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Pôster Disforia

Após uma experiência traumática, Dário (Rafael Sieg), um psicólogo infantil volta a atender crianças e a sua primeira paciente é Sofia (Isabella Lima), uma menina que provoca sensações perturbadoras nas pessoas ao seu redor. O limite entre o real e o imaginário se confundem neste “horror psicológico”.

Produzido pela Sofá Verde Filmes e Epifania Filmes e distribuído pela Lança Filmes, “DISFORIA” estreia nos cinemas em 12 de março de 2020.

Confira o trailer:

O filme “Aves de Rapina: Alerquina e Sua Emancipação Fantabulosa” traz às telas de cinema uma versão cômica da personagem. Não se trata também de um filme de super heroína, arrisco dizer que o protagonismo fica bem divido entre a personagem de Margot Robbie, que por sinal parece ter nascido para esse papel, e Canário Negro, interpretado por Jurnee Smollett-Bell.

O filme traz indagações necessárias para o contexto atual: Arlequina se vê obrigada a provar que consegue se defender sem o Coringa, que muitas vezes é citado por fazer com que outros homens a “respeitassem” – se você é mulher e está lendo esse texto, sabe do que estou falando. O termo “Aves de Rapina” não fica explicito logo de início, o que também te faz esquecer por um tempo que este é o nome do filme.

A trama não poderia ter estreada em melhor momento no Brasil, cheio de representatividade e sororidade, o filme vai de encontro, pasmem, com o discurso debatido em um reality show da TV aberta, que se faz necessário por levar o discurso para fora da bolha.

A união das mulheres prende a atenção, não é algo forçado e nem irônico. O filme foge do clichê e faz você pensar além da narrativa; a fotografia é adequada, o figurino é impecável e a trilha sonora, embora não surpreenda, é usada com moderação.

“Aves de Rapina: Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa” foge um pouco do que a DC costuma apresentar no cinema. Embora os filmes de heróis com protagonistas mulheres estejam chegando a passos lentos, podemos dizer que está começando bem.

Arlequina mostra muitas de suas faces, desde a gangster que vimos em “Esquadrão Suicida”, até uma pessoa sensível que criou laços com Doc, um imigrante japonês que lhe deu abrigo até receber uma boa oferta pela cabeça de sua “Flor de Lótus”. Este momento nos leva a pensar que, a partir daí, a ação começaria de forma brutal e que protagonista não confiaria em mais ninguém e seguiria sozinha pelas ruas de Gotham, mas nos surpreende ao “adotar” a aprendiz Cassandra Cain, adolescente vinda de um lar conturbado que encontrar em Arlequina uma inspiração para sobreviver. Podemos dizer sim que a emancipação, se assim querem chamar, foi concluída com sucesso.

O Cinemóvel Carrefour, uma sala itinerante de cinema, estacionará em Osasco, de 03 a 07 de fevereiro. Em um telão de 120 polegadas, que carrega a magia do cinema, serão exibidas sessões com episódios das séries “Peixonauta” e “O Show da Luna!”, além de exibir a animação “O Mundo Animal de Bibi” e o documentário “Fonte da Juventude”.

O projeto já passou pela cidade de São Paulo, em dezembro do ano passado, e até abril vai visitar outras 13 cidades dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. “Como viajamos o País, estacionando em cidades ou localidades onde muitas vezes há pouca oferta de atrações culturais gratuitas, ajudamos a descentralizar a cultura e a formar plateias”, diz Jefferson Bevilacqua, da Magma Cultura. Ele destaca ainda a opção por divulgar o audiovisual brasileiro. “Peixonauta” e “O Show da Luna!”, ambas da Pinguim Content, parceira do projeto, são dois grandes sucessos recentes da produção nacional.

“Por meio dessa ação cultural, levamos entretenimento e conhecimento às crianças e adolescentes. Priorizamos também audiovisuais que ensinam sobre hábitos saudáveis de alimentação a este público”, avalia Lucio Vicente, Head de Sustentabilidade do Grupo Carrefour Brasil. O documentário Fonte da Juventude, produzido pela Pindorama Filmes, traz entrevistas com especialistas em agricultura, saúde e culinária e aborda a importância da alimentação saudável com base na biodiversidade brasileira.

No Cinemóvel, o público vive a sensação do cinema. A sala escura tem 30 poltronas e espaço para cadeirantes. A infraestrutura inclui ainda rampa de acesso para cadeirantes e som estéreo. Os horários das sessões são às 8h, 10h, 13h30, 15h30 e 19. Entretanto, caso haja crianças, podem ocorrer outras sessões ao longo do dia. Também há agendamento com escolas públicas

Essa é a quinta edição do Cinemóvel Carrefour, que integra o Gira Brasil. Aprovado pela Lei de Incentivo à Cultura, o projeto é realizado pelo Ministério da Cidadania e Magma Cultura e patrocinado pelo Carrefour Soluções Financeiras. Desde 2015 já foram promovidas 894 sessões de cinema para 21.608 pessoas em 49 cidades.

Roteiro:

03 a 07/02 – Osasco/SP

03 a 05/02 – CEU das artes 1º de Maio – Rua Nelson Mandela, s/n – Jardim Primeiro de Maio (Chácara Fazendinha)

06 e 07/02 – Centro Cultural e Esportivo – Rua Doutor Miguel de Campos Júnior, s/n – Portal D’Oeste

10 a 12/02 – Atibaia/SP

10/02 – Escola Estadual  Gabriel da Silva – Av. São João – Vila Carvalho

11/02 – Escola Estadual Profª. Fuvia Maria Aparecida Cancheirni Fazzio – Rua das Esmeraldas, s/n – Chácaras Fernão Dias

12/02 – Escola Municipal Walda Paolinetti Lozasso – Rua Tóquio, s/n – Jd. Imperial

13 e 14/02 – Bragança Paulista/SP

Arena de Eventos do Lago do Taboão – Av. Alpheu Grimello, s/n

17 e 18/02 – Extrema/MG

E. M. De Educação em Tempo Integral Heili Mozar Simões – R. das Araucárias, 372 – 424 – Vila Rica

19 a 21/02 – Cambuí/MG

Em frente a E.M. Coronel Juca Pinto – Rua Treze de Maio, 49 – Jd. São Benedito

27 e 28/02 – Santo Antonio do Pinhal/SP

02 a 04/03 – Taubaté/SP

05 e 06/03 – Guaratinguetá/SP

05/03 – Estação Cidadania Cultura – Av. Prof. Rodrigues Alckmin, s/n – Parque do Sol

06/03 – Praça Vista Alegre – Rua Niterói – Vista Alegre

09 a 13/03 – Cachoeira Paulista/SP

Praça Padro Filho – Av. Coronel Domiciano – Centro

16 a 18/03 – Resende/RJ

19 a 20/03 – Barra Mansa/RJ

23 a 27/03 – Volta Redonda/RJ

Praça Rotary – Rua Gal. Oswaldo Pinto da Veiga, s/n – Vila Santa Cecilia

30/03 a 03/04 – Rio de Janeiro/RJ

 

No dia 30 de janeiro, o filme “Bohemian Rhapsody”, que apresenta a trajetória de Freddie Mercury e seus companheiros da banda Queen, será exibido no palco do Espaço das Américas em uma versão sinfônica pela Orquestra Petrobrás Sinfônica.

Na programação, músicas como “Bohemian Rhapsody”, canção escrita por Freddie para o disco A Night at the Opera (1975); “Love of my life”, que também integra o mesmo álbum e foi interpretada pela banda na primeira edição do Festival Rock in Rio“Under Pressure”, que marcou a parceria entre o Queen e David Bowie; “We Are the Champions”, considerada a música de maior sucesso da banda; além de Don’t Stop Me Now”, “We Will Rock You, entre outras. O concerto integra uma série de iniciativas da Petrobras Sinfônica para popularizar a música clássica e renovar o público do gênero. 

Com regência de Felipe Prazeres e arranjos assinados por Alexandre Caldi e Itamar Assiere, o concerto contará com um conjunto de 46 músicos.

Petrobrás Sinfônica Bohemian Rhapsody no Espaço das Américas

Data: 30 de janeiro de 2020 (quinta)
Abertura da casa: 19h00
Início do show: 21h00
Censura: 12 anos

Local: Espaço das Américas (Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo – SP)
Acesso para deficientes: sim
Compras de ingressos: Nas bilheterias do Espaço das Américas (de segunda a sábado das 10h às 19h – sem taxa de conveniência ) ou Online pelo site Ticket 360.

Ingressos: Setor Platinum: R$ 320,00 (inteira) e R$ 160,00 (meia) | Setor Azul Premium: R$ 240,00 (inteira) e R$ 120,00 (meia) | Setor Azul e A: R$ 200,00 (inteira) e R$ 100,00 (meia) | Setor A, B, C e D: R$ 140,00 (inteira) e R$ 70,00 (meia) | Setor E, F, G e H: R$ 120,00 (inteira) e R$ 60,00 (meia) | Setor PCD: R$ 60,00 | Camarotes A e B: R$ 320,00
* 50% de desconto (ing. Inteira) para os funcionários Petrobrás com o código FUNCPETRO (limitado a 2 ingressos por funcionário). O desconto deverá ser aplicado também na bilheteria do EDA, mediante apresentação do crachá.

 

 

 

 

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O longa “Os Miseráveis” (Les Misérables) acaba de ganhar trailer legendado e cartaz nacional. Vencedor do Prêmio do Júri do Festival de Cannes e indicado ao Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro. O drama político francês é dirigido por Ladj Ly retrata, de maneira intensa e provocadora, mostrando as tensões entre a população e a polícia. O filme tem previsão de estreia para o dia 16 de janeiro.

Inspirado no curta-metragem homônimo do diretor e nas manifestações de 2005 em Paris, o filme conta a história de Stéphane (Damien Bonnard), que ingressou recentemente no Esquadrão Anti-Crime de Montfermeil, nos subúrbios onde Victor Hugo escreveu seu famoso romance “Les Misérables”. Ao lado de seus novos colegas, Chris (Alexis Manenti) e Gwada (Djibril Zonga) – ambos membros experientes da equipe -, ele rapidamente descobre as tensões entre as gangues locais. Até que o trio se excede em uma abordagem durante uma perseguição, e um drone captura o momento, ameaçando expor a realidade da vida cotidiana.

Confira o trailer do filme:

 

 

 

A Fox Film lançou o primeiro trailer de “O Chamado da Floresta” (The Call Of The Wild), com a participação de Harrison Ford. Dirigido por Chris Sanders (“Os Croods“, “Como Treinar o Seu Dragão” e “Lilo & Stitch“), o filme escrito por Michael Green traz uma aventura emocionante, baseado no romance de Jack London (1903) e em seu remake de 1935.

Estrelado por Harrison Ford, Dan Stevens, Karen Gillian, Omar Sy e Bradley Whitford, “O Chamado da Floresta” estreia no Brasil em fevereiro de 2020.

Confia o trailer:

 

Confira o 1º pôster oficial:

O chamado da Floresta

A Paramount divulgou hoje um novo trailer oficial de “Sonic: O Filme”, que chega aos cinemas em 13 de fevereiro do ano que vem. Esta é a primeira vez que o personagem aparece depois de ser modificado durante o período de pós-produção.

O longa, que teria estreia em novembro deste ano, mudou a data de estreia para 2020, após as severas críticas em relação ao visual do Sonic divulgado no primeiro trailer. Confira como ficou o visual do ouriço mais famoso  dos games: 

"Maria e João: O Conto das Bruxas"
Pôster do filme “Maria e João: O Conto das Bruxas”

“Maria e João: O Conto das Bruxas”, apresenta um segredo da clássica história dos irmãos que deixam um rastro de migalhas pela floresta. Dirigido por Oz Perkins (‘O Último Capítulo’) e estrelado por Sophia Lillis (‘It: A Coisa’), Alice Krige (‘The OA’) e Charles Babalola (‘Black Mirror’), o longa chega aos cinemas nacionais em fevereiro de 2020.

Confira o trailer:

O nono longa de Quentin Tarantino, “Era uma vez em… Hollywood”, é uma declaração de amor do diretor ao cinema e, em especial, às obras que mais influenciaram o seu estilo único, que desde os anos 1990 vem o consagrando como um caso raro de sucesso entre público e crítica.

Em suas quase três horas de duração, o filme é um tour pela velha Hollywood guiado por Tarantino, que cria seu conto de fadas (o nome Era Uma Vez não poderia ser mais adequado) ambientado em uma época de efervescência cultural na qual o cinema passava pelas mudanças mais drásticas de sua jovem vida e começava a ser moldado do jeito que o conhecemos hoje: a década de 1960.

O filme acompanha três dias na vida dos três protagonistas, Rick Dalton (DiCaprio), um ator de western decadente; Cliff Booth (Brad Pitt), dublê, faz-tudo e amigo de Rick; e Sharon Tate (Margot Robbie), esta uma personagem real, atriz casada com o diretor Roman Polanski e assassinada pelo séquito de Charles Manson em 1969. A forma com que Tarantino nos apresenta a história de cada um desses três personagens é com certeza a principal característica do filme. Devagar, sem o compromisso de envolvê-los em uma premissa ou em conflitos propriamente ditos e conferindo ao filme um caráter quase episódico, o diretor e roteirista leva os personagens de um lado ao outro, passando por histórias vividas por eles, como uma luta do personagem de Pitt com Bruce Lee no set de filmagem da série “O Besouro Verde” e uma ida ao cinema de Sharon Tate para assistir ao próprio filme.

Durante todos esses pequenos episódios que compõem o filme, até a parte final na qual Tarantino finaliza seu conto de fadas com sua reinterpretação revisionista da chacina encomendada por Charles Manson e que resultou na morte brutal de Sharon Tate, o cineasta presta homenagens e mais homenagens a dezenas de filmes da velha Hollywood, em referências e mais referências.

Há quem venha achando o filme arrastado e entediante, e o revisionismo de Tarantino, principalmente em relação à maneira como retrata alguns personagens reais, como o astro das artes marciais Bruce Lee, tem causado polêmica, com direito a farpas disparadas ao diretor pela filha do ator, que considerou o retrato do pai desrespeitoso. Aparentemente, o diretor usou toda a sua influência e respeito conquistados ao longo dos quase 30 anos de carreira para criar uma obra bastante pessoal e livre de amarras de estrutura convencional, sem precisar mais se provar como um cineasta autoral. O resultado naturalmente divide opiniões quase sempre extremas. Ame ou odeie.

Mais comedido em relação à violência gratuita (apenas três pessoas morrem nesse filme), tão presente em toda a sua obra, Tarantino parece ter se dedicado como nunca a criar protagonistas com os quais se importa e trata com muito carinho. Cliff Booth, o dublê e peão de Rick Dalton, tem um quê de melancolia, apesar da interpretação de Brad Pitt ser limitada e muito parecida com outros personagens interpretados pelo ator antes. O personagem também funciona claramente como uma homenagem de Tarantino à classe dos dublês, heróis anônimos presentes no cinema desde que a sétima arte ainda dava seus primeiros passos.

Já Rick Dalton, muito bem interpretado por DiCaprio, representa o drama vivido por muitos atores durante a metade do século XX, em uma época em que o cinema passou por drásticas mudanças fazendo muitos artistas perderem a barca de uma nova era. Antes um ator de sucesso em uma série de western, o personagem arrisca uma carreira nos filmes, que não decola e o deixa no ostracismo, relegado a pequenas pontas em séries de TV, sempre como o vilão. Até que surge a oportunidade de um recomeço no cinema italiano, assim como aconteceu (e deu certo) com Clint Eastwood.

Mas é no retrato de Sharon Tate que Tarantino baseia seu faz de conta. A atriz, assassinada brutalmente quando começava a brilhar, vive uma nova história pela visão de Tarantino, uma história que o diretor e todos nós preferíamos que fosse a real, e cujo final nos faz sentir confusos, melancólicos e empolgados ao mesmo tempo, como só o cinema, tão admirado e reverenciado por Tarantino, é capaz.