãs irem ao delírio. Depois veio “Tudo com você”, “Adivinha o Quê”, e uma enxurrada de clássicos, mostrando o porquê de ele ser considerado o maior hitmaker do Brasil.

A banda, formada pelos músicos Sérgio Melo (Bateria), Jorge Ailton (baixo), Hiroshi Mizutani (teclado), Tavinho Menezes (guitarra) e Robson Sá (vocal), é uma atração à parte. O cenário também chama atenção; o espetáculo, que faz parte da turnê “Pra Sempre”, é sobre amor, canta o amor e transborda amor. O público entende e retribui.

Lulu Santos
Foto: Caroline Lima

A apresentação ainda teve a participação da cantora Gaby Olliver, participante do The Voice Brasil 2019, que arrepiou e emocionou a plateia com seu timbre único.

Lulu Santos sempre se preocupou com a totalidade. No palco, tudo se completa sob sua concepção. Não por acaso, desde os anos 1980, sempre gostou de reforçar o mesmo pensamento, querendo que a música realmente servisse para provocar alguma coisa e todas suas canções transbordam um caminhão de sentimentos e têm esse efeito.

De adolescente a terceira idade, a casa estava lotada de um público bem diversificado. Lulu é um cantor a frente do seu tempo, que desperta em todos a euforia de saber viver com sua alegria que contagia e com o ensinamento de que sem o amor nada seríamos. É o sentimento que nos move e nos fazem sermos humanos.

Como já havia adiantado, os grandes hits de seu cancioneiro continuam sendo parte fundamental do show e que levou o público ao delírio do começo ao fim.

Foram mais de 2h de músicas que marcaram muitas gerações, todas reunidas. O show termina com o cover do Tim Maia, “O Descobridor dos Sete Mares“, deixando o público com gostinho de quero mais.

 

A dupla Zé Neto & Cristiano
Foto: divulgação

No dia 14 de fevereiro, a dupla Zé Neto e Cristiano, expoentes do sertanejo nos últimos anos, voltará ao palco do Espaço das Américas, desta vez, para embalar o público paulista com a turnê do seu último DVD, “Por Mais Beijos Ao Vivo”.

Com um novo cenário e repertório renovado,  incluindo alguns seus maiores sucessos, a dupla trará os os hits “Por Mais Beijos Ao Vivo”, “Bebi Minha Bicicleta”, “Barzinho Aleatório”, entre outras músicas, que já estão disponíveis nas rádios, streaming e no canal dos cantores no YouTube. Além disso, outros sucessos que marcaram a dupla, como “Amigo Taxista” e “Largado as Traças”, por exemplo, também farão parte do show.

Os ingressos já estão à venda nas bilheterias do Espaço das Américas ou pelo site Ticket 360 com valores que vão de R$ 80,00 a R$ 160,00.

Zé Neto e Cristiano no Espaço das Américas

Data: 14 de fevereiro (sexta-feira)
Abertura da casa: 22h
Início do show: 00h30
Censura: 18 anos
Local: Espaço das Américas (Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo – SP)
Acesso para deficientes: simIngressos: PISTA 1º LOTE: R$ 80,00 (inteira) e R$ 40,00 (meia) | PISTA 2º lote: R$ 100,00 (inteira) e R$ 50,00 (meia) | PISTA 3º LOTE: R$ 120,00 (inteira) e R$ 60,00 (meia) | PISTA PREMIUM 1º LOTE:  R$ 120,00 (inteira) e R$ 60,00 (meia) | PISTA PREMIUM 2º LOTE: R$ 140,00(inteira) e R$ 70,00 (meia) | PISTA PREMIUM 3º LOTE: R$ 160,00 (inteira) e R$ 80,00 (meia).

Compras de ingressos:
Nas bilheterias do Espaço das Américas (de segunda a sábado das 10h às 19h – sem taxa de conveniência) ou Online pelo site Ticket 360

São Paulo será marcado, no dia 21 de março, pela nova turnê do cantor Zeca Pagodinho, denominada “Mais Feliz”. O espetáculo, lançado em dezembro de 2019, conta com uma nova estrutura, cenário e figurino.

Músicas como “Coração em Desalinho”, “Vai Vadiar”, “Deixa a Vida Me Levar”, “Verdade“, “Maneiras” e “Lama nas Ruas” estão dentro do repertório do cantor. Zeca também trará sambas selecionados para compor o evento, dentre eles, “Na Cara da Sociedade” (Serginho Meriti e Claudemir), “Permanência” (Nelson Rufino), “Mais Feliz” (Toninho Geraes e Paulinho Resende),  “Sexta-Feira” (Roberto Lopes, Marquinhos FM, Levy Vianna e Alamir Kintal) e “O Sol Nascerá” (Cartola e Elton Medeiros), tema de abertura da novela global Bom Sucesso, que no disco conta com a participação da cantora Teresa Cristina.

Os ingressos já estão à venda nas bilheterias do Espaço das Américas ou pelo site Ticket 360com valores que vão de R$ 90,00 a R$ 420,00.

Zeca Pagodinho no Espaço das Américas

Data: 21 de março de 2020 (sábado)
Censura: 18 anos
Local: Espaço das Américas (Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo – SP)
Abertura da casa: 20h30
Início do 1º show: 22h30
Acesso para deficientes: sim

Ingressos: Setor Platinum: R$ 420,00 (inteira) e R$ 210,00 (meia) | Setor Azul Premium: R$ 320,00 (inteira) e R$ 160,00 (meia)| Setor Azul: R$ 280,00 (inteira) e R$ 140,00 (meia)| Setor A, B, C e D: R$ 240,00 (inteira) e R$ 120,00 (meia)| Setor E, F, G e H: R$ 180,00 (inteira) e R$ 90,00 (meia) | Camarote A e B: R$ 420,00 (inteira) | Setor PCD: R$ 90,00
Compras de ingressos: Nas bilheterias do Espaço das Américas (de segunda a sábado das 10h às 19h – sem taxa de conveniência ) ou Online pelo site Ticket 360.