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‘Bom Dia, Verônica’, obra de Ilana Casoy e Raphael Montes e editada pela DarkSide Books, já tem data para chegar à Netflix. A produção estreia na plataforma de streaming dia 1º de outubro e traz no elenco Tainá Müller, Eduardo Moscovis e Camila Morgado.

O thriller policial acompanha a rotina da escrivã de polícia Verônica que, na série, será interpretada por Tainá Müller. Dona de uma vida profissional pacata e burocrática, ela é surpreendida ao presenciar um suicídio. Depois que recebe uma ligação anônima de uma mulher implorando socorro, Verônica decide desvendar os dois casos e coloca em prática suas habilidades investigativas sem medir as consequências.

A obra foi criada e adaptada para a TV por Raphael Montes, com roteiro do próprio Raphael junto com Ilana Casoy, Gustavo Bragança, Davi Kolb e Carol Garcia. A direção é de José Henrique Fonseca, que ainda é produtor-executivo da série ao lado de Eduardo Pop, Ilana Casoy e Raphael Montes. Izabel Jaguaribe e Rog de Souza também assinam a direção. A produção é da Zola Filmes.

Já o livro policial foi lançado em 2016, sob o pseudônimo Andrea Killmore, e vendeu 10 mil exemplares na primeira tiragem. E na Bienal de 2019, a criminóloga Ilana Casoy e o escritor Raphael Montes revelaram que são os verdadeiros autores do título.

Confira o trailer de Bom Dia, Verônica:

Escrita por Holly George-Warren, jornalista e cronista de histórias da música norte-americana, “Janis Joplin: Sua Vida, Sua Música”, lançamento da Editora Seoman, chega ao Brasil para rememorar a trajetória da artista, no momento em que se marca o cinquentenário de sua morte.

Para relatar a vida da cantora, a autora, que também é especialista em biografias de rock, recorreu a familiares da cantora, amigos, colegas de banda, pesquisou arquivos, diários, cartas e entrevistas. Ela faz, sobretudo, um perfil detalhando os passos de Janis até a overdose acidental de heroína, que lhe ceifou a vida em 4 de outubro de 1970.

Por meio de um estilo radiante e intimista, esta biografia consolida Janis como vanguardista musical. Uma mulher rebelde, dona de grande astúcia e personalidade complexa, que rompeu regras e desafiou todas as convenções de gênero em sua época, abrindo caminho para as mulheres poderem extravasar suas dores e revolta no cenário artístico sem serem tão oprimidas pelo universo machista existente no meio musical. Este livro também foi celebrado pela grande mídia nos estados Unidos – The New York Times e The Washington Post, entre outros – como a biografia que revela, de forma definitiva, a “verdadeira Janis Joplin”, além de ser elogiado no site oficial da cantora (janisjoplin.com).

Janis se notabilizou com o rock, mas transitava com facilidade por outros ritmos, como blues, o soul e o folk-rock. Sua carreira solo teve poucos anos de existência, mas foi capaz de notabilizar canções como “Mercedes Benz”, “Get It While You Can” e “Me and Bobby McGee”. Entretanto, sua erudição, empenho e talento combinados não transformaram a cantora no símbolo que representa. “Por sua influência e por seu próprio trabalho perene, Janis Joplin permanece no coração de nossa música e de nossa cultura”, afirma a autora.

Livro ‘Janis Joplin: Sua Vida, Sua Música’ chega ao Brasil marcando os 50 anos de sua morte
A autora Holly George Warren

Janis Joplin: Sua Vida, Sua Música

Autora: Holly George-Warren
Editora: Seoman
Preço: 69,90
Páginas: 432

Em celebração ao Dia Nacional do Livro Infantil, no próximo sábado (18), o Instituto Tecnológico e Vocacional Avançado (Iteva), de Aquiraz, Ceará, dedicará a sua coleção literária, do projeto Cidadão do Futuro (CDF), às crianças, para que possam ter acesso livre e gratuito aos 11 títulos liberados nas plataformas digitais.

A iniciativa tem o objetivo de incitar nelas o desejo de ler, de querer saber mais, de adquirir conhecimento e de trabalhar em prol do próprio desenvolvimento. E a coleção complementa esse isso ao oferecer diferentes títulos, que abordam temas como alimentação saudável, boas maneiras, brincadeiras antigas e meio ambiente.

Os títulos disponíveis são: “Tilimpim, o Garoto Limpinho”; “O Duende Encantado”; “As Aventuras de Tomé”; “O Conto da Escola Bem Cuidada”; “Família Sempre Família”; “Salvando o Planeta”; “Aquiraz Arretado”; “#Brincardoquê?”; “Um Passeio Pela História de Eusébio”; “O Mistério da Gata-Maracajá”; e “Todo Mundo Tem Amigos Top!”.

“Nós temos como princípio contribuir para o aprendizado, então, podemos aproveitar um período de crise, em que muitos pais não sabem como fazer para estimular a educação e contribuir de forma criativa, cativando a criança e gerando interesse dela pelo seu próprio desenvolvimento. As plataformas digitais são grandes aliados para aproximar leitores e escritores e apresentar para as crianças e adultos o universo rico da literatura infantil”, conta o coordenador geral do ITEVA, Fábio Beneduce.

Os exemplares oferecidos para Dia Nacional do Livro Infantil já estão disponíveis no site do Iteva, http://www.iteva.org.br/link/dialivroinfantil. Nele, é possível baixar a versão em PDF e iniciar a leitura com a criançada.

Na busca da disseminação de informação sobre sustentabilidade, o professor coordenador do Centro ESPM de Desenvolvimento Socioambiental (CEDS) e especialista em sustentabilidade, Marcus Nakagawa, liberou o acesso gratuito do seu livro “101 Dias com Ações Mais Sustentáveis para Mudar o Mundo”, ganhador do Prêmio Jabuti 2019, que está à venda na plataforma da Amazon e pode ser consumido de forma gratuita pelo Kindle.

Com o propósito de incentivar a leitura e mudar os velhos hábitos nessa época de isolamento social, evitando assim a propagação do novo coronavírus (Covid-19), a liberação do livro é mais uma ação para que as pessoas que estão em casa cumpram esse período de quarentena e ainda utilizem o tempo para aprender mais sobre sustentabilidade.

Para quem deseja obter a obra física, o livro está disponível em livrarias e na da Editora Labrador.

101 Dias com Ações Mais Sustentáveis para Mudar o Mundo

Autor: Marcus Nakagawa
Editora: Labrador
Ano: 2018
Número de Páginas: 240

No dia 02 de março, a Reserva Cultural, localizada na Av. Paulista, contará com a palestra do jornalista e professor Franthiesco Ballerini sobre ‘Cinema: história e arte ao redor do mundo’ e o lançamento de seu livro “História do Cinema Mundial”. O evento, organizado pela Summus Editorial, Blooks Livrarias e Reserva Cultural, terá início a partir das 19h.

O livro “História do Cinema Mundial” veio com o propósito de detalhar a representatividade cultural do cinema pela evolução temporal e geográfica, trazendo peculiaridades das linguagens, escolas e regionalismos da cinematografia global. 

A percepção de uma lacuna na literatura do gênero fez que o autor se dedicasse a organizar de forma inédita o estudo aprofundado para subsidiar não só estudantes de comunicação, profissionais de cinema e do audiovisual, professores e artistas, mas os apaixonados pelas telonas. “Eu já havia ministrado cursos de cinema para mais de 150 turmas e há anos vinha sentindo a necessidade de trabalhar em livro que promovesse uma espécie de passeio cultural pelo mundo por meio do cinema. Claro que o cinema industrial está bem apontado, mas o objetivo maior é que o leitor pudesse conhecer um pouco sobre as diferentes culturas do mundo por meio dos melhores filmes de muitos destes países”, explica Ballerini.

Percorrendo a história desde o início das imagens captadas em movimento e a era pré-industrial, Ballerini conta como Hollywood se tornou a grande “fábrica de sonhos”. Também dedicou capítulos a outras indústrias poderosas, como Bollywood, na Índia, até as recentes Chinawood e Nollywood, novos polos produtores das atrações exibidas nos grandes circuitos, espaços alternativos e streaming.

A segunda parte do livro retrata os movimentos cinematográficos mais emblemáticos como o Neorrealismo italiano e a Nouvelle Vague francesa, passando pelo Cinema Novo brasileiro. Uma terceira etapa, na perspectiva proposta por Ballerini, foi traçar panoramas geograficamente, com análises do melhor cinema feito em cada continente e destaques como o cinema luso-africano e as latinidades, reunindo as facetas da América do Sul.

Filmes consagrados pelo Oscar, blockbusters e até os mais cults estão registrados na obra que inclui sinopses dos clássicos; curiosidades sobre os bastidores da indústria cinematográfica; listas com os filmes essenciais; fotografias que ajudam a contar a história de cada capítulo e, como destaque, o índice onomástico composto por todas as películas citadas e por diretores, atores e produtores. O leitor terá também, a cada tópico, uma ficha com os filmes essenciais relacionados ao tema abordado, além de um capítulo reservado aos documentários.

“Trata-se de um extraordinário ensaio, que vem preencher uma lacuna de publicações do gênero em um país onde estudantes e admiradores da sétima arte cada vez mais se interessam em aprofundar seus conhecimentos sobre a linguagem cinematográfica”, diz o diretor de fotografia Walter Carvalho, no prefácio.

História do cinema mundial

Autor: Franthiesco Ballerini
Editora: Summus Editorial
Preço: R﹩ 106,40 (Ebook: R﹩ 67,70)
Páginas: 320 (17 x 24 cm)
ISBN: 978-85-323-1148-1
Atendimento ao consumidor: (11) 3865-9890
Sitehttp://www.summus.com.br

 

Em comemoração ao Dia Internacional do Livro Infantil, comemorado no dia 2 de abril, a Saraiva preparou uma ação de descontos progressivos para compras exclusivas no e-commerce até o dia 23 de abril.

Durante o período, a rede vai oferecer 50% de desconto na compra de uma seleção especial de livros infantis, além de desconto progressivo em mais de 500 obras: na compra de dois livros, o cliente ganha 10% off; três livros, 15% off e quatro ou mais títulos, 20%.

Confira abaixo alguns livros que fazem parte da ação:

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O Meu Pé de Laranja Lima – 50 Anos de Sucesso! – Jose Mauro de Vasconcelos  (Melhoramentos)

De R$ 55,00 Por R$ 29,90

 

 

 

 

 

 

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O Menino Maluquinho – Nova Ortografia – Ed. 92ª – Ziraldo – (Melhoramentos)

De R$ 59,90 Por R$ 29,90

 

 

 

 

 

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Turma da Mônica Como? Onde? Por Quê? – Camilla de La Bedoyere (Girassol)

De R$ 59,90 Por R$ 50,90

 

 

 

 

 

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Minha Pequena Luz – Little Tiger Press Ltd.; Márcia Duarte Companhone (Tiger Tales)

De R$ 59,90 Por R$ 29,90

A linha entre a realidade e a ficção é muito tênue. É difícil imaginar que o filme O Nome da Morte, baseado no livro homônimo, não seja algo derivado da cabeça dos autores. Mais difícil ainda é entender como, em pleno século XXI, ainda acreditamos que tal realidade é exclusividade de um lugar específico. Estas e outras indagações foram feitas durante a coletiva de imprensa do lançamento do filme, que aconteceu na última quarta-feira (25), com Klester Cavalcanti, autor do livro, o diretor Henrique Goldman e os atores Marco Pigossi e Fabíula Nascimento.

Klester contou brevemente que estava fazendo uma reportagem especial sobre trabalho escravo na região do Maranhão, em meados de 1999, quando descobriu que os prisioneiros não fugiam por medo de retaliação, já que os fazendeiros contratavam pistoleiros para matar familiares do escravo até que ele retornasse para a fazenda.  Foi aí que ele sentiu interesse em entrevistar um desses pistoleiros e acabou conhecendo a história de Júlio Santana, que anos depois veio a se tornar o livro O Nome da Morte.

“O que me levou a escrever o livro foi história extraordinária de um cara comum, vindo de uma família pobre, que entra no mundo da pistolagem. Só que ao mesmo tempo, ele é um ser humano muito interessante e, de um certo modo, é bom pai, bom filho, bom marido, só que tem essa profissão pouco usual. E quanto mais eu conhecia o Júlio, mais eu via que a história dele era fantástica”, conta o escritor.

Quem leu o livro e assistiu ao filme, sentiu falta de partes consideradas importantes na narrativa, sendo uma delas a guerrilha. Segundo o diretor, tanto essa quanto outras partes descritas no livro não seriam essenciais para o desenvolvimento do personagem. “Se fosse uma série, certamente faria parte da história. No caso do filme, nós julgamos que ela não era a coisa mais essencial para contar da trajetória e transformação do Júlio em um menino simples do campo em um dos mais prolixos assassinos que a gente sabe no país”, expõe Henrique.

O ator Marco Pigossi, que deu vida ao personagem principal do filme, falou sobre como foi tentar entender o pistoleiro para recriá-lo nas telas. Ele percebeu que, ao contrário de muitos personagens, Júlio acabava desconstruindo diversos conceitos, principalmente os morais, apesar da culpa que ele carrega pelos assassinatos.  “No meio da minha pesquisa, eu ouvi um cara falando exatamente essa frase: ‘o ser humano é um produto do meio onde ele ‘vevi’ ’. Se ele é treinado para matar, ele vai matar e se ele é treinado para não matar, ele não vai […]. Ele (Júlio)  vai se acostumando. É com isso que a gente vai se despindo e tentar buscar o vazio que o Júlio tem. Ele não tinha prazer em matar, ele não é um psicopata. Então foi um processo de mergulho entrar neste personagem”, revela.

Pigossi também disse ter criado o “seu” Júlio, partindo de suas experiências pessoais e profissionais. “Eu não tive acesso ou contato com ele. Eu tive que partir do meu Júlio, que veio do Marco que leu o livro, que entendeu esse personagem e que construiu isso com a Fabíula”, diz.

Ele ainda ressaltou que o longa-metragem, além de trazer para as telas o que é narrado nos livros, é uma denúncia em vários níveis sobre a falta de educação, cultura e impunidade que o país sofre, e mesmo sendo contra tudo que o Júlio faz, sabe que ele é vítima destas questões.

Para Fabíula Nascimento que interpretou a Maria, esposa de Júlio, o processo de criação da personagem e do núcleo familiar foi complexo, principalmente pelas diferenças e pelo não julgamento do posicionamento que a Maria real tinha. “Eu tive que tentar entender o porquê daquele comportamento tão diferente do meu, tão lá atrás, tão sem perspectiva, com uma vontade que vai até certo ponto, sem conhecimento, sem educação, sem cultura, sem direitos, sem entender a posição dela na sociedade como mulher”, explica.

A atriz também comentou sobre o desenvolvimento de sua personagem na trama e como foi desenvolver essas nuances para todas as fases da vida da personagem, uma vez que para se manter junto à família, ela acaba sucumbindo à vida que o seu marido lhe oferecia. “Ela (Maria) muda rapidamente, e o Henrique queria que cada hora eu fosse uma Maria. Eu achei isso um desafio muito interessante”, comenta Fabíula.

Klester revelou que quando foi contatado pelo diretor do filme, ficou inseguro pela escolha do Pigossi para o papel, principalmente por não conhecer o trabalho do ator e por esse ser o primeiro longa-metragem da carreira dele. Mas segundo o autor do livro, o trabalho entregue pelo Pigossi ficou excelente. “Anotem o que eu estou dizendo: vocês estão diante de um grande ator, ele vai fazer uma carreira brilhante e daqui há 10 ou 15 anos ele estará no topo do cinema. Esse rapaz tem um talento muito raro”, elogia o escritor.

E já no final da coletiva, Klester ressaltou como desfechos de vida assim não são tão distantes da nossa realidade. “A gente cai muito no erro de achar que o que aconteceu no filme só acontece no interior bravo. Marielle Franco é um caso clássico de pistolagem. Celso Daniel, prefeito de Santo André, também é um caso de pistolagem”, declara.  

No dia 22 de maio, a partir das 19h, no auditório da Trevisan Escola de Negócios em São Paulo, acontecerá o lançamento do livro “Das Quadras Para a Vida”, que é prefaciado por Oscar Schimidt, ex-jogador de basquete, editado também pela Trevisan. Na ocasião, será ministrada uma palestra pelos autores, inspirada no conteúdo do livro, juntamente com um pocket show de Guga Machado.

Escrito por Luiz Alberto Machado e Guga Machado (pai e filho), a obra apresenta lições aprendidas no esporte que são aplicáveis em nosso cotidiano, seja ele nas relações pessoais ou profissionais. De acordo com Luiz Alberto, a obra foi inspirada em um senador americano que é ex-campeão olímpico e também da NBA, que pauta sua bem-sucedida carreira política na experiência adquirida no basquete.

“Se você foi boleiro e prestou atenção, deve ter aprendido muita coisa que será útil na sua carreira profissional”, exemplifica Luiz Alberto com uma analogia entre o esporte coletivo e as ações de trabalho.

“Das quadras para a vida” traça um paralelo entre as competições esportivas com os desafios que a vida nos impõe diariamente. Trata de temas como disciplina, paixão, resistência e liderança. Outro ponto relevante a se destacar é que o livro foi escrito por pai e filho, demostrando a relação familiar demonstrando que essa relação familiar, de amizade e confiança também destaca pontos positivos para nossa evolução pessoal e profissional.

A palestra e o show são gratuitos e não há necessidade de se inscrever, porém como o espaço é restrito a 120 pessoas, é recomendado chegar com antecedência. Após a palestra, acontece a sessão de autógrafos.

O livro  O Menino do Pijama Listrado se passa em Berlim, na época do holocausto  Nazista. A trama apresenta Bruno, um menino de apenas nove anos que precisa deixar sua casa grande e aconchegante para acompanhar seus pais em uma função muito importante. Por ser muito novo, Bruno não entende o motivo da mudança, desconhece sobre o Nazismo, os Campo de Concentração e não sabe que seu pai é um comandante Nazista.

Sem a presença de seus amigos, era difícil se acostumar com a nova casa. Com o passar dos dias, Bruno começou a olhar através da janela do seu quarto um bairro distante  protegido por uma grande cerca, que lembrava Berlim. O local era um Campo de Concentração, mas para Bruno era uma fazenda — apesar dele não entender o motivo das pessoas terem um olhar triste.

Com sua curiosidade aguçada, Bruno conheceu Shmuel, um garoto que usava um pijama listrado e que fazia aniversário no mesmo dia que ele. O que ele não sabia é que Shmuel e sua família eram prisioneiros do campo de concentração.

A amizade com o garoto judeu tornou-se forte; todos os dias eles se encontravam na cerca e Bruno sempre levava comida para Shmuel. A cerca não era um empecilho para eles, que ficavam horas e horas conversando. Bruno tinha muita curiosidade para saber sobre como era dentro da cerca, mas Shmuel dizia ser um lugar triste.

Aos passar por grandes problemas, Shmuel precisou da ajuda de Bruno, e é neste momento que o livro  destaca seu enfoque principal: o valor da amizade, irmandade e compaixão.

O que mais chama atenção em O Menino do Pijama Listrado é a forma que o autor John Boyne conduz a história. Colocar algo tão delicado como a vida de uma criança no meio do Nazismo e destacar a amizade entre dois garotos tão distintos é surpreendente. Tanto o filme quanto o livro são bons, mas a leitura traz uma linguagem clara e tocante, além da inocência dos dois menos em meio a crueldade — e claro, o final surpreendente que marca a obra.

Fernanda Gentil é uma jornalista esportiva e apresentadora da Rede Globo que ganhou destaque na copa do mundo de 2014 pelo seu jeito irreverente na comunicação, mas não é apenas no esporte e na TV que a loira se destaca. Começou a fazer sucesso com o seu blog “Gentilbraga” relatando as situações do seu dia a dia com o seu ex-marido.

A Fernanda é a “mocinha” da história. O primeiro capítulo começa falando sobre a organização do seu aniversário de 15 anos; logo após ela contar como foi a preparação da sua festa, conta como conheceu seu ex- marido, Matheus Braga.

No decorrer do livro, ela conta como é sua família, seus pais, casamento, trabalho, a chegada do primeiro filho, o seu afilhado, enfim, tudo pelo que Fernanda já passou na sua vida.

O livro tem um formato bem diferente. Os capítulos são curtos, tornando a leitura mais agradável e ágil. O que chamou mais atenção foram as figuras que ilustram os capítulos; tem ilustração para descrever a reação do personagem na história, ficando mais divertido de ler.

Mocinha e Momô formam um casal pelo qual torcemos muito. A história é interessante pois conta suas inseguranças, medos e paixões. O livro ensina que os relacionamentos não precisam ser perfeitos e que não tem uma fórmula mágica para ter uma vida a dois como um conto de fadas. As pessoas não são perfeitas  e nem precisam ser para viver um relacionamento, porque amar é aceitar o seu par exatamente com suas qualidades e defeitos, e o casal precisa viver como se não houvesse amanhã, já que a vida passa tão depressa que não vale a pena olhar pra trás e ficar refletindo sobre a tristeza do passado. Basicamente, a história do livro transmite que devemos conquistar a nossa felicidade.

Quem deseja uma leitura agradável e que faça doer a barriga de tanto sorrir vai se surpreender com “Gentil Como a Gente”. É um livro que vale a pena a leitura e que com certeza o leitor vai tirar um bom proveito.

Capa do livro “Gentil Como a Gente” / Foto: divulgação