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Em clima de férias de verão, Um Tio Quase Perfeito 2 estreia nos cinemas de todo o país no dia 7 de janeiro. As distribuidoras H2O Films e a Sony Pictures lançam hoje o trailer oficial do filme, com as primeiras cenas divulgadas. O filme é estrelado por Marcus Majella, que está de volta como Tio Tony, o carismático personagem do primeiro filme da franquia.

Na história, Tony aparece mais maduro e responsável: deixou pra trás os trambiques e agora trabalha coordenando uma super colônia de férias. Mas ele perde completamente o juízo quando entra em cena o politicamente correto e todo certinho Beto (Danton Mello), namorado da irmã, Ângela (Leticia Isnard), e candidato a padrasto dos seus amados sobrinhos.

Dirigido por Pedro Antônio, o longa é produzido pela Arpoador Audiovisual e coproduzido pela  Sony Pictures, Globo Filmes, Telecine e Morena Filmes. A distribuição é da H2O Films e da Sony Pictures.

Confira o trailer de Um Tio Quase Perfeito 2

Elenco

  • Tio Tony – Marcus Majella
  • Beto – Danton Mello
  • Patrícia – Julia Svacina
  • João – João Barreto
  • Valentina – Soffia Monteiro
  • Rodrigo –  Fhelipe Gomes
  • Ângela –  Letícia Isnard
  • Cecilia – Ana Lucia Torre
  • Gustavo – Eduardo Galvão
Foto: Globo Filmes / Divulgação.

Não só de comédias vive o gênero do cinema nacional. Os longas metragens criados aqui têm o dever de mostrar aos brasileiros e ao mundo todo a nossa cultura, os nossos modos e os nossos costumes. Estes filmes possuem a enorme tarefa de divulgar e enaltecer o nosso trabalho também nas produções audiovisuais, mostrando que somos capazes de criar roteiros complexos, denunciativos e humanos.

Um dos clássicos que se eternizou em nossa memória é o famigerado ‘O Auto da Compadecida’, lançado em 2000, e que mostra as aventuras de João Grilo (Matheus Nachtergaele) e Chicó (Selton Mello), dois nordestinos pobres que vivem de golpes para sobreviver no sertão da Paraíba. Este é apenas um dos grandes triunfos do nosso cinema e, na lista abaixo, você irá conhecer e relembrar os 5 melhores e mais revolucionários longas nacionais já feitos até os dias de hoje, na minha opinião.

 Tropa de elite (2007) | Direção: José Padilha

Foto: Universal Pictures / Divulgação.

Um dos grandes sucessos de 2007 foi o filme ‘Tropa de elite‘. Poucos meses após ser lançado, o longa já era um dos filmes nacionais favoritos de todos os tempos, e não é difícil entender o motivo, visto que a realidade da violência nas comunidades brasileiras é algo muito comentado até mesmo fora do país. A história mostra o dia a dia de um grupo de policiais e de um capitão do BOPE que quer deixar a corporação e tentar encontrar um substituto para seu posto. Paralelamente, dois amigos de infância se tornam policiais e se destacam pela honestidade e honra ao realizar suas funções, se indignando com a corrupção existente no batalhão em que atuam.

2 Filhos de Francisco (2005) | Direção: Breno Silveira

Foto: Globo Filmes / Divulgação.

Certamente ‘Dois filhos de Francisco‘ é um marco na história do cinema brasileiro. O filme foi um dos primeiros a retratar a história de grandes cantores sob desenvolvimento dentro do gênero dramático. Após o sucesso, não demorou muito para que se tornasse uma tendência nacional enaltecer nossos músicos e contar de alguma maneira a sua trajetória. Um lavrador do interior do Brasil tem um sonho: fazer com que seus dois filhos sejam famosos cantores de música sertaneja.

 O Homem que copiava (2003) | Direção: Jorge Furtado

Foto: Columbia Tristar / Divulgação.

Sabe aquelas aulas de história com algum teor político, nas quais o seu professor geralmente passava um filme ao final? Pois é, ‘O Homem que copiava‘ é um ótimo exemplo de como mostrar realidades de pessoas carentes em meio aos sonhos de obter dinheiro e crescer na vida. O filme apresenta a história de um humilde operador de copiadora que se apaixona por sua vizinha e, para conseguir se aproximar da jovem, se transforma num falsificador de dinheiro.

Que horas ela volta? (2015) | Direção: Anna Muylaert

Foto: Pandora Filmes / Divulgação.

A pernambucana Val (Regina Casé) se mudou para São Paulo a fim de dar melhores condições de vida para sua filha Jéssica (Camila Márdila). Com muito receio, ela deixou a menina no interior de Pernambuco para ser babá de Fabinho (Michel Joelsas), morando integralmente na casa de seus patrões. Treze anos depois, quando o menino vai prestar vestibular, Jéssica lhe telefona pedindo ajuda para ir à São Paulo, no intuito de prestar a mesma prova. Os chefes de Val recebem a menina de braços abertos, só que quando ela deixa de seguir certo protocolo, circulando livremente como não deveria, a situação se complica.

Hoje eu quero voltar sozinho (2014) | Direção: Daniel Ribeiro

Foto: Vitrine Filmes / Divulgação.

Combatendo o preconceito contra o público LGBT, ‘Hoje eu quero voltar sozinho‘ era originalmente um curta metragem que ganhou forças até se tornar um longa metragem, em 2014. Na trama, acompanhamos a vida de Leonardo (Ghilherme Lobo), um garoto cego que muda completamente quando um novo aluno entra no colégio. O adolescente precisa lidar com o ciúme da amiga e também com os inesperados sentimentos que o recém-chegado desperta nele.