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O FEMME, laboratório da Mulher, anunciou a abertura de mais uma unidade, dessa vez em Perdizes, em São Paulo. Com início das operações marcado para o dia 20 de Agosto, a nova unidade tem como objetivo reforçar o posicionamento do FEMME em relação ao atendimento de excelência oferecido exclusivamente ao público feminino.

A unidade, que tem 1200 metros quadrados, foi planejada para que as clientes se sintam acolhidas e, por meio dos diferenciais de atendimento, decoração e processos operacionais, recebam o propósito da marca, o “Amor por ela”.

Confira a lista de exames que poderão ser realizados na nova unidade de Perdizes:

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A partir de 20 de Agosto, qualquer exame realizado na unidade poderá ser agendado pelo telefone (11) 3050-9043 ou pelo próprio site do laboratório. Assim como já acontece nas demais unidades FEMME, o atendimento é totalmente personalizado e pode ser realizado por meio de convênios credenciados ou de forma particular.

Atualmente, o laboratório já conta com outras sete unidades, sendo seis na cidade de São Paulo e uma em Osasco. Até o final de 2019, o FEMME dará continuidade ao seu plano de expansão, com abertura de outras novas unidades que oferecerão atendimento exclusivo à saúde da mulher.

Nova unidade do FEMME

Local: Avenida Sumaré, 1180

Exames especializados

Horário: segunda a sexta, das 6h30 às 19h, e aos sábados, das 6h30 às 12h

Análises Clínicas

Horário: segunda a sábados, das 06h30 às 12h

Ainda que em passos curtos, a participação das mulheres no mercado de trabalho tem crescido muito nas últimas décadas. Para se ter uma ideia, entre os anos de 2007 e 2016, a parcela de mulheres com carteira assinada no varejo saltou de 43,5% para 48,2% do total. Os dados apontados pela FecomércioSP, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, ainda apontaram que, em relação aos cargos de liderança no estado de São Paulo – direção, gerência e supervisão –, a presença feminina avançou nos setores de varejo, atacado e serviços.

Olhando para o cenário desafiador que as mulheres encontram no mercado de trabalho e  com objetivo de dar visibilidade e fomentar o protagonismo feminino, o CRA-SP dá início a semana temática “Mulheres em foco”. De 19 a 23 de março, a programação do Conselho Regional de São Paulo e de oito seccionais do estado estará dedicada à realização de eventos que destacam a importância da mulher profissional a frente de grandes instituições, por meio de palestras e cases de sucesso, com mulheres de renome nacional.

A ideia é que as palestrantes convidadas falem sobre suas carreiras de sucesso, compartilhando dicas, conceitos e experiências que possam contribuir para o sucesso de outras mulheres, jovens ou não, que objetivem estar a frente de grandes companhias ou liderando equipes, abordando ainda com o público as eventuais dificuldades e vantagens que uma mulher profissional possa ter para a construção de uma carreira de sucesso.

Com nomes de peso entre as palestrantes como Fiamma Zarife,  Diretora-geral do Twitter, e Sônia Hess, Presidente do LIDE Mulher (Grupo de Mulheres Líderes Empresariais), o “Mulheres em foco” abordará diferentes temáticas da mulher no mercado de trabalho. As inscrições devem ser realizadas no site do CRA-SP e ao final das palestras a instituição emitirá certificados.

Veja abaixo a programação:

 Mulheres que inspiram, transformam e compartilham
Dia 19/03/18 – Segunda-feira   19h às 21h
Painelistas:  Christiane Aché, Deborah Vieitas, Monica Herrero e Sônia Hess  

Mulher na era digital: As transformações nos modelos de gestão e relações de trabalho
Dia 20/03/18 – Terça-feira   9h às 11h
Palestrante: Fiamma Zarife

Ditadura da beleza: A busca pela imagem perfeita
Dia 20/03/18 – Terça-feira   15h às 17h
Palestrante: Daiana Garbin

Mulher e Negra: Um duplo desafio
Dia 20/03/18 – Terça-feira   19h às 21h
Palestrantes: Mylene Ramos e Marta Celestino

A força da mulher empreendedora e a gestão inteligente
Dia 21/03/18 – Quarta-feira   9h às 11h
Palestrante: Chieko Aoki

Desprogramando o preconceito: Mulheres e tecnologia
Dia 21/03/18 – Quarta-feira   15h às 17h
Palestrante: Marilia Rocca

Psicopata corporativo – como a mulher pode identificá-lo e se proteger dele
Dia 21/03/18 – Quarta-feira   19h às 21h
Palestrante: Adm. Amalia Sina

O papel da mulher nos altos cargos das empresas
Dia 22/03/18 – Quinta-feira   9h às 11h
Palestrante: Maria Fernanda Teixeira

A importância do Marketing na construção de grandes marcas e os desafios do mercado nacional
Dia 22/03/18 – Quinta-feira   15h às 17h
Painelistas: Anna Chaia, Flávia Bittencourt e Mônica Orcioli
Mediadora: Sandra Turchi

Carreira, diversidade e maternidade pelo olhar de jovens executivas e empreendedoras
Dia 22/03/18 – Quinta-feira   19h às 21h
Painelistas: Celia Goldstein, Daniela Martins, Danielle Brants, Paula Paschoal e Raquel Zagui
Mediadora: Silvia Furgler

Liderança feminina, empreendedorismo e disrupção
Dia 23/03/18 – Sexta-feira   9h às 11h
Palestrante: Andrea Weichert

Para comemorar o Dia Internacional da Mulher, celebrado nesta quarta, 8 de março, até o próximo dia 11 as livrarias brasileiras serão convidadas a destacarem livros de autoria feminina em suas vitrines, gôndolas e demais pontos de destaque no espaço. A campanha “Semana Feminina de Literatura ANL e REBRA” é promovida pela Associação Nacional de Livrarias (ANL) e pela Rede de Escritoras Brasileiras (REBRA), na busca de ampliar a divulgação da literatura feminina.

As editoras brasileiras também serão convidadas a participar da campanha. A ação sugere que elas desenvolvam eventos e promoções especiais para divulgar obras de suas escritoras, em parceria com as livrarias. A campanha sugere ações como coletivas de lançamento e autógrafos, encontros com escritoras, debates sobre os temas abordados nos livros e promoções comerciais em parceria com as editoras e/ou com escritoras independentes.

“Estamos propondo uma ação que venha a reverenciar o livro, a leitura, as mulheres e, consequentemente, impulsionar o mercado do livro e da leitura. Não apenas ações comerciais e de marketing, mas de incentivo à leitura. Queremos cada vez mais levar o leitor para dentro das livrarias, para que conheçam seus espaços físicos e toda a programão cultural que acontece lá”, diz Bernardo Gurbanov, presidente da ANL.

 Apesar de todo avanço relacionado à igualdade de gênero, o trabalho literário ainda necessita de um espaço maior dedicado para nossas autoras. Grandes nomes como Cecília Meireles e Clarice Lispector sempre são estudados e lembrados, mas existem ainda outros grandes nomes de escritoras, clássicas e contemporâneas, para se consolidarem. “O trabalho literário feminino ainda necessita de um maior espaço nas principais vitrines literárias de nosso país, e queremos que o público conheça melhor nossa rica literatura e que possa ser apreciada por um número maior de leitores”, completa Bernardo.

Foto: Pixabay

Com a correria do dia a dia, fica cada vez mais difícil tirar um tempo pra si. Ir ao salão não é uma prioridade e no corre-corre sempre acaba sendo deixado para depois. Pensando nisso, o criador do aplicativo Easy Táxi, Thallis Gomes, criou a Singu, chamado também de “Uber da Beleza”. A ideia surgiu quando uma amiga de Thallis, que é advogada, comentou que iria participar de uma audiência com um cliente e sua unha estava feia pois tinha levado um cano da sua manicure, a partir daí, ele começou a estudar o mercado de beleza no Brasil e percebeu que era uma área com boas perspectivas de crescimento.

A ideia de Thallis foi levar o salão de beleza até a casa dos clientes, ao invés das pessoas se deslocarem até lá. No aplicativo são disponibilizados serviços de manicure e pedicure, massagem, penteados e maquiagem, que funcionam por meio de agendamento.

“A Singu foi fundada pensando na mulher moderna, onde o tempo é algo prioritário, por isso, todos os serviços são feitos no local de preferência da cliente. A empresa reúne, em um único ambiente, prestadores de serviços que oferecem opções como manicure, pedicure, massagem relaxante e modeladora, drenagem, depilação, sobrancelha, maquiagem e penteado”, comenta Thallis.

Os valores variam de R$ 39,00 para os serviços de pé e mão, e R$ 269,00 para os pacotes de festas que incluem maquiagem, cabelo e unha. Ao contrário dos salões convencionais, o profissional que faz parte da Singu tem uma autonomia melhor em relação ao horário de trabalho e aos dias também.

“Eu já trabalhei em salão antes, porém, já estava procurando outro local para exercer minha função e uma colega me falou da Singu. Pelo app eu cadastro quais os locais que eu tenho disponibilidade para atender, por isso consigo atuar em regiões perto de casa e não tenho tempo ocioso, como no salão”, comenta Bruna Mello, manicure pelo aplicativo.

A Singu foi criada em junho de 2015 e, até então, o atendimento era feito somente pelo site. Em dezembro do mesmo ano, o aplicativo ficou pronto, e agora todos os agendamentos e pagamentos são feitos somente por ele. Por enquanto, a Singu funciona somente no Rio de Janeiro e São Paulo, mas Thallis afirma que até o final ele estará nas principais capitais do Brasil. Singu está disponível para os sistemas IOS e Android.

Foto: Juliana Campos
Foto: Juliana Campos

Uma pesquisa realizada pela Robert Half em 2013 revelou que em 85% das empresas no Brasil, menos da metade das funcionárias mulheres não voltam a trabalhar após o nascimento de um filho. Diversos fatores impedem tal retorno, mas como aquelas que retomam à rotina lidam com este momento?

O tempo de afastamento das atividades profissionais varia entre quatro e seis meses, dependendo do tipo de ocupação da mulher. Entretanto, a retomada às atividades não é fácil, como no caso de Driele Almeida, auxiliar de farmácia.

Driele já passou por duas gestações, porém, na primeira era autônoma e, desse modo, teve maior liberdade com seus horários. Já em sua segunda gravidez, o retorno ao trabalho foi um pouco mais complicado. “A volta à rotina profissional não é fácil, mas aprendemos que é preciso deixá-los, até para o bem deles. Fiquei quatro meses em casa com minha filha e quando retomei as atividades ela ficou com minha mãe”, conta.

Segundo o estudo Fórum da Criança, divulgado no início de 2015, em Lisboa, dois terços dos avós ficam com os netos em casa. E para 72% dos pais ouvidos na amostra, são eles os principais parceiros nos cuidados e educação de seus filhos.

“Fiz essa escolha de deixar com a minha mãe em vez da creche por confiar plenamente nela e por ela ser aposentada. Não deixaria minha filha com outro alguém que não minha mãe”, diz a auxiliar de dentista.

Para as que moram perto do emprego ou deixam seus filhos em creches próximas, a lei brasileira dá uma ajuda. Logo após o período de afastamento, até o bebê completar seis meses de vida, as mulheres têm direito a dois intervalos de meia hora cada durante o expediente para amamentar.

Para Karla Silva, dentista, a volta à rotina de trabalho foi um pouco diferente. Antes da gestação, ela trabalhava de segunda à sexta, das 9 da manhã às 9 da noite. Porém, após a chegada do bebê, foi necessário reduzir o ritmo.

“Hoje minha filha tem dois anos e quatro meses, mas por ela não estar na escola ainda, meu horário diminuiu bastante. Hoje trabalho das 12 às 18 ou, no máximo, até às 20 horas, de terça e sexta”, comenta a dentista.

Para Carolina Noronha Cruz, psicóloga, é fundamental que as mamães entendam a necessidade de conciliar emprego e família. Ela dá algumas dicas para as mulheres que estão próximas de retomar suas atividades ou já estão trabalhando:

  • Conversar com os filhos e explicar o que está acontecendo, visando ajudá-lo a compreender esta nova fase;
  • Aprender a lidar com a culpa e a sensação de insegurança;
  • Trocar informações com outras mães que passaram pelo mesmo processo;
  • Decidir quem tomará conta do bebê durante a sua ausência.

A psicóloga afirma que ao estimular a linguagem das crianças, a mãe consegue demonstrar o quanto ela é importante e amada. Quanto mais difícil se tornar o processo de adaptação para a mulher, maior será a dificuldade do bebê também. 

“Tomar a decisão de interromper a vida profissional para ficar com o filho em tempo integral pode causar frustrações futuras e cobranças injustas com a criança”, alerta Carolina. Para a especialista, o ideal é decidir a opção com a qual a mamãe ficará mais segura e menos preocupada ou adaptar suas condições de trabalho, sem abrir mão da sua vida como mulher, profissional, esposa e amiga.

Foto: Pixabay
Foto: Pixabay

Muitas grávidas e seus parceiros possuem dúvidas sobre o sexo na gravidez. Os médicos não contraindicam esse ato, se a saúde da mãe e do bebê não estiver em risco. Entretanto, é preciso que alguns cuidados sejam tomados.

Nos primeiros meses da gravidez, algumas mulheres estão lidando com os sintomas, náuseas, vômitos e extremo cansaço estão presentes nesse período. Além disso, o casal está absorvendo a novidade e o medo de machucar o bebê e interromper o processo da gestação aparece. É necessário que os pais possam ir juntos ao ginecologista e tirem todas as dúvidas.

“Muitas mudanças acontecem rapidamente no corpo da mulher quando ela está grávida. Mudanças cardiovasculares, sanguíneas, corporais, respiratórias, além da pele, cabelo e unhas. É um turbilhão hormonal e consequentemente emocional. Isso tudo influencia a libido para melhor ou pior”, explica a ginecologista e diretora da clínica Gergin, Barbara Murayama.

As alterações físicas que a gravidez traz à vida da mulher, também faz a diferença na hora do sexo. Os seios ficam maiores e mais sensíveis, o excesso de sangue e líquido circulando pelo corpo inundam os tecidos vaginais e os hormônios da gravidez deixam a vagina mais lubrificada.

O pênis não possui qualquer contato com o neném, o tampão mucoso fecha o colo do útero, impedindo a entrada de bactérias, existe também o saco amniótico que está envolvido no feto. Mas o uso da camisinha é indispensável, já que evita a contaminação de infecções.

“O esperma não prejudica o bebê, nem aumenta contrações. Qualquer doença sexualmente transmissível pode ser contraída na gestação e grávidas tem a resistência do organismo mais baixa naturalmente, então, é recomendado uso de preservativos para evitar doenças”, diz Barbara.

Somente em alguns casos específicos, como sangramento durante a gravidez e risco de parto prematuro, exigem que a relação sexual seja evitada. Segundo Barbara, nesses casos, o pênis pode encostar no colo útero e gerar cólicas e demais problemas, mas só o obstetra de cada mulher pode passar as recomendações mais precisas.

Melhores posições de sexo na gravidez

No começo, qualquer posição pode ser realizada tranquilamente, o abdômen da mulher não pode ser muito pressionado, o parceiro deve tomar cuidado quanto a isso.

No segundo trimestre da gestação, a mulher já se sente mais confortável com a barriga, e as atividades eróticas podem fluir, desde que sejam confortáveis, principalmente para a gestante. “Entre os três e seis meses, a barriga já aparece, a mulher se sente bonita, as alterações cardiovasculares já se acomodaram e há ausência de enjoos. Costuma ser o período de maior libido”, afirma Barbara. Nesse momento, o casal irá usar a criatividade para adaptar posições e criar novas, desde que sejam toleradas, pois a barriga está maior.

Nesse período, deve-se poupar a barriga de situações perigosas. No entanto, as posições recomendadas são as de lado, ou em pé. Se for confortável, a de quatro também pode ser feita, desse modo, a mulher deve apoiar o peso do corpo nos braços, e os movimentos devem ser mais suaves.

Nas posições de lado, chamadas “conchinha e colher”, é melhor que ambos estejam deitados do lado esquerdo, pois do lado direito existe a veia cava, veia que transporta sangue para o bebê e deve ficar livre de pressão. Nessa posição, a mulher pode ficar de frente ou de costas para o companheiro.

A mulher por cima e de frente ou de costas para o parceiro, quando sentados, são maneiras agradáveis de se ter relação. Quando o homem estiver por cima, na posição chamada “papai e mamãe”, é melhor que ele fique de joelhos, assim não depositará seu peso sobre o corpo da mulher. Nesse caso, colocar uma almofada atrás da costas para aliviar a pressão é uma boa opção para a gestante.

Nos últimos meses da gestação, aumenta-se a dificuldade na relação. “O terceiro trimestre varia muito, com a barriga já grande. Algumas podem ter cansaço, dificuldade para encontrar posição para dormir e para fazer sexo. Pode haver queda na libido. Mas tudo isso é muito variável. Mulheres que estão tendo gestação tranquila, sem complicações, dentro de uma ambiente estável emocionalmente, geralmente mantêm um desejo sexual satisfatório durante os 9 meses”, confirma Barbara.

Sensações boas são passadas para o bebe após o sexo, por esse motivo, quando a mulher alcança o orgasmo, seus batimentos ficam acelerados e isso reflete na criança. Muitas observam que o neném fica mais agitado ou mais calmo após o ato, mas é totalmente por conta das atividades hormonais.

Pixabay
Foto: Pixabay

Em um dia ensolarado típico de Recife, Isabelle Marinho começa mais um ensaio do seu Projeto Vem Florir. Mas, antes de iniciá-lo, ela conversa com as modelos para conhecer suas trajetórias, seus gostos e seus relacionamentos.

De acordo com a fotógrafa essa é a parte que mais gosta, é um meio de “quebrar o gelo” e ganhar a confiança das meninas. Para entrar no clima, a paisagem é invadida pelo som de alguma música, as modelos escolhem a trilha sonora que embalará seus ensaios, mas algumas deixam para Isabelle decidir. Ela comenta que a escolha é sempre sensual e pura.

Algumas modelos começam a tirar as fotos com roupa íntima e ao longo do ensaio vão se libertando, empoderando-se e aderindo ao manifesto que é o objetivo de todo o projeto. Isabelle sempre pede para as modelos dançarem e se divertirem com a sessão. Como objeto essencial dos ensaios, as flores projetadas sobre o corpo fazem parte do protesto e embelezam ainda mais o ensaio.

“As flores que uso no projeto sou eu que fotografo. Como sou apaixonada por elas, em qualquer lugar que passo saio fotografando, quando vejo uma plantinha pelas ruas, na casa dos vizinhos, na minha casa, sempre tô ali com a minha câmera. Mas também uso algumas dos Orquidários que temos aqui em Recife, estou sempre visitando e fotografando as orquídeas”, completa Isabelle.

As flores que são projetadas sobre o corpo deram origem ao nome da iniciativa – Projeto Vem Florir -, a ideia é  comparar o crescimento feminino com o das plantas, desde a semente até o desabrochar, e também no perfume e na beleza. Como a mulher em suas fases, as plantas mudam constantemente, desde a pequena semente até o desabrochar.

Criado há um ano e sete meses, o movimento artístico é também um protesto para qualquer forma de violência contra a mulher e surgiu com a necessidade de discussão do manifesto contra a sexualidade do corpo feminino ante a censura dos seios nas redes sociais e principalmente sobre as agressões sofridas no dia a dia.

“Busco quebrar o paradigma da imagem machista que existe há milhares de anos. A forma que as pessoas veem a sexualidade do corpo feminino é muito grosseira e ignorante. Quero provar que nosso corpo pode ser mostrado, sim. O corpo fala sobre quem somos, conta nossas histórias”, explica Isabelle.

Ficou curioso?  Você pode conferir todas as fotos do ensaio no Instagram da fotógrafa Isabelle Marinho pelo @vemflorir_ .