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Foto: Globo Filmes / Divulgação.

Não só de comédias vive o gênero do cinema nacional. Os longas metragens criados aqui têm o dever de mostrar aos brasileiros e ao mundo todo a nossa cultura, os nossos modos e os nossos costumes. Estes filmes possuem a enorme tarefa de divulgar e enaltecer o nosso trabalho também nas produções audiovisuais, mostrando que somos capazes de criar roteiros complexos, denunciativos e humanos.

Um dos clássicos que se eternizou em nossa memória é o famigerado ‘O Auto da Compadecida’, lançado em 2000, e que mostra as aventuras de João Grilo (Matheus Nachtergaele) e Chicó (Selton Mello), dois nordestinos pobres que vivem de golpes para sobreviver no sertão da Paraíba. Este é apenas um dos grandes triunfos do nosso cinema e, na lista abaixo, você irá conhecer e relembrar os 5 melhores e mais revolucionários longas nacionais já feitos até os dias de hoje, na minha opinião.

 Tropa de elite (2007) | Direção: José Padilha

Foto: Universal Pictures / Divulgação.

Um dos grandes sucessos de 2007 foi o filme ‘Tropa de elite‘. Poucos meses após ser lançado, o longa já era um dos filmes nacionais favoritos de todos os tempos, e não é difícil entender o motivo, visto que a realidade da violência nas comunidades brasileiras é algo muito comentado até mesmo fora do país. A história mostra o dia a dia de um grupo de policiais e de um capitão do BOPE que quer deixar a corporação e tentar encontrar um substituto para seu posto. Paralelamente, dois amigos de infância se tornam policiais e se destacam pela honestidade e honra ao realizar suas funções, se indignando com a corrupção existente no batalhão em que atuam.

2 Filhos de Francisco (2005) | Direção: Breno Silveira

Foto: Globo Filmes / Divulgação.

Certamente ‘Dois filhos de Francisco‘ é um marco na história do cinema brasileiro. O filme foi um dos primeiros a retratar a história de grandes cantores sob desenvolvimento dentro do gênero dramático. Após o sucesso, não demorou muito para que se tornasse uma tendência nacional enaltecer nossos músicos e contar de alguma maneira a sua trajetória. Um lavrador do interior do Brasil tem um sonho: fazer com que seus dois filhos sejam famosos cantores de música sertaneja.

 O Homem que copiava (2003) | Direção: Jorge Furtado

Foto: Columbia Tristar / Divulgação.

Sabe aquelas aulas de história com algum teor político, nas quais o seu professor geralmente passava um filme ao final? Pois é, ‘O Homem que copiava‘ é um ótimo exemplo de como mostrar realidades de pessoas carentes em meio aos sonhos de obter dinheiro e crescer na vida. O filme apresenta a história de um humilde operador de copiadora que se apaixona por sua vizinha e, para conseguir se aproximar da jovem, se transforma num falsificador de dinheiro.

Que horas ela volta? (2015) | Direção: Anna Muylaert

Foto: Pandora Filmes / Divulgação.

A pernambucana Val (Regina Casé) se mudou para São Paulo a fim de dar melhores condições de vida para sua filha Jéssica (Camila Márdila). Com muito receio, ela deixou a menina no interior de Pernambuco para ser babá de Fabinho (Michel Joelsas), morando integralmente na casa de seus patrões. Treze anos depois, quando o menino vai prestar vestibular, Jéssica lhe telefona pedindo ajuda para ir à São Paulo, no intuito de prestar a mesma prova. Os chefes de Val recebem a menina de braços abertos, só que quando ela deixa de seguir certo protocolo, circulando livremente como não deveria, a situação se complica.

Hoje eu quero voltar sozinho (2014) | Direção: Daniel Ribeiro

Foto: Vitrine Filmes / Divulgação.

Combatendo o preconceito contra o público LGBT, ‘Hoje eu quero voltar sozinho‘ era originalmente um curta metragem que ganhou forças até se tornar um longa metragem, em 2014. Na trama, acompanhamos a vida de Leonardo (Ghilherme Lobo), um garoto cego que muda completamente quando um novo aluno entra no colégio. O adolescente precisa lidar com o ciúme da amiga e também com os inesperados sentimentos que o recém-chegado desperta nele.

O Dia das Mães é uma data muito especial, afinal, a nossa mãe é a mulher mais incrível que existe, sempre cuidando e nos aconselhando para a vida. No dia dela, que tal assistir algo que a faça rir, chorar, se emocionar e perceber o quanto ela é especial para você? Pensando nisso, listamos abaixo 7 filmes para assistir com as mães.

1) Boyhood – Da infância à Juventude (2014) | Crescer e estar no mundo

Boyhood é o filme perfeito para as mães que gostam do gênero drama, mas que ao fim da história queiram refletir sobre o que acabaram de ver. O filme mostra, ao decorrer de 12 anos, o crescimento de uma criança até a vida adulta. A trama na vida real levou esse tempo para ficar pronta, o que torna o longa ainda mais especial.

O filme conta a história de um casal de pais divorciados (Ethan Hawke e Patricia Arquette) que tenta criar seu filho Mason (Ellar Coltrane). A narrativa percorre a vida do menino durante um período de doze anos, da infância à juventude, e analisa sua relação com os pais conforme ele vai amadurecendo.

2) Que Horas Ela Volta? (2015) | Mãe, como uma só

Especial Dia das Mães: 7 filmes para assistir com elas
Foto: Globo Filmes / Divulgação

A pernambucana Val (Regina Casé) se mudou para São Paulo a fim de dar melhores condições de vida para sua filha Jéssica. Com muito receio, ela deixou a menina no interior de Pernambuco para ser babá de Fabinho, morando integralmente na casa de seus patrões. Treze anos depois, quando o menino (Michel Joelsas) vai prestar vestibular, Jéssica (Camila Márdila) lhe telefona, pedindo ajuda para ir a São Paulo, no intuito de também prestar vestibular. Os chefes de Val recebem a menina de braços abertos, só que quando ela deixa de seguir certo protocolo, circulando livremente, como não deveria, a situação se complica.

3) Para sempre Alice (2014) | O esquecimento como vilão

Filmes para ver com as mães: Para sempre Alice
Foto: Para sempre Alice / Divulgação / Sony Pictures Classics

Este é um daqueles filmes que certamente irão te emocionar: a temática explora uma devastadora doença que tem o poder de apagar completamente seu passado de forma gradual, mas de modo devastador.

Depois de algumas visitas ao neurologista, Alice descobre que tem um tipo raro de Alzheimer, um tipo genético que, além de atacar muito mais cedo que o comum, pode estar adormecido em um dos seus filhos. A situação vai se agravando cada vez mais, até que em um certo ponto da história, o intuito do filme fica claro. A celebração dos pequenos momentos cotidianos, e simples situações como um almoço em família, são elevados para mostrar a importância da vida, mesmo que ela esteja correndo o risco de ser apagada para sempre.

 

4) Minha mãe é uma peça (2013) | A simplicidade no humor

Minha mãe é uma peça
Foto: Paris Filmes; Downtown Filmes / Divulgação

O brilhantismo aqui é explorar o desenvolvimento das personagens, planos de fundo e a diversidade das situações da família central. O humor é abrangente e o foco é a mãe brasileira trabalhadora, sentimental, furiosa e carinhosa que todos temos. 

Dona Hermínia é uma mulher de meia idade, divorciada do marido, que a trocou por uma mais jovem. Hiperativa, ela não larga o pé de seus filhos Marcelina e Juliano, que já estão bem grandinhos. Um dia, após descobrir que eles a consideram uma chata, resolve sair de casa sem avisar ninguém, deixando todos, de alguma forma, preocupados com o que teria acontecido. Mal sabem eles que a mãe foi visitar a querida tia Zélia para desabafar suas tristezas do presente e recordar os bons tempos do passado.

5) O Quarto de Jack (2015) | Reflexões sobre o sentido da vida

O “Quarto de Jack” é definitivamente um dos melhores filmes já feitos sobre relações humanas e exploração comportamental. A história de Joy (Brie Larson), é retratada minuciosamente e explorada para passar desconforto e apreensão no espectador. Constantemente estamos pré-dispostos a achar que tudo vai dar errado, e que a história não terá um final feliz.

Joy (Brie Larson) e seu filho Jack (Jacob Tremblay) vivem isolados em um quarto. O único contato que ambos têm com o mundo exterior é a visita periódica do Velho Nick (Sean Bridgers), que os mantém em cativeiro. Joy faz o possível para tornar suportável a vida no local, mas não vê a hora de deixá-lo. Para tanto, elabora um plano em que, com a ajuda do filho, poderá enganar Nick e retornar à realidade.

6) 500 dias com ela (2009) | O romance como ele é

500 dias com ela
Foto: Fox Searchlight Pictures / Divulgação

500 Dias com Ela” é um filme que explora o romance do casal protagonista até o último nível de uma relação. Sua história acompanha o início e o gradual fim do casal, expondo fragilidade e desapego a uma relação que mudará para sempre a vida de Tom Hansen.

Tom Hansen (Joseph Gordon-Levitt) está em uma reunião com seu chefe, Vance (Clark Gregg), quando ele apresenta sua nova assistente, Summer Finn (Zooey Deschanel). Tom logo fica impressionado com sua beleza, o que faz com que tente, nas duas semanas seguintes, realizar algum tipo de contato. Sua grande chance surge quando seu melhor amigo o convida a ir em um karaokê, onde os colegas de trabalho costumam ir. Lá Tom encontra Summer. Eles também cantam e conversam sobre o amor, dando início a um relacionamento.

7Garota Exemplar (2014) |Mistérios e descobertas

Garota Exemplar
Foto: 20th Century Fox / Divulgação

Envolvente e curioso, “Garota Exemplar” é uma retratação da vida de um casal já casado há anos e que não está mais na mesma sintonia por diversos motivos. 

Amy Dunne (Rosamund Pike) desaparece no dia do seu aniversário de casamento, deixando o marido Nick (Ben Affleck) em apuros. Ele começa a agir descontroladamente, abusando das mentiras, e se torna o suspeito número um da polícia. Com o apoio da sua irmã gêmea, Margo (Carrie Coon), Nick tenta provar a sua inocência e, ao mesmo tempo, procura descobrir o que aconteceu com Amy.