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FOX Channel exibe a partir das 16h00 deste domingo, 23 de fevereiro, uma maratona dos episódios da primeira parte da décima temporada de “THE WALKING DEAD”. O recap vem como forma de esquenta para a estreia mundial da segunda parte da temporada, que acontece simultânea com os EUA

Os oito novos episódios às 23h00, também no dia 23 de fevereiro, e, em seguida, às 00h30 (madrugada de segunda) no FOX Premium 2 e no aplicativo da FOX para assinantes Premium. A hashtag #TWD10naFOX será a chave para interagir nas redes sociais.

O drama zumbi narra a jornada de um grupo de pessoas que luta pela própria sobrevivência em um mundo pós-apocalíptico. Daryl (Norman Reedus), Michonne (Danai Gurira), Carol (Melissa McBride), Ezekiel (Khary Payton), Beta (Ryan Hurst), Alpha (Samantha Morton) e Negan (Jeffrey Dean Morgan) figuram novamente como protagonistas da produção.

Vale lembrar que, seguido à estreia, os fãs brasileiros poderão acompanhar o retorno de “TALKING DEAD”. O aftershow traz mais comentários e observações sobre a série zumbi, a partir da 01h30 (madrugada de domingo para segunda), no FOX Premium 2.

X-men foi a primeira franquia de filme de herói a chegar ao cinema e, definitivamente, conquistar o público com personagens tão icônicos quanto carismáticos, que eram conhecidos pelas HQs e pela série animada. Hoje, 20 anos depois, somos apresentados à derradeira história que encerra o universo cinematográfico dos mutantes como conhecemos: “X-Men: Fênix Negra” (X-men: Dark Phoenix).

O 11º filme da equipe conta com um elenco de peso: Sophie Turner (Game of Thrones), como Jean Grey/Fênix; James McAvoy (Fragmentado), como Professor Xavier; Michael Fassbender (Assassin’s Creed), como Magneto; Jeniffer Lawrence (Jogos Vorazes); Nicholas Hoult (Tolkien), como Fera; e Tye Sheridan (Jogador Nº1), como Ciclope. A adição, desta vez, é a atriz Jessica Chastain (Interestelar), que vive a misteriosa vilã alienígena Smith.

Se os outros filmes são apoiados nas relações estremecidas entre Xavier e Magneto e na luta de ambos, cada um com a sua ideologia, de um mundo melhor para os mutantes, “X-Men: Fenix Negra” apresenta uma equipe de heróis nacionais e amada pela população, que agora, inclusive, tem uma linha telefônica direta cm o presidente. Mas toda essa relação serve apenas como pano de fundo para a história central, que é focada em Jean Grey e na expansão de seus poderes após ser atingida por rajadas de energia em uma missão de resgate espacial.

A escolha de um elenco jovem para composição dos heróis é uma dos aspectos mais certeiros apresentados em “X-Men: Apocalipse” e que tem continuidade aqui. Em meio a tantos personagens conhecidos e poderosos como Mercúrio (Evan Peters), Tempestade (Alexandra Shipp) e Noturno (Kodi Smit-McPhee) é difícil engolir Mística/Raven como líder da equipe nas missões. Entretanto, o arco de anti-heroína no cinema, conhecida nos quadrinhos por ser uma vilã, caminhou para esse ponto, ainda que forçado em diversos momentos.

Mesmo com uma construção que não favorece Sophie Turner devido a narrativa fraca, a atriz se destaca apresentado ao público uma boa Jean Grey, que transita entre a fragilidade, frieza e a raiva com muita facilidade – ainda que exista a necessidade dela ser mais expressiva, principalmente nos picos de raiva.

O longa tem problemas em sua composição, parte é derivada do roteiro e direção, principalmente no péssimo aproveitamento de uma atriz tão boa quanto Jessica Chainstain, que é completamente clichê e genérica, nos diálogos extremamente expositivos, e na caracterização da fênix, que só se difere da Jean graças a cicatrizes que vão aparecendo no seu rosto, onde poderia haver mais mudanças visuais e de personalidade.

Ainda assim, X-Men: Fênix Negra tem bons momentos como o resgate dos astronautas, que conta com uma singela cena em câmera lenta do mercúrio, e no resgate de Jean, em que vemos bastante a utilização dos poderes e o entrosamento da equipe durante a luta.

X-Men: Fênix Negra é uma grande autocelebração dos 20 anos dos mutantes nas telonas, fazendo referências claras aos outros filmes da franquia, principalmente a “X-Men 3: O Confronto Final” que também adaptou a icônica saga dos quadrinhos. Isso ocorre graças a Simon Kinberg e Bryan Singer, dupla de direção e roteiro responsável por dar vida a equipe X e iniciar o legado de heróis no cinema da forma que conhecemos, tendo uma assinatura muito forte, com muitos momentos altos e baixos que também ficam presentes neste longa.

O futuro dos X-men é incerto, após a compra dos direitos pela Disney. O que resta agora é aguardar como eles serão inseridos no Universo Cinematográfico da Marvel e aproveitar a última aventura da equipe como conhecemos, que cativou grande aparte do público durante tanto tempo.

Linda Hamilton aparece em destaque no pôster do longa “Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”, cujo enredo se passa após os acontecimentos de “O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final”, de 1991. Além de trazer a atriz de volta ao icônico papel de Sarah Connor, após 28 anos, o filme também marca a volta do produtor James Cameron à franquia.

Confira o trailer: 

Pôster do filme:

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O Ministério da Justiça decretou que o filme ‘Deadpool 2’ tivesse a classificação indicativa de 18 anos no Brasil por tratar de assuntos envolvendo drogas, violência extrema e, é claro, um conteúdo bem impactante, sendo que seu filme anterior ganhou classificação indicativa de 16 anos. Após o seu lançamento e a grande repercussão sobre a faixa etária para assistir ao filme, a classificação indicativa foi reduzida para menores de 16 anos.

A sequência trouxe diversas surpresas como aparições inimagináveis e grandes reviravoltas. Ainda assim, o filme é muito divertido e nos leva a embarcar em uma aventura bem maluca.

O primeiro filme da saga do Mercenário Tagarela foi bem sangrento e bem violento, e Deadpool 2 conseguiu superar seu antecessor. Porém, este longa não se trata apenas de violência, ele também fala sobre amor e família, tudo isso com um toque de bom humor e ironia.

Wade Wilson (Ryan Reynolds) volta a assumir o manto de Deadpool e acaba andando pelo mundo inteiro, lutando contra ninjas, a Yakuza e um grupo sexualmente agressivo.  Deadpool acaba passando por uma experiência triste e logo após ele recebe a missão de defender um jovem mutante que possui poderes de fogo e está transtornado e fora de si. O rapaz acaba ficando neste estado após ser abusado e maltratado por enfermeiros e pelo diretor de um orfanato. Ao mesmo tempo, Wade precisa lutar contra Cable (Josh Brolim) para defender o jovem mutante. Para que esta missão seja bem sucedida, Deadpool chama outras pessoas para participarem desta missão ao seu lado, recrutando um grupo bem diferente de mutantes com poderes estranhos, e os autointitula de X-Force.

A trilha sonora de Deadpool 2 é repleta de clássicos românticos dos anos 80, com músicas de bandas como Air Suply e A-Ha. O longa teve até participação da cantora Céline Dion com a canção “Ashes”, que inclusive ganhou um clipe muito divertido protagonizado por ela e por Deadpool.

Ryan Reynolds novamente se jogou para encarar seu personagem e fazer um trabalho ainda melhor que no primeiro longa. O filme usa e abusa de um humor extremo que diverte a todos, se tornando impossível não encarar esses 120 minutos dando muitas risadas.

 

Se existe uma coisa que ficou clara em todos esses anos com os filmes dos X-men, é que o ator Hugh Jackman conseguiu se consagrar como Wolverine. Apesar das diferenças físicas e emocionais com o mutante – principalmente em relação a agressividade –, o ator conseguiu construir e moldar o personagem nas telas de uma forma agradável ao público.

Se o roteiro de “X-men Origens: Wolverine” não permitiu a Hugh Jackman  agradar os admiradores das HQs em um filme solo, seu sucessor, “Wolverine: Imortal” teve um êxito maior – mesmo um pouco distante do que os fãs querem presenciar do anti-herói.

Neste ponto, encontramos um Wolverine amargurado, depressivo e atormentado por seus sonhos. Após matar o grande amor de sua vida, Jean Grey (Famke Janssen), ele decide viver sozinho, acompanhado apenas de seus poderes mutantes: suas garras de adamantium e  seu fator de cura, ao qual acredita ser uma “maldição”.

Logan é contatado por uma mutante com o poder de clarevidência, Yukio (Rila Fukushima), que o leva para o Japão até o seu chefe, Yashida (Hal Yamanouchi). Wolverine havia salvado o senhor na segunda guerra mundial, e, desde então, o  velho moribundo ficou obcecado pelos poderes regenerativos do mutante. Após a oferta recusada de ter seus poderes de cura transferidos para Yashida, através de uma máquina, Logan se vê abalados graças ao ataque da Víbora (Svetlana Khodchenkova). Além de sua crise existencial e o problema com seus poderes, Mariko (Tao Akamoto), neta de seu anfitrião é sequestrada pelo Clã das Sombras e apenas ele pode salvá-la.

O longa chama atenção pelo seu enredo mais denso e mais trabalhado em relação ao filme anterior, principalmente com o personagem principal que se mostra mais desesperado que nunca. É interessante também por trazer para as telas todo o envolvimento que o mutante possui com alguns dos personagens orientais da Marvel – paixões, relação com a máfia e um dos seus principais arqui-inimigos.

Wolverine: Imortal é sombrio, empolgante e traz uma proposta interessante para o anti-herói, mesmo que não atinja o ápice dos filmes dos mutantes, vale conferir, mais uma vez Hugh Jackman cravando suas garras em alguns inimigos. O filme foi lançado em  2013 e contou com a direção de James Mangold (Os Indomaveis; Johnny e June) e o roteiro de Scott Frank e Mark Bomback.

Foto: 20th Century Fox / Divulgação
Foto: 20th Century Fox / Divulgação

O primeiro filme derivado do sucesso da franquia X-Men nos cinemas chegou em 2009, com Direção de Gavin Hood e Roteiro por David Benioff e Skip Woods. ”X-men: Origens Wolverine”, mostra Logan (Hugh Jackman) tentando esquecer seu passado sombrio e finalmente encontrando o amor e a felicidade com Kayla Silverfox (Lynn Collins).  Mas a paz de Logan é abalada quando Victor Creed (Liev Schreiber), seu irmão cruel, assassina brutalmente Kayla. A sede de vingança de Logan o leva ao programa Arma X, e lá, ele passa por um processo doloroso para fortalecer seus ossos com Adamantium, o que o torna praticamente indestrutível.

O filme conta com uma história particular e íntima de Wolverine, um dos mutantes mais aclamados dos filmes da franquia da Fox. A trama carrega elementos de guerra, como batalhas e marcos históricos, e ação em lutas impactantes e enérgicas. O roteiro, por sua vez, não agrada tanto quanto os fãs gostariam. Muitos mutantes ficaram de fora, e a falta de coerência em diversas situações chega a incomodar.

No entanto, se o roteiro não um é dos melhores, não se pode dizer o mesmo da fotografia e da trilha sonora. Aqui, ambos estão em perfeita combinação e dão justamente todo o peso que a história de Logan precisa ter. Cores lavadas e tons sépia carregam a estrutura visual e conseguem fazer um bom trabalho de imersão. Já a trilha sonora costuma variar entre tons mais comuns em filmes de guerra como tambores e guitarras em solos frenéticos.

A atuação do elenco é razoável, porém, é Hugh Jackman que rouba a cena. A atuação de Jackman mais uma vez como Wolverine é intensa, e cheia de vitalidade. O filme não economiza em mostrar socos, cortes e explosões. Infelizmente, ele não utiliza o clássico uniforme dos quadrinhos e das séries de tevê, mas suas roupas como civil lembram muito as do desenho animado da década de 90.

O longa conta com belos efeitos especiais, excelentes sequências de ação, e uma história curiosa sobre o mutante com garras de Adamantium. Os fãs mais devotos não estarão totalmente satisfeitos com o desenvolvimento desde filme, no entanto, vale ressaltar que para uma história solo de um personagem, e por ser o primeiro filme a explorar Wolverine sem os seus companheiros, é algo que agrada o público geral e que ao fim, entrega boas doses de entretenimento.

Foto: 20th Century Fox / Divulgação
Foto: 20th Century Fox / Divulgação

 

American Horror Story vem se consolidando como uma das séries mais aclamadas pelo público e pela crítica. Exibida pelo canal Fox, AHS foi criada e idealizada por Ryan Murphy e Brad Falchuk e teve início em 2011, acarretando 6 temporadas até agora.  A última, que se encerrou em novembro de 2016, é, sem dúvida, a melhor sequência já apresentada .

Roanoke é um alívio para todos os amantes de American Horror Story. Aqueles que acreditam que apenas Asylum (segunda temporada) se aprofunda no gênero terror, já podem gritar de felicidade – ou de susto. Com uma fotografia totalmente escura e uma ambientação “clássica” para essa categoria, Roanoke traz muito sangue, diversas mortes violentas e promete te assustar desde o primeiro episódio.

O início da história se passa em dois momentos distintos, sendo eles: as entrevistas de um documentário e a representação dos fatos ocorridos. A história gira em torno do casal Shelby Miller (Lily Rabe) e Matt Miller (André Holland), que são representados pelos atores Audrey Tindall (Sarah Paulson) e Dominic Banks (Cuba Gouding). Eles saem de Los Angeles e vão morar em uma casa localizada na Ilha Roanoke, na Carolina do Sul,  após incidentes que os fazem buscar uma vida mais tranquila.

Como se pode imaginar, toda essa tranquilidade foi embora dias após se mudarem. O casal precisou encarar eventos sobrenaturais que ocorreram nas proximidades de sua residência, que foram desde chuva de dentes humanos à aparição de fantasmas, bruxas, e até vizinhos com sérios problemas mentais e gostos peculiares por carne humana. O casal Miller vai narrando pedaços da história, pontuando seus medos e expectativas, enquanto as cenas do filme vão passando. 

Após o grande sucesso do documentário “My Roanoke Nightmare“, o diretor da obra promove uma nova temporada com os atores do longa e os perfilados. Todos voltaram para a casa com o intuito de dar continuação ao primeiro filme, mas as coisas saem fora do controle quando os atores percebem que o casal Shelby e Matt não estavam delirando com as histórias . O clima fica ainda mais tenso quando os produtores do filme divulgam que apenas uma pessoa vai sair viva desse terrível pesadelo.

As atuações que ganham destaque são de Lee Harris (Adina Poter), irmã de Matt e que foi representada por Monet Tumusiime (Angela Bassett) durante o documentário. Lee é uma ex-policial que vai passar um tempo com seu irmão, tanto para “cuidar” de sua cunhada que vê e escuta coisas na casa, gerando certa desconfiança sobre sua sanidade mental – pelo menos até todos verem o perigo real que estão enfrentando -, quanto protegê-los. Lee é uma personagem forte e se desenvolve de uma forma gradativa. Ela é viciada em remédios, está sofrendo pela separação e fará loucuras para ter a guarda de sua filha Flora. É impossível não torcer por um  final feliz para a  personagem.

Lee é ótima e temos que concordar, mas é a temida açougueira que assombra o solo consagrado onde a casa está localizada que faz Roanoke ser a melhor temporada da série. Agnes Mary (Kathy Bates) interpreta a açougueira no documentário, porém, sua imersão na personagem é tão grande que ela acredita ser a personagem que interpretou. Com um cutelo em mãos e uma loucura fora do comum, Agnes promoverá um banho de sangue jamais visto na série.

A temporada  foi inspirada na história da Colônia de Roanoke, que habitou a costa da Carolina do Norte há  mais de 500 anos. Poucos tempo depois de se instalar, a colônia sumiu sem deixar nenhum rastro. Nunca foram encontrado destroços, sinais de luta ou mesmo corpos, a única marca encontrada foi a palavra CROATOAN entalhada em uma árvore.  

A açougueira, interpretada por Kathy Bates / Foto: Google Imagens.
A açougueira, interpretada por Kathy Bates / Foto: Google Imagens.