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No dia 21 de setembro, a Canon do Brasil trará ao Brasil, pela primeira vez, o Zoom iN Project, um festival de fotografia gratuito. O local escolhido para sediar o evento será o Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera, em São Paulo.

O festival é dedicado para pessoas que amam ser fotografadas ou fotografar e compartilhar, tanto para amadores quanto para profissionais, passando por videomakers e influenciadores digitais.

Por dentro do Zoom iN Project

Photo Talks

O Zoom In Project receberá importantes fotógrafos, como Bob Wolfenson e Araquém Alcântara, que irão palestrar dividindo experiências com o público no espaço Photo Talks, com capacidade para 360 lugares.

Photo Spots

São pontos com cenários interativos e “instagramáveis” onde o público poderá ser fotografado por um fotógrafo profissional. As imagens serão enviadas na hora pelo WhatsApp para o participante. Se o visitante compartilhar a foto, usando a hashtag oficial do evento #afestadafoto, ganhará um brinde especial da Canon.

Photo Shows

Serão locais em que acontecerão dez painéis temáticos sobre diferentes estilos de fotografia como: casamentos, retratos, newborn, fotojornalismo, edição de imagens, entre outros.

Touch and Try

Aqui todos serão fotógrafos e irão conhecer mais sobre os produtos e soluções da Canon. O público poderá conhecer e olhar de perto câmeras e lentes, além de tirar dúvidas com profissionais

Galeria Zoom iN Project

Na Galeria Zoom iN Project, será possível admirar algumas imagens especiais feitas por fotógrafos de renome internacional.

CPS

O Canon Professional Services também estará no evento com serviços de limpeza e verificação de câmeras e lentes. Este será o único serviço cobrado e os valores serão os seguintes: R$150,00 – Limpeza de Kit (corpo de câmera e lente), R$ 90,00 – Corpo e R$ 60,00 – Lente. O serviço é válido para as câmeras EOS Digital da Canon.

Print Zone

Aqui será possível conhecer o processo de impressão. Os especialistas da Canon estarão no local para tirar dúvidas neste dia e demonstrar o processo de impressão em impressoras fine art da empresa.

Zoom iN Project

Quando: 21 de setembro
Horário: 10h às 22h
Local: Pavilhão da Bienal – Parque do Ibirapuera, São Paulo / SP
Site: www.zoominproject.com.br

 

A partir do dia 21 de agosto, o Centro Cultural do Banco do Brasil ganha a exposição inédita “Man Ray em Paris”, do multifacetado Man Ray, um dos maiores artistas visuais do início do século XX e expoente do movimento surrealista. Além das fotografias, dos objetos e das serigrafias, a mostra conta com quatro vídeos assinados pelo artista, que também era cineasta, e um que aborda sua carreira.

Serão 255 obras do artista, desenvolvidas durante os anos que viveu em Paris, entre 1921 e 1940, seu período de maior efervescência criativa. Depois do CCBB SP, a mostra segue para a unidade de Belo Horizonte, entre 11 de dezembro e 17 de fevereiro de 2020. 

Os quatro filmes de autoria de Man Ray poderão ser vistos no segundo andar do CCBBSP. São eles: “O Retorno à Razão”/1923 (Return to Reason), “Emak Bakia”/1926 (Emak Bakia), “A Estrela do Mar”/1928 (Star of the Sea/The Starfish) e “Os Mistérios do Castelo do Dado”/1929 (The Mysteries of the Chateau of Dice). Já “Man Ray, Senhor 6 segundos – Filme de Jean-Paul Fargier 1998” será exibido em um espaço reservado no primeiro andar. Abaixo, informações sobre os filmes de sua autoria a partir de texto de Emannuelle l´Ecotais, curadora da mostra, e do próprio Man Ray em sua autobiografia intitulada “Auto-Retrato”, publicada em 1963.

A Exposição

Com curadoria de Emmanuelle de l’Ecotais, especialista no trabalho do artista e responsável por seu Catálogo Raisonée, a mostra irá ocupar o CCBB SP e será dividida em duas categorias. A primeira trata da fotografia como um instrumento de reprodução da realidade, focando-se em seus famosos retratos – seu ateliê era uma referência entre a vanguarda intelectual que circulava pela Paris da década de 1920 -, nos ensaios para a grife de Paul Poiret e em fotos para reportagens. Já na segunda, outro lado se revela: o da manipulação da fotografia em laboratório com o intuito de criar superposições, solarizações e “rayografias”, um termo criado por Man Ray (do inglês “rayographs”), em alusão a si mesmo. Assim, portanto, ele inventa a fotografia surrealista.

O projeto da exposição prevê, ainda, reproduzir imagens da vida parisiense de Man Ray acompanhado pelos artistas que lhe foram contemporâneos e por sua musa, Kiki de Montparnasse. Além de uma programação de filmes assinados por ele, intervenções como um laboratório fotográfico, com elucidações sobre as técnicas utilizadas em sua obra, marcam a interatividade com o visitante. Ainda fazem parte do evento uma palestra com a curadora Emmanuelle de l’Ecotais no dia 21 de agosto e outra com o fotógrafo Pedro Vasquez sobre as técnicas de fotografia do Man Ray, em data a ser confirmada. A produção executiva é da Artepadilla.

Exposição Man Ray em Paris

Data: 21 de agosto a 28 de outubro
Todos os dias, exceto às terças
Horário: das 9h às 21h

Local: Rua Álvares Penteado, 112 – Centro. São Paulo –SP (Acesso ao calçadão pela estação São Bento do Metrô)
Telefone: (11) 3113-3651/3652

Man Ray no CCBB
Les larmes (As lágrimas), 1932 / Foto: ©Man Ray 2015 Trust.

Graças ao sucesso de público, a Casa do Chester Cheetah ficará aberta por mais um final de semana, nos dias 09 e 10 de fevereiro. O local, que tem entrada gratuita, possui cômodos interativos que remetem ao icônico personagem da Cheetos.

O espaço oferece lugares fotografáveis, como a sala secreta no casarão que contem a coletânea exclusiva de tazos. Além disso, a Casa do Chester Cheetah ainda tem um menu especial feito pela Holy Burger com receitas de hambúrguer, coxinha, macarrão com queijo e pudim feitos com produtos da linha cheetos, disponíveis apenas na casa.

Exposição “Casa do Chester Cheetah”

Entrada: Gratuita.
Local: Rua Minas Gerais, 246 – Consolação, São Paulo.
Data: Sábado (9/2) e domingo (10/2).
Horário:
das 10h às 21h – Entrada permitida somente até às 20 horas.
Classificação: 18 anos – Permitida a entrada de menores acompanhados por Pais ou responsáveis legais.

São Paulo é a maior metrópole do hemisfério sul e uma das maiores cidades do planeta, entretanto, não são seus grandiosos edifícios ou suas icônicas ruas que retratam suas histórias, são as mais de 12 milhões de pessoas que nela residem. É com essa premissa que a artista paulista Juliana Russo traz a exposição “São Paulo Infinita”, que fica em cartaz do dia 20 de janeiro a 30 de março, no Pátio Metrô São Bento, em comemoração do aniversário de São Paulo.

Por meio de um traço singular, Juliana Russo interpreta um dos lugares mais diversos do mundo, retratando cenas do cotidiano paulistano, como comerciantes vendendo artesanato na Avenida Paulista e pessoas que transitam diariamente no Largo da Batata, que dão vida à cidade.

Exposição São Paulo Infinita

Gratuito
Data: de 20 de janeiro a 30 de março
Horário: todos os dias, das 6h às 22
Local: Pátio Metrô São Bento
Endereço: Largo São Bento s/n – Estação São Bento do Metrô

O Banco Central do Brasil e a Fundação Memorial da América Latina, em parceria com o Museu dos Valores BC, iniciaram a exposição Moedas do Brasil e da América Latina. As amostras ficarão expostas de 9 de maio a 30 de julho.

A exposição trará exemplares de moedas e cédulas que circularam no Brasil desde os tempos do Brasil Colônia até agora. Também serão expostos pôsteres que relatam os diversos momentos da história do país e a evolução do dinheiro.

Além da exposição, serão apresentadas algumas curiosidades como o motivo e inspiração do nome real, o significado da expressão “cara ou coroa”, as principais moedas que circularam no país, além de explicações sobre falsificação, a extração do ouro, o tostão, o cruzado e por fim o cruzeiro. 

Serviço

Moedas do Brasil e da América Latina
Quando: de 9 de maio a 30 de julho
Local: Biblioteca Latino-Americana / Memorial da América Latina
Visitações: De segunda a sexta-feira, das 9h às 18h; aos sábados, das 9h às 15h

Entrada Gratuita

Foto: Pixabay

Já imaginou ver Jesus, Buda, Oxalá, Tupã, Odin, Kardec e vários outros ícones de outras religiões juntos? Essa é a proposta do artista Gilmar Pinna, criador da exposição “Paixão – Caminhando no amor, na união e na justiça”. A obra é uma releitura da Via-Crucis, com 46 esculturas de aço inox de aproximadamente 3 metros de altura, que recontam as estações percorridas por Jesus a caminho do Calvário.

“Minha ideia de misturar líderes religiosos é provocar e convidar a população a refletir sobre o amor, a união e a justiça num palco democrático”, comenta Pinna.

Inaugurada em 6 de abril, na praça Aldo Chioratto, no Parque do Ibirapuera, a exposição conta com 15 estações que simbolizam a passagem de Jesus até a cruz. Na primeira estação, Jesus é condenado à morte por Pôncio Pilatos enquanto recebe o abraço de Buda. Na segunda estação, Jesus recebe a cruz enquanto Guru Nanak e Lao-Tsé abrem caminho para ele com pétalas de flores e, assim por diante, um a um vai de certa forma ajudando Jesus a passar pelo Calvário.

“A ideia surgiu com a vontade de provocar e impressionar o paulistano, a pé ou motorizado com a mostra, pois trata-se de um assunto geralmente polêmico”, explica o autor.

O trabalho vem sendo desenvolvido há mais de um ano e chama a atenção pela imponência das peças e o apelo religioso que Pinna faz aos visitantes, defendendo a harmonia e a boa convivência entre as religiões.

Descrição das estações abaixo:

1ª Estação:
Jesus é condenado à morte por Pôncio Pilatos, enquanto recebe o abraço de Buda;

2ª Estação:
Jesus recebe a cruz enquanto Guru Nanak e Lao-Tsé abrem caminho para Ele com pétalas de flores;
3ª Estação:
Jesus cai pela primeira vez e recebe a coroa de espinhos do centurião, assim como as coroas do Rei David e do príncipe Haile Selassie;
4ª Estação:
Jesus encontra conforto na alegria de Iemanjá e de Oxalá;
5ª Estação:
Tupã ajuda Jesus a sustentar a cruz;
6ª Estação:
Amaterasu enxuga o rosto de Jesus;
7ª Estação:
Jesus cai pela segunda vez e recebe ajuda de Zeus/Júpiter;
8ª Estação:
Jesus se encontra com as três Deusas Wicca;
9ª Estação:
Jesus cai pela terceira vez e Odin se coloca entre Ele e o centurião para receber as chicotadas em seu lugar;
10ª Estação:
Jesus é despojado de suas vestes pelo centurião, enquanto Zoroastro oferece novas vestes a Ele;
11ª Estação:
Jesus é pregado à cruz em meio aos ladrões, enquanto o Chefe Seattle o sustenta em seus ombros;
 12ª Estação:
Jesus morre e Alan Kardec ora abaixo da cruz;
13ª Estação:
Jesus é retirado da cruz por Maria, Krishna e Ganesha;
14ª Estação:
Jesus é sepultado por Amon Rá e depois ressuscita;
15ª Estação:
Esta Estação reproduz a primeira Estação, mas, na oportunidade, uma mulher dos tempos atuais é julgada por um juiz.

SERVIÇO

Exposição ao ar livre: “Paixão – Caminhando no amor, na união e na justiça”

Escultor: Gilmar Pinna
Temática: Releitura da sagrada “Via-Crúcis”
Endereço: praça “Aldo Chioratto”, em frente ao Parque do Ibirapuera – Vila Mariana, São Paulo-SP
Visitação: de 6 de abril a 6 de maio de 2017

Quer uma dica boa para o final de semana? Até o dia 09 de abril (domingo), o Museu do Futebol, que fica localizado no Estádio do Pacaembu, terá entrada gratuita. Os visitantes, além de apreciarem o local, poderão ver a taça da Premier League, o Campeonato Inglês de futebol. A exposição é resultado de uma ação conjunta promovida pela liga inglesa e pela ESPN.

O espaço desperta curiosidade e é de encher os olhos. Há uma série de fatos que são contados através de imagens, vídeos e sons. Aos amantes do esporte, é fácil ir e se maravilhar; aos que não são fãs, é fácil se apaixonar também.

Típico do terceiro milênio, o museu propõe uma narrativa linear. A história do futebol é contada com base nos eixos de emoção, história e diversão.  Sua arquitetura se destaca por integrar os espaços: o teto é a própria arquibancada; uma passarela liga os lados leste e oeste do prédio e oferece uma bela visão da Praça Charles Miller.

Os mais diferentes ambientes permitem ao visitante grandes experiências e uma viagem ao passado, assim como acontece na sala Anjos Barrocos, onde há painéis suspensos que exibem imagens em movimento de craques como Pelé, Falcão, Zico, Bebeto, Didi, Romário, Ronaldo, Gilmar, Gérson, Sócrates, Rivelino.

A curadoria de Leonel Kaz revela uma sequência de experiências visuais e sonoras que relacionam o esporte à vida brasileira no século XX. Na mágica “Sala da Exaltação” (que pelo nome já diz tudo), é possível ter a sensação de estar no estádio, cantado e vibrando com sua torcida. Esses são apenas alguns dos muitos ambientes de tirar o fôlego! 

Taça da Premier League no Museu do Futebol
*Até o dia 09 de abril a estrada será gratuita.
Funcionamento: terça a sexta, das 9h às 17h (entrada até 16h) e sábados, domingos e feriados das 10h às 18h (entrada até 17h)
Valores: Inteira – 10,00 reais / Meia-entrada – 5,00 reais
Local: Praça Charles Miller s/nº- no Pacaembu, zona oeste de São Paulo,
Telefone: (11)3663-3848
Site: www.museudofutebol.org.br

O troféu da Premier League
A Taça do Campeonato Inglês está em exposição no Museu do Futebol / Foto: Divulgação

“Os Beatles vão existir sem nós”. Foi o que disse George Harrison após o fim do grupo, e ele não poderia estar mais certo. 46 anos depois de Paul McCartney decretar o fim da maior banda de todos os tempos, a música e o legado do quarteto de Liverpool continuam a encantar gerações do mundo inteiro. Se alguém duvida, basta comparecer à exposição Beatlemania Experience, no estacionamento do Shopping Eldorado, na Zona Oeste da capital paulistana.

Com curadoria e direção do jornalista Ricardo Alexandre, a exposição, inédita no Brasil, tem mais de dois mil metros quadrados e leva o visitante a uma verdadeira imersão na história da banda, com reprodução de locais históricos para o grupo, itens raros, réplicas e memorabilia dos Fab Four, que contam toda a trajetória de John, Paul, George e Ringo, desde 1957, quando Lennon e McCartney se conheceram, passando pela explosão mundial da beatlemania em 1964, a fase psicodélica, até chegar no desmembramento da banda, em 1970.

Não é à toa que a exposição tem ‘experience’ no nome. O evento foge do lugar comum e traz interatividade ao visitante. Todos os ambientes têm tablets, com fones de ouvido, com os quais o visitante pode ouvir playlists com músicas do quarteto.

A tecnologia também se faz presente numa sala especial, onde o visitante, por meio de óculos de realidade virtual, viaja para 1965, no lendário show do Shea Stadium. Hoje comuns, shows em grandes estádios não existiam na década de 1960, e qualquer um que tivesse uma ideia como essa provavelmente seria considerado louco.

Porém, coube a Sid Bernstein – promotor de shows responsável por trazer os Beatles para os EUA pela primeira vez -, fazer história organizando o show dos Fab Four no estádio de baseball com capacidade para 55 mil pessoas. Diz a lenda que Sid Bernstein prometeu a Brian Epstein, o empresário dos Beatles, lhe pagar 10 dólares por cada lugar vazio no estádio. Nem precisou: no dia 15 de agosto de 1965, mais de 55 mil fãs compareceram ao Shea Stadium, no maior show que qualquer artista fizera até então. Os óculos de realidade virtual levam o visitante para o melhor lugar do Shea Stadium, ao lado de algumas fãs bem menos histéricas do que as que compareceram ao estádio naquele dia.

Os itens de memorabilia, como discos de vinil, lancheiras, bonecos e revistas, foram todos emprestados por colecionadores como Bob Falch e a brasileira Lizzie Bravo, figura conhecida entre os beatlemaníacos brasileiros, que ganhou dos pais uma viagem a Londres aos 15 anos, e passou a frequentar a calçada dos estúdios EMI, onde os Beatles gravavam. Lizzie conheceu os quatro rapazes e ainda foi chamada por Paul para fazer backing vocal na canção Across The Universe, do álbum branco, de 1968.

Outro mérito da exposição Beatlemania é reproduzir locais importantes da história do quarteto, como o Cavern Club, casa de shows de Liverpool onde os Beatles se apresentaram centenas de vezes até serem descobertos por Brian Epstein, seu empresário; as cabines de trem do filme A Hard Day’s Night (1964) também estão presentes e são um dos ambientes mais charmosos da exposição. Há também o interior do Yellow Submarine, tema do longa animado lançado em 1968, e a fachada dos estúdios EMI, na Abbey Road.

Os figurinos e instrumentos da banda também marcam presença, com destaque para os uniformes militares coloridos usados pelos quatro na capa do álbum Sgt Pepper’s Lonely Hearts Club Band e as roupas psicodélicas do filme Magical Mistery Tour (1967). A guitarra usada por George Harrison nas conturbadas gravações do álbum Let It Be e no concerto no teto da Apple em 1969, feita de madeira brasileira, é um dos itens mais importantes da exposição.

Os últimos quatro ambientes do evento homenageiam os quatro integrantes da banda. A sala dedicada a John Lennon traz uma réplica do piano usado pelo cantor na música Imagine, hino mundial da paz.

Por último, o visitante chega à loja oficial do evento, que traz centenas de produtos oficiais da banda, desde chaveiros até discos de vinil. Se pretende fazer compras, prepare seu bolso: uma simples caneca da banda sai por nada módicos R$ 40,00.

A exposição continua até o dia 30 de setembro, e tem ingressos no valor de R$ 50,00 a inteira e 25,00 a meia-entrada. O visitante pode comparecer de terça a domingo, a partir das 12h.

BEATLEMANIA EXPERIENCE

Shopping Eldorado. Av. Rebouças, 3970 – Pinheiros. De 24 de agosto a 30 de outubro, de ter. a dom., a partir das 12h. R$ 50.

Ingressos aqui.