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O destino de hoje é o novo queridinho do momento, o “Caribe Brasileiro”. Sim, estamos falando de Arraial do Cabo, que fica localizado na região dos Lagos, no Rio de Janeiro.

O que mais encanta a quem nunca foi à cidade é a cor do mar. Por foto é encantadora, pessoalmente é inexplicável. E foi isso que me motivou a pegar a mochila e ir sozinha conferir tudo o que esse paraíso tem a oferecer.

Desbravar Arraial pode ser uma das coisas mais incríveis que você pode fazer na vida. Desfrutar do mar, que é pra lá de especial, e de tudo que a natureza tem a oferecer é mais fácil e econômico do que se imagina. Ajuste sua planilha de contas, separe sua roupa de banho e prepare seu coração para embarcarmos nessa viagem.

Hospedagem

É possível se hospedar em Arraial, mas é interessante ficar em Cabo Frio, que está a 13 km de lá, dando aproximadamente 20 minutos de carro e 30 minutos de ônibus. A estadia em Cabo Frio permite que o passeio se estenda, pois é possível aproveitar as praias que cercam a cidade, ir a Arraial e também visitar Búzios, que fica bem próximo.

Em Cabo Frio há uma vasta variedade de lugares para se hospedar, seja em hotéis, pousadas, hostels ou casas alugadas para temporadas. É possível encontrar hospedagem por R$30,00 com café da manhã incluso. Uma boa dica para escolha local  é acessar o site do Booking, onde é possível filtrar por valores e também conferir a opinião de quem já se hospedou anteriormente.

Como Chegar no Caribe brasileiro

Dá pra ir de carro, ônibus e avião. Localizado a 590 km da cidade de São Paulo, é possível percorrer cerca de oito a nove horas dirigindo ou, se preferir, pegar um ônibus que sai da Rodoviária Tietê para Cabo Frio. Os ônibus da empresa 1001 fazem o trajeto com preços de passagens que variam de R$131,24 (convencional) a R$312,99 (primeira classe). Para quem deseja partir da cidade do Rio de Janeiro, é possível pegar o ônibus na Rodoviária Novo Rio, que custa, em média, R$50,00 (convencional), ou optar por caronas compartilhadas (verifique aplicativos seguros). O tempo estimado até Cabo Frio é de três horas.

Caso deseje ir direto para Arraial do Cabo, as opções de ônibus são reduzidas. Em São Paulo, por exemplo, há apenas um horário, cujo ônibus sai apenas as sextas-feiras. Mas não se preocupe, pois se estiver em Cabo Frio, você pode pegar um ônibus que custa R$5,90 e que passa frequentemente nos pontos espalhados pelas cidades.

O que fazer no Caribe brasileiro

Sabe aquelas fotos lindíssimas? Então, são elas mesmo que você vai poder postar sem filtro. Passei dois dias em Arraial e foi o suficiente para que eu voltasse suspirando e louca pra voltar e desfrutar ainda mais aquele paraíso.

Uma dica importante pra quem estiver em hostels ou hotéis que forneçam café da manhã é tomar um bem reforçado. Caso não tenha, vá até uma padaria ou mercado e se alimente bem. Se puder leve, água, frutas e alguns alimentos para comer no decorrer da visita.

No primeiro dia, desci na Praia dos Anjos onde ficam vários barcos e é de lá que saem os passeios. Mas calma que vamos chegar lá. No primeiro dia não optei em fazer passeio, quis andar livremente por Arraial e peguei uma trilha de aproximadamente 20, 25 minutos para chegar a praia do Forno. O dia estava um pouco nublado, mas isso não foi capaz de apagar a beleza do local. Na volta a Cabo Frio, fui a Praia do Forte, que também é muito bonita e, pra finalizar, durante a noite, fui a uma feirinha da cidade que fica próximo a praia e que conta com diversas barraquinhas de artesanatos e gastronomia local – sobretudo doces.

No segundo dia, o tempo ficou ensolarado, e tive um dos dias mais lindos da minha vida. Fui fazer o passeio de barco e paguei R$ 35,00, com um passeio que durou em torno de quatro horas e meia, passando por cinco lugares: Ilha do Farol, Praia do Atalaia (a famosa praia da escadaria), pela fenda de Nossa Senhora, Gruta Azul e Praia do Farol.

Os valores, trajeto e o tempo variam muito de acordo com o barco escolhidos. Quando fui, tinham passeios que custavam de R$50,00 até R$120,00. A maioria deles contam com musicas, e isso é muito legal, pois para aqueles que vão com a galera a diversão é ainda maior. Há alguns barcos que oferecem cortesias; o que fui tinha água, refrigerante e caipirinha grátis durante todo percurso.

Depois de um longo dia em Arraial retornei para Cabo Frio e à noite fui visitar o bairro da Passagem — que é um charme — e conta com vários barzinhos e restaurantes com música o vivo e uma paisagem sem igual.

Desta vez não aproveitei muito a culinária local, mas tanto em Arraial tanto em Cabo Frio, vi vários restaurantes com pratos comerciais com valores que variam entre R$12,00 a R$25,00.

Espero que vocês tenham gostado e anotado todas as dicas para logo mais fugir para esse paraíso.

 

Iniciada originalmente em 1810 em Munique, na Alemanha, quando uma corrida de cavalos comemorou o casamento do então príncipe e mais tarde rei Ludwig (ou Luís) I, da Baviera, com a princesa Therese (ou Tereza), a Oktoberfest chegou ao Brasil no ano de 1978, na cidade de Itapiranga, interior de Santa Catarina. Seis anos depois, em 1984, foi à vez de Blumenau receber a festa, que, atualmente, é celebrada todos os anos com um grande público, durante 19 dias de celebração.

O evento chegou a São Paulo esse ano e o lugar escolhido foi o Sambódromo do Anhembi, em uma estrutura de 23 mil m². Foram oito dias de festa recheados de cervejas, comidas típicas e diversas atrações dos mais variáveis gêneros.

O espaço foi dividido em três áreas, Biertent, Biergarten e Bierpark. O Biertent era uma tenda coberta – onde só tinha acesso quem comprou o ingresso mais caro -, barracas com comidas típicas e cervejas nas tradicionais canecas de chop de 500ml e 1l. Além de shows, o Biertent também recebeu o tradicional grupo de dança alemã da Sociedade Filarmônica do Campo Belo.

Na parte exterior estava o Biergarten. O ambiente contava com mais barracas de doces e salgados, cervejas e um palco um pouco menor, que durante os dias de festa, contou com shows como Melanina Carioca, Péricles, Banda Eva, Mumuzinho, Durval Lelys e várias bandas típicas alemãs. Nesse mesmo ambiente, aconteceu o 1° Festival de Cervejas Artesanais, que contou com mais de 20 rótulos da bebida nacionais e internacionais e vários foodtrucks.

No Bierpark os visitantes puderam se divertir com alguns brinquedos como roda gigante, chapéu mexicano, carrossel, pula-pula, escorregador, dentre as mais variadas atrações para todas as idades.

Para quem gosta da bebida artesanal e ainda tem curiosidade de saber como funciona a produção do líquido, vale conferir o Beer Day da Cervejaria Mea Culpa. No próximo dia 28, em comemoração ao Outubro Rosa e ao mês das crianças, a fábrica traz novidades para o tour. Com entrada gratuita, os clientes poderão provar de um chope sazonal exclusivo, que terá parte da renda revertida para ONGs de prevenção ao câncer de mama.

O evento ainda contará com a música ao vivo, food trucks para almoço e sistema self service de chope. Os visitantes poderão comprar créditos em um cartão pré-pago e servir a quantidade que quiserem, direto da torneira, do seu chope preferido. Ao todo, serão oito opções de cerveja. Além disso, as crianças poderão se divertir com atividades monitoradas, enquanto os papais aproveitam o evento. Ficou curioso para saber como é? Com produtos inspirados em pecados capitais, a Mea Culpa é uma cervejaria artesanal paulista que chegou ao mercado em 2015 com rótulos cheios de personalidade. O Portal OPA já esteve no local e conversou com Victor Lucas, proprietário da fábrica.

Em uma visita guiada pela sommelière e especialista em cervejas Júlia Reis, é possível conhecer de perto o processo de fabricação da bebida e provar um dos sete tipos fabricados na unidade direto do tanque. O passeio inclui degustação de sete rótulos diferentes – um pra cada pecado: Lager (Avareza), Golden Ale (Gula), Imperial IPA (Ira), American Pale Ale (Vaidade), Witbier (Preguiça), Imperial Stout (Luxúria) e American Sour (Inveja).

Serviço:

Data: 28/10 a partir das 10h30
Local:  Cervejaria Mea Culpa – Cotia, SP
Valor: R$ 40,00 Tour + degustação ou R$ 30,00 apenas o Tour
Os ingressos podem ser adquiridos aqui.
A renda arrecadada no dia do evento será revertida para ONGs de prevenção ao câncer de mama / Foto: divulgação

Conhecida como a terra do vinho de mesa, São Roque (SP) tem encarado a produção sob olhar empresarial e investido cada vez mais em suas safras. Um exemplo disso é a Vinícola Góes, que está na terceira geração de seus negócios.

A empreitada da família Góes teve início na década de 20, com o casal Benedito de Moraes Góes e Maria das Dores de Lima Góes, que lavraram terras na cidade. Em 1913, nasceu Gumercindo de Góes, que viu a primeira safra de seus pais, Benedito e Maria das Dores, aos 7 anos de idade. Dali em diante, a história da família estava entrelaçada ao plantio de uvas.

Já na década de 40, a produção artesanal da bebida teve início com uma fabricação de 1000 litros. Nos anos 70, Gumercindo e seus filhos fundaram a Viti-Vinícola Góes.

Hoje, com produção de 10 milhões de litros ao ano, a família conta com três unidades fabris, duas delas em São Roque, que contam com videiras próximas ao complexo turístico, e a terceira em Flores da Cunha (RS), parceria iniciada em 1989 com a família Venturini.

A mais recente premiação da família é o rótulo “Góes Tempos Philosophia”, da uva Cabernet Franc Reserva: um vinho tinto fino seco, produzido exclusivamente com uvas paulistas, 100% Cabernet Franc, cultivadas na unidade de São Roque. A bebida foi reconhecida como o vinho mais representativo da safra 2014 em sua categoria, na 22ª Avaliação Nacional dos Vinhos, em Bento Gonçalves (RS).

O brasileiro e o vinho

Queridinha nacional, a cerveja está longe de abrir mão do pódio quando o quesito é consumo. No entanto, o consumo de vinho tem aumentado significativamente entre os brasileiros e teve um crescimento de 4,6% em 2015, o que representa apenas dois litros por pessoa anualmente.

Ainda assim, os vinhos brasileiros vêm conquistando cada vez mais espaço no mercado interno. Um levantamento realizado pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), em parceria com a Ibravin (Associação Brasileira de Vinhos), apontou que entre os anos de 2014 e 2016 as vendas da bebida aumentaram em 15,85%.

A história já é uma velha conhecida: temos receio. A procura por rótulos de outros países ainda é frequente, mas volta e meia encontramos rótulos nacionais nas prateleiras dos supermercados e lojas. Alguns fatores influenciam na decisão de compra do brasileiro, como o preço e a qualidades.

O estudo promovido pelo Ibravin e Wine Intelligence mostrou que 50% dos consumidores se baseiam no preço e no contexto imediatista da compra, enquanto os outros 50% se apoiam na procedência de país ou região, sabor e custo-benefício. Além disso, os brasileiros são fiéis: 66% afirmam provar novos rótulos, mas voltam sempre à marca que consomem com maior frequência.

O vinho tinto continua sendo o preferido no país, representado por 58% dos brasileiros. 26% preferem vinhos de uvas brancas e 16% escolhem os rosés.  Já a faixa etária que mais compra a bebida é a que contempla dos 35 a 44 anos, seguida pelas pessoas entre 45 e 54 anos.

Visita e degustação

Com o objetivo de ampliar o público consumidor, as vinícolas têm cada vez mais aberto suas instalações ao público. Com a Vinícola Góes não é diferente.  O espaço conta com uma boa infra-estrutura: restaurantes, loja, áreas verdes, lanchonete e área de lazer para as crianças.

O complexo está aberto ao público de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 18h e sábados, domingos e feriados das 9h às 18h30. O ideal é realizar o agendamento prévio, mas também é possível chegar no dia com antecedência e conseguir lugar em um dos grupos de visitação.

O passeio, com duração média de uma hora e meia e para grupos com até 30 pessoas, contempla apresentação de vídeo institucional, visita monitorada pela área de produção da vinícola e degustação dirigida de quatro vinhos finos. O custo é de R$35,00 por pessoa, sendo R$10,00 para a compra de itens na loja sede do espaço, listados no voucher de compra do tour.  

Já para os interessados em conhecer os vinhedos,  o complexo realiza a Vindima Góes (colheita e pisa das uvas) entre janeiro e fevereiro. As inscrições são feitas no site a partir do início de dezembro.

Localizada a 63km de Salvador, a praia de Imbassaí vem aos poucos caindo no gosto dos turistas que procuram conhecer a capital baiana, além do roteiro comum. A aproximadamente 14km de distância da conhecida Praia do Forte, Imbassaí reúne atrativos para quem gosta de mar e água doce. Primeira parada da ainda desconhecida Linha Verde, o local reúne calmaria, paisagens deslumbrantes e a culinária típica da Bahia.

Como chegar
Para quem se hospeda próximo ao Farol da Barra, na capital, o trajeto pode demorar um pouco mais, mas nada que um GPS não resolva. Para aqueles que desembarcam no Aeroporto Internacional de Salvador — Deputado Luís Eduardo Magalhães, é possível alugar um carro dentro do local, por um preço em média de R$100,00 e partir de lá. Saindo de Salvador, siga pela Avenida Luís Viana Filho, conhecida como Paralela, no sentido Estrada do Coco – partindo do Aeroporto, o trajeto começa neste ponto.

A Estrada do Coco é o primeiro trecho – com 53km – da rodovia ecológica BA-099. Privatizada e com concessão à CLN (Concessionária Litoral Norte), há a cobrança de pedágio que custa entre R$ 5 a 10,00 dependendo do dia da semana. A estrada está em boas condições e é bem sinalizada, o que ajuda no trajeto. O primeiro sinal de que se está próximo a Imbassaí é quando se passa pela entrada da Praia do Forte.  De lá, continue dirigindo no mesmo sentido por aproximadamente 14km até a entrada de Imbassaí, à direita da rodovia.

Uma rua ladrilhada o levará ao centro de Imbassaí, onde você deverá deixar o carro, por R$100,00 pagos no fim do dia. De lá, você segue a pé até a praia.

Para quem deseja ir de ônibus, deverá partir da rodoviária de Salvador com direção a Praia do Forte, pela Viação Linha Verde, que opera alguns trechos da linha de mesmo nome e possui guichê no local para a compra de bilhetes e informações. Os horários são frequentes durante o dia, mas sempre são alterados, principalmente aos finais de semana, portanto é sempre bom checar os horários na véspera. Os ônibus que saem da rodoviária de Salvador passam no aeroporto para pegar os viajantes e de lá seguir para a Linha Verde.

Os pontos de ônibus estão localizados próximos ao desembarque, porém, não há placa indicativa do ponto específico do Expresso Linha Verde, portanto é necessário ficar atento e na dúvida perguntar aos funcionários do Aeroporto. Há um pequeno porém para quem decide ir de ônibus: o transporte leva os turistas até o centrinho da Praia do Forte e de lá é necessário pegar uma van até a entrada de Imbassaí. Logo na entrada, moto-táxis estão disponíveis para que o turista complete o trajeto, que não é longo, mas garante uma boa caminhada.

Para Conhecer
Os seis quilômetros de praias são rodeados por dunas elevadas que escondem o Rio Imbassaí, famoso na região por oferecer um tranquilo e revigorante banho de água doce e que proporciona uma das visões mais encantadores da natureza: o encontro do rio com o mar.

Para chegar a praia, o turista pode optar por caminhar pela ponte suspensa de madeira e uma pequena trilha sob as árvores ou ir de jangada pelo rio. O pequeno translado não dura cinco minutos e cada embarcação comporta até vinte passageiros. Pelas águas rasas do Rio Imbassaí, descobre-se, aos poucos, uma natureza de beleza ímpar e que garante bons registros fotográficos aos visitantes. O passeio custa R$2,50 por pessoa e funciona diariamente, a partir das 8h.

História
Foram os índios que apelidaram o lugar de Imbassaí, ou “caminho do rio”, em tupi-guarani. Suas diversas nascentes formam passagens de água doce que escorrem em cascatas e corredeiras, paralelos às dunas a caminho do mar.

Onde ficar e comer
A vila, quando comparada à Praia do Forte, tem pouca infraestrutura, mas isso não quer dizer que não se possa comer bem lá. As barracas localizadas na faixa de areia, entre a praia e o rio, oferecem ao visitantes bebidas geladas e tira-gostos de peixe frito e mariscos, além do tradicional acarajé nos tabuleiros das baianas. Os quiosques estão todos reunidos em um deque de madeira, que reúne mesas com vista para o mar. Aqueles que preferirem podem desfrutar da culinária baiana com os pés na areia.

Para os que desejam pernoitar no vilarejo, diversas pousadas estão localizadas próximas à praia e ao centro e encontrarão uma noite tranquila e propícia para o descanso. Para os que procuram por um pouco mais de agito, bares e restaurantes à noite, a melhor opção é se hospedar no centrinho da Praia do Forte.

O estado de São Paulo tem vastos municípios turísticos para diversos gostos, desde serra à praia. Um deles é Serra Negra, a 150 quilômetros da capital paulista, com uma bela vista às montanhas. Com diversas opções de passeios, o teleférico é um dos mais procurados, proporcionando uma grande emoção aérea. O trenzinho Maria Fumaça também é um chamariz, já que faz uma rota por toda a cidade.

“Recebo visitantes toda semana de Santos, São Paulo e Rio de Janeiro. Há muitos pontos para visitar, como o miniférico. O nome é dado por ser uma pessoa por cadeira – se for duas ou mais pessoas é teleférico. O monumento do Cristo Redentor, a Disneylândia de Robô e as lindas praças são lugares importantes para o turista conhecer”, diz a guia-turístico local Cristiane Lopes.

A região investe no turismo e conta com uma boa estrutura de redes hoteleiras e restaurantes. Por isso, Serra Negra também é um município de muito movimento e sempre está em alta temporada, recebendo visitas de grupos, famílias e casais.

“Eu conheci o lugar quando me casei. Vi fotos na internet e fiquei encantada. Achei uma cidade feita para casais. Um município bucólico e com muitas flores. O bondinho nos faz sentir um vento gostoso no rosto. O lago dos Macaquinhos, onde temos uma ampla visão de todos os lugares, e o pedalinho foi um dos entretenimentos mais românticos da minha viagem”, afirma a guarda civil metropolitana Ivonete Simão.

Por fazer divisa com Minas Gerais, estando a 31 quilômetros de distância de Monte Sião, Serra Negra tem grande influência da culinária mineira. Por sua colonização italiana, os moradores também comem muita polenta e massas. Além da diversão, a cidade tem pontos religiosos, como a Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário, a São Benedito e a Santa Ifigênia.

Foto: Google Imagens
Foto: Google Imagens

Luz, câmera e ação! Já pensou em variar o modo de assistir a um filme e ainda poder aproveitar a noite paulistana? Comum na década de 50 nos Estados Unidos, as sessões de cinema ao ar livre vem conquistando os moradores e turistas da capital.  Com almofadas para o público e pipoca gratuita, um dos exemplos deste projeto é o Cine na Praça, idealizado pelo Grupo Kling em 2012. As sessões acontecem toda quinta-feira na Praça Victor Civita, sendo apresentados, um curta e um longa-metragem que promovam debates e reflexões sobre o tema que exploram.

“Fiz uma viagem em 2011 para Chicago e pude acompanhar uma exibição ao ar livre no Millennium Park e gostei muito da ideia de poder unir as pessoas”, relembra Thiago Kling, coordenador do projeto, que tem por sessão, em média, de 200 a 400 pessoas presentes. De acordo com o idealizador do Cine na Praça, o intuito de ir para outras regiões do país existe, mas ainda não há nada fechado em outros estados.

“Oferecer uma programação gratuita é, sem dúvida nenhuma, um dos nossos objetivos. Existe uma barreira social densa, porém invisível para os olhos desatentos. O Cine na Praça possui entre os seus frequentadores moradores de rua, estudantes, designers e até mesmo empresários. Este caleidoscópio social reflete não só as desigualdades da nossa sociedade como um ponto em comum a todos – o cinema. Toda a programação é gratuita e será assim até o fim do projeto”, conclui.

A interatividade com o público também é um diferencial do projeto, para quem é cineasta, estudante de cinema ou está começando a se aventurar no universo audiovisual o Cine na Praça lançou uma plataforma de seleção de curtas para compor a programação do projeto no calendário 2016.

“Pretendemos que esta iniciativa possa, quem sabe, despertar o interesse do nosso público em buscar outras obras nacionais e ajudarmos desta forma que as pessoas estabeleçam um novo olhar para a filmografia nacional, livre de preconceitos”, conta Kling.

Não são somente as grandes praças e parques de São Paulo que recebem estas mostras de cinema. Só no último ano, filmes já foram apresentados em estacionamentos, nas áreas livres de centros comerciais e em muitos outros lugares da cidade. A gerente de e-commerce, Marcella Andrade, assistiu a uma sessão que aconteceu em um shopping da capital e se declara a favor de encontrar mais programações desta forma.

“Assisti no estacionamento e gostei bastante. Primeiro, porque me deu uma sensação muito boa de proximidade com quem eu estava na hora, e segundo, todos aparentavam estar mais a vontade, naquele clima de aconchego, mesmo sendo dentro dos seus carros ou sentados no chão”, explica a gerente.

Curtas e longas metragens são reproduzidos semanalmente na capital paulista / Foto: divulgação
Curtas e longas metragens são reproduzidos semanalmente na capital paulista / Foto: divulgação

 

 

Criatividade e inovação foram o start para o começo da empresa norte-americana. Joe Gebbia e Brian Chesky, dois amigos que moravam juntos, estavam com dificuldade para pagar o aluguel e tiveram a ideia de alugar dois colchões de ar. Pouco tempo depois de montarem um site e sem acreditar muito no que propunham, três pessoas se interessaram pela estadia econômica.

A ideia, que passou por melhorias no site em 2008, ganhou investidores e hoje é avaliada em US$ 30 bilhões, é também uma fonte de renda extra para quem quer abrir as portas de casa. Ainda pouco conhecida pelos brasileiros, estima-se que mais de 60 milhões de hóspedes já tenham utilizado o programa. Duas taxas são cobradas com o intuito de cobrir os custos de operação, uma para o anfitrião, de 3% e outra para o hóspede, entre 6 e 12%, variando conforme as diárias e tipo de locação.

Mauricio Cabalzar, técnico laticinista, mora em Guarapari (ES) e há um ano e meio disponibiliza os quartos de sua casa para aluguel. “Tenho uma casa grade e moro sozinho, como tenho bastante espaço e gosto de receber amigos, montei o negócio. E claro, para receber um extra, em época de crise, não é nada mal”, conta.

No app podem ser alugados quartos, casas e até castelos, tudo depende de quanto o hóspede deseja pagar. Juliane Pereira, jornalista, se hospedou por duas vezes em quartos disponibilizados pelo Airbnb. “Em geral, eu me hospedava em hostels, porém, ao pensar em passar o ano novo em Copacabana (RJ), solicitei alguns orçamentos e os valores estavam extremamente elevados. Como uma segunda opção, encontrei o Airbnb e consegui fechar a hospedagem de três dias por um valor até quatro vezes mais barato”, relembra.

Conforto, privacidade e boas indicações são alguns dos pontos avaliados para desempatar a escolha pelo local de hospedagem. “Mesmo locando apenas um quarto, é possível ter privacidade; a divisão da geladeira é igualitária e podemos utilizar a cozinha. Os hosts fazem de tudo para que você conheça a localidade e consiga se movimentar bem por conta própria”, destaca a jornalista.

Estadia compartilhada em que Juliane Silva ficou em uma de suas viagens / Foto: Juliane Silva
Estadia compartilhada em que Juliane Silva ficou em uma de suas viagens / Foto: Juliane Silva

 

Primeiros acordes do berimbau. Expectativa…surpresa! A roda da inclusão, realizada pelo mestre Jefferson Fagundes, conhecido como mestre Taka, em Goiânia (GO), reúne hoje mais de 120 criança, algumas com deficiência física. A vida como professor de capoeira teve início como forma de retribuir a ajuda que teve quando era pequeno. Quando criança, participava de um projeto social, no qual jogava capoeira junto de seus irmãos, enquanto sua mãe trabalhava.

Hoje, ele desenvolve com seus alunos o mesmo que aprendeu anos atrás: a transformação pelo esporte. A convite de uma amiga, passou a fazer parte do projeto Conviver, do Centro Integrado de Educação Moderna (CIEM) em 2009, escola na qual desenvolve a roda da inclusão. As aulas acontecem duas vezes na semana, e promovem a interação entre alunos do projeto, os da educação infantil e séries até o quinto ano.

“Há sete anos participo do projeto, pelo bem que ele faz ao próximo, pelo bem que acredito que todo ser humano deve fazer ao próximo e o carinho que recebo das crianças. Desde então estou lá e tenho conseguido desenvolver não só as crianças com particularidades, mas as outras também”, explica o mestre.

Em São Miguel Paulista (SP), a academia Alvorada Capoeira Inclusiva desenvolve trabalho semelhante. O professor de educação física e capoeirista Ednaldo Adelino, conhecido também como mestre Mamão, começou sua trajetória no esporte em 1979, mas foi em 1995 que deu início as aulas adaptadas, como voluntário, na extinta Estação Especial da Lapa. Hoje, em sua própria academia desenvolve estas mesmas aulas para pessoas com deficiência. “Através da capoeira adaptada, o aluno com deficiência desenvolve as mais diversas formas de habilidade motora, como, por exemplo, ritmo, controle muscular, noção de espaço, condicionamento cardiológico e muito mais”, explica o mestre.

Rosilene Fernandes é mãe de Ana Laura, de 15 anos, que tem espinha bífida, resultado de uma má formação congênita do sistema nervoso central. Sua filha é uma das alunas do CIEM e participa do projeto de capoeira inclusiva do mestre Taka. A mãe acredita que a capoeira tem o poder de incluir aqueles que não teriam espaço. “A maior dificuldade foi encontrar um lugar que realmente trabalhasse em prol da inclusão, porque só assim a Ana Laura tinha possibilidade de superar uma barreira que é a exclusão social. A gente percebe, nos olhos dela, muita felicidade toda vez que ela é estimulada a jogar com gingados de dança e autodefesa. O momento da capoeira é um momento ímpar em sua vida, no qual ela se sente verdadeiramente igual aos seus pares”, explica Rosilene.

Ana Laura é uma das alunas do projeto Conviver, em Goiânia / Foto: Arquivo pessoal
Ana Laura é uma das alunas do projeto Conviver, em Goiânia / Foto: André Freitas

Maior que vinte e dois campos de futebol e nove vezes maior que o Ibirapuera, o Parque Ecológico do Tietê tem seu núcleo administrativo na Penha. A coordenação fica localizado na Zona Leste devido o maior fluxo de visitantes. O espaço recepciona, no meio da semana, cerca de 8 mil visitantes, e aos finais de semana, chega a receber 50 mil visitantes.

De acordo com Geraldo Luiz Souza, um dos coordenadores do espaço, as principais atrações oferecidas pelo parque são os pedalinhos e os 15 campos de futebol. Além disso, o parque oferece quiosques, bicicletas para locação, espaços culturais, um centro educacional sobre meio ambiente, mais de cinco quilômetros de trilhas para caminhada, disponibilização de churrasqueiras que são reservadas por dia e horário na central do parque. 

Além disso, os animais silvestres também ficam soltos, entre eles: araras, quatis e macacos. “Eu amo toda essa movimentação, o contato com as pessoas e com a natureza é o grande diferencial do meu trabalho”, diz Geraldo.

O parque atinge diretamente a vida dos moradores da região proporcionando lazer e áreas verdes que, pois além de ser um espaço para descanso, ajuda na diminuição da poluição do ar. “Esse é o meu refúgio no dia a dia”, comenta Renata Silva, que frequenta o parque desde sua infância. “Venho aqui até quatro vezes por mês, gosto da paz que o parque me proporciona”, completa.

O parque é administrado pelo Departamento de Água e Energia Elétrica (DAEE), que tem como objetivo a contenção das enchentes do Rio Tietê e a reabilitação dos animais silvestres feridos, tanto os que se encontram lá, quanto os que são resgatados de cativeiros.

Escolas também podem entrar em contato com a administração do parque para agendar passeios educacionais. As visitas educativas são feita no Centro Cultural Ambiental e no Centro de Exposição do Rio Tietê, ambos são monitorados por especialistas em meio ambiente.  Além disso, são feitas palestras com orientadores e são disponibilizados filmes que apresentam a importância da preservação do meio ambiente e sustentabilidade no século XXI.

Apesar da importância na região, não é tão fácil ter acesso ao espaço. A coordenação do parque juntamente com o governo do estado estão cogitando a construção de uma linha de trem que percorra sua extensão, porém, isso ainda não saiu do papel.

Parque Ecológico do Tietê

Vias de Acesso:

Rodovia Ayrton Senna – km 17 (sentido São Paulo/Rio de Janeiro), o visitante deve retornar pela Via Parque (paralela à rodovia) e seguir até um dos estacionamentos.

Av. Dr. Assis Ribeiro, altura do nº 3.000
Das 08:00 às 17:00h – De segunda à domingo.

Foto: Izis Guerrero
Parque Ecológico do Tietê
Árvore na entrada do Parque Ecológico do Tietê | Foto: Izis Guerrero
Parque Ecológico do Tietê
Pássaro se refrescando no rio | Foto: Izis Guerrero
Foto: Izis Guerrero
Foto: Izis Guerrero
Parque Ecológico do Tietê
Trem que leva visitantes em tour no Parque Ecológico do Tietê | Foto: Izis Guerrero
Parque Ecológico do Tietê
Diversos Quatis no Parque Ecológico do Tietê | Foto: Izis Guerrero
Parque Ecológico do Tietê
Quatis são animais comuns no Parque Ecológico do Tietê | Foto: Izis Guerrero