Críticas

Crítica: Emily in Paris – a nova série da Netflix

“Emily in Paris” é a nova série da Netflix que entrou para o catálogo em outubro e desde então tem dividido opiniões.  A série gira em torno da promoção de emprego de Emily Cooper, papel interpretado por Lily Collins (você logo vai lembrar quem é, ela interpretou a Branca de Neve em “Espelho, Espelho Meu”), uma jovem que mora em Chicago e é transferida para Paris com a finalidade de, segundo ela, “levar um pouco do estilo americano”.

Chegando em Paris, Emily não é nenhum pouco acolhida pela sua equipe de trabalho que , inclusive, se “O Diabo veste Prada” tivesse uma continuação, claramente seria este mesmo cenário: uma Miranda mudada, mas ainda abusiva. Logo de cara, Emily já sofre por não falar francês, e aparentemente os franceses não têm muita paciência com quem está começando – Alô, Suzana Vieira!

A séria explora muito bem a questão profissional, mostrando o dia a dia da agência, a rotina com clientes e até um pouco do mundo dos influencers. Porém, não espere realidade. Por mais que a série retrate a carreira de uma jovem que sai do seu país para trabalhar em um local aonde não é bem-vinda, tudo – absolutamente tudo -, dá certo em sua jornada, ela é capaz de resolver todos os problemas do trabalho com ajuda dos seus poucos amigos que conquistou em Paris.

Embora ela tenha aproximadamente 22 anos, Emily transparece confiança e parece não se abalar com as críticas, o que acaba romantizando o trabalho e a forma de como ela o prioriza. Isso ainda é evidenciado por personagens secundários, como o seu colega de trabalho Luc (Bruno Gouery). Contudo, Emily in Paris leve, divertida e explora bem os pontos turísticos de Paris.

Outro ponto positivo é o figurino, Emily faz o estilo It girl e aparece sempre com looks incríveis, que fazem lembrar de “Gossip Girl”. E como quem avisa amigo é, se você  ainda não assistiu Gossip Girl, o episódio 6 contém spoiler.

Aspirante a véia dos gatos

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