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Estamos em 2001. É quase dezembro, e nossos corações jamais imaginariam que tal filme iria nos cativar para sempre. Um bruxo órfão destinado a entrar na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, e um vilão, um mito a ser superado e enfrentado para finalmente nosso herói aprender como viver no mundo. Foi assim, há 17 anos, que Harry Potter e a Pedra Filosofal estreou nos cinemas mundiais e se tornou um sucesso absoluto.

A nostalgia daqueles tempos retornou em um espetáculo sinfônico com orquestra ao vivo que marca o início de “Harry Potter e a Pedra Filosofal – In Concert”, apresentado no Allianz Parque, em São Paulo, entre os dias 08 e 11 de março de 2018.

A sensação é única. Uma tela gigante, uma plateia maior ainda, e a sensação é de estar em um dia de pré-estreia dos filmes de Harry Potter. Há fãs por todos os lados, cachecóis das casas de Hogwarts, camisetas, blusas, varinhas e óculos. Todos, absolutamente todos ali presentes, desde crianças até adultos, compartilhando um sonho de novamente entrar neste mundo de magia.

A frase dita pelo maestro no começo da apresentação é clara: “Hoje não será uma noite normal, façam barulho! Bem vindos ao Harry Potter In Concert!”, e assim, desta maneira, mais de mil fãs foram a loucura em pleno Allianz Parque. Uma torcida de futebol? Talvez, se torcedores são fãs apaixonadas que gritam sentindo o amor em seu coração, certamente ali, todos eram torcedores.

Enquanto a orquestra tocava, o filme era passado em telões em áudio original e legendado em português. A cada cena, ninguém se aguentava, todos riam das frases icônicas que já conheciam desde a primeira vez que assistiram ao filme e até mesmo ficaram surpresos com as adaptações desconhecidas do grande público, a exemplo da palavra “apanhador”, que na legenda ficou “gôndola”, que a cada vez que era dita faziam todos rirem descontroladamente.

A trilha impecável de John Williams tocada ali pela orquestra mais do que profissional e dedicada encheu os olhos do público, transformou nostalgia em alegria renovada e, com toda certeza, agradou quem pôde presenciar esse momento único para os novos e antigos fãs. Ao fim da apresentação, voltamos a 2018. Um lugar onde há 17 anos, essa saga reina e domina indiscutivelmente.

Serviço

Harry Potter e a Pedra Filosofal – In Concert
Endereço: Allianz Parque – Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, São Paulo – SP, 05001-200
Ingressos: R$ 600,00 na entrada
De 08 de março até 11 de março de 2018 às 20h

 

 

Imagine que o mundo de magia e bruxaria está em plena cidade grande, com cenários e interações, prometendo ser uma experiência única para novos e antigos fãs da franquia Harry Potter, escrita por J.K. Rowling. A vontade agora pode ser saciada e finalmente este desejo de conhecer o mundo mágico está mais perto do que nunca de ser realizado.

Quem passar pelo Shopping Eldorado, em São Paulo, entre os dias 18 de fevereiro a 13 de março, encontrará o galpão no estacionamento com a exposição “Casa dos Bruxos”, que vem com o intuito de aproveitar o concerto sinfônico Harry Potter e a Pedra Filosofal – In Concert, que estará em apresentação de 8 a 11 de março, na Arena Eldorado.

O tour por dentro do primeiro filme “Pedra Filosofal” acompanha cenários que são icônicos e fiéis à franquia. Na entrada, podemos ver a rua dos Alfeneiros, com gramado, placa e cerca. A casa dos tios de Harry é o primeiro lugar que visitamos ao entrar nessa estrutura fantástica. A sala dos Dursley, possui o famigerado armário sob a escada. Além, ainda temos o beco diagonal com tijolos que se mexem de verdade e reproduções de varinhas, salas de aulas de Hogwarts e interação com livros e outros objetos.

O fã que quer tirar foto nestes cenários sem precisar ir a um dos parques temáticos nos Estados Unidos ou no Japão, agora pode, de forma simples, mas dedicada, encontrar seu pedacinho de felicidade por alguns instantes. A magia nunca esteve tão viva e tão realista.

É possível também comprar uma varinha personalizada em uma sala que está localizada no meio do tour e que terá um elfo para auxiliá-lo nesta grande decisão. A loja em questão também vende cachecóis, varinhas, copos e broches, tudo da forma como qualquer apaixonado por esta obra deve querer como presente imediato.

Muitos espaços são propositalmente escuros, e a sensação que temos é de estar passando por entre os lugares felizes de Harry Potter, como uma sala de aula, ou o grande salão, e momentos de tensão, como o xadrez de bruxo gigante, visto na penúltima cena de Pedra Filosofal em que o trio precisa enfrentar um desafio em que correm grande perigo.

Cartas voando por todo o lado, luzes de abajur e também de lamparinas são os destaques em torno desta exposição. A imersão é divertida e uma forma maravilhosa de embarcar neste mundo de magia. A interação com corujas de verdade é um dos pontos altos do passeio. A organização permite que apenas dez pessoas entrem por vez para garantir comodidade aos visitantes e também não causar tumulto pelos corredores ou atrações internas.

É impressionante a qualidade que a exposição tem: cenários, interação e muita diversão irão lhe cativar e proporcionar um momento único.

A exposição Casa dos Bruxos está em funcionamento dentro do estacionamento do Shopping Eldorado, em São Paulo, e é possível adquirir o ingresso na bilheteria montada ao lado da atração.

Serviço:

Exposição Casa dos Bruxos – Shopping Eldorado
Endereço: Av. Rebouças, 3970 – Pinheiros, São Paulo – SP, 05402-600
Preço do ingresso: De R$ 30,00 a R$ 60,00
Quando: de 18/2 até 18/3, das 12h às 22h.

 

Foto: Cavzodíaco / Reprodução

Os Cavaleiros do Zodíaco é uma das séries de animes mais amadas pelo público brasileiro. Há 23 anos, no dia 1º de setembro, o sucesso chegava à Tv Manchete, e desde então, não parou mais de ganhar fãs. Não só de lutas vive a história destes guerreiros; em seus mais de 150 episódios, a série desperta um senso muito forte sobre amizade, amor e morte. Com mensagens que se referem aos atos dos seres humanos, a trama convida o espectador a pensar seriamente sobre suas ações em relação ao resto do mundo e as consequências de seguir um caminho maléfico.

A história de Seiya de Pégaso e os cavaleiros de bronze não parou em 1994. A franquia já conta com seis filmes, sendo o mais recente deles A Lenda do Santuário, um filme em computação gráfica, e que foi lançado em 2014 nos cinemas brasileiros. Já é possível conhecer a história dos guerreiros de Atena antes da cronologia em que se passa a história original, como visto no anime Saint Seiya: The Lost Canvas, lançado em 2009. Desde então, duas novas sagas foram produzidas após 2010, sendo elas: Saint Seiya Ômega e Saint Seiya: Soul of Gold.

Em 2017, em comemoração à data especial, a Playarte, empresa responsável pela venda dos dvds da série no Brasil, organizou um evento em que exibirá uma sessão especial dos Cavaleiros do Zodíaco no cinema. Os episódios exibidos serão como uma espécie de aquecimento para os lançamentos dos novos dvds da saga Ômega e finalmente, os blu-rays da série clássica. A sessão ocorrerá em São Paulo no dia 16 de setembro, e os ingressos já se encontram esgotados. No entanto, a rede ainda está abrindo salas extras em decorrência do sucesso das vendas.

Recentemente, a Panini lançou um álbum de figurinhas de Cavaleiros do Zodíaco, e a Netflix anunciou uma série nos moldes de um remake, além de a Toei Animation ter anunciado a inédita série Saint Seiya: Saintia Shô, um derivado que está fazendo bastante sucesso em mangá. Por fim, é nítido o sucesso de Cavaleiros no Brasil e no mundo, e esperamos que nesta data tão especial, os fãs possam se lembrar de um dos maiores animes que o Brasil já teve o prazer de receber e exibir na televisão aberta.

Foto: Netflix / Divulgação

Desde o seu anúncio, muito se especulava se o filme produzido pela Netflix seria realmente capaz de alcançar a grandeza que é o anime Death Note. Felizmente, a obra chega para inovar no que diz respeito aos filmes de suspense e também agrada aos fãs da obra original.

O filme retrata a vida de um estudante chamado Light. Um dia, o jovem encontra um caderno de capa preta chamado “Death Note”, o qual contém regras e dicas de como matar uma pessoa apenas escrevendo seu nome nas folhas deste achado. Iludido, acreditando mudar o mundo e deixá-lo sem criminosos, Light assume o papel do matador Kira e tentará a todo custo executar o que ele entende por justiça.

O longa agregava muitas críticas antes de seu lançamento justamente pelas bruscas mudanças feitas em sua raiz. Começando pelo sobrenome dos personagens, que agora não eram mais japoneses e sim americanos.  Mas parando para pensar, se o filme é americano, não teria coerência os personagens terem seus nomes preservados como no original. Um exemplo de erro que foi cometido recentemente, é o filme Ghost in The Shell, lançado no primeiro semestre deste ano e que peca justamente por conter um elenco quase que totalmente ocidental e, ainda assim, preserva os nomes em japonês, o que soa estranho e forçado.

A computação gráfica para criar o Shinigami Ryuk é muito bem utilizada. Planos fechados, estantes escuras, pequenos desfoques na cena e muito eco tornam a presença do deus da morte aterrorizante e curiosa. A origem de Ryuk não é explorada como no anime, mas não faz muita diferença na narrativa que a história escolhe tomar.

A pergunta que você deve estar pensando em fazer é ‘Mas e aí?’ O filme é melhor que o a obra original?’ A resposta é um pouco mais complexa do que apenas ‘sim’. No entanto, é possível afirmar com clareza que é muito superior em vários níveis. A trilha sonora é impecável e injeta doses de vitalidade à trama, deixando o espectador em constante agonia ou ansiedade. A fotografia também agrega planos contrastados com cores azuis e roxas para despertar o senso de perigo e, ao mesmo tempo, de morte.

A interpretação dos atores é razoável, mas quem se sobressai é o ator Keith Stanfield que faz o papel do Detetive L, e o explora de modo majestoso em todos os seus níveis interpretativos e dramáticos, como em cenas em que exigem descontrole emocional, e também calmaria por completo. O filme deixa pontas para uma possível sequência, e inova em tirar a cara de ‘desenho’ que geralmente animes e mangás agregam no currículo. Aqui, temos uma história de assassinos e o sobrenatural, atrelados à nostalgia e fan service.

Death Note da Netflix surpreende por ser bom, e nos mostrar algo novo em meio a tantas adaptações que nunca deram muito certo. Existem erros e alguns exageros presentes no roteiro, mas nada que consiga destruir todo o trabalho investido para criar este que é possivelmente uma das melhores adaptações americanas de Animes.

 

O Brasil é um dos principais países produtores de cana-de-açúcar no mundo. Ela é a responsável por aproximadamente 60 bilhões de reais na economia brasileira e tem uma estimativa de ocupar 7 milhões de hectares em todo o país, proporcionando mais de 4 milhões de empregos segundo dados da UNICA (União das Indústrias de Cana-de-açúcar).

Nosso país é responsável por aproximadamente 20% da produção e 40% das exportações de cana-de-açúcar. No entanto, não é somente na produção de biocombustível e bioeletricidade que a matéria-prima se destaca; o papel reciclado a partir desse material está ganhando espaço.

Criada pelo economista Luiz Machado, a empresa EcoQuality, que usa o bagaço da cana-de-açúcar como principal matéria prima na produção de papel e celulose, está crescendo no cenário nacional e internacional, tendo como principais parceiros a Colômbia, a Argentina e Portugal. A marca foi idealizada pela GCE Papéis e seu produto é sustentável, trazendo o mínimo de impacto ao meio ambiente do início até o fim de sua produção. 

“O principal benefício do papel EcoQuality é a possibilidade de adquirir um papel reciclado extra branco, 100% bagaço de cana-de-açúcar e zero árvores”, afirma Luiz Machado.

De acordo com pesquisas divulgadas pela UNICA, o papel reciclado de bagaço de cana é uma excelente alternativa para a sustentabilidade, levando em conta que apenas um terço do resíduo gerado é utilizado também para as fabricações de adubo, celulose e incineração para a produção de energia termoelétrica. Os dois terços restantes são aterrados.

A economia tende a crescer cada vez mais, pois a matéria prima já se encontra presente em mais de 100 países e representa uma fonte de mão de obra no meio rural. O Brasil e a Índia são os principais produtores, chegando a produzir mais da metade da produção mundial.

Foto: divulgação

 

A vida dividida entre ser ético ou ser uma pessoa ambiciosa e reconhecida naquilo que faz transforma o professor de química, Walter White, em alguém completamente diferente. O fenômeno ‘Breaking Bad‘ mostra a transformação de um homem bom em algo muito além do que ele sempre foi. Quando Walter se vê em um dilema ético e moral, ele precisa fazer a escolha de entrar nos negócios de metanfetamina ou dar a devida atenção à sua família, que ainda não sabe que ele tem câncer. No entanto, ele não sabe quando acabará morrendo, o que o faz escolher o mundo do crime com o intuito de conseguir o máximo de dinheiro possível para vê-los felizes, e assim, possibilitar uma boa vida financeira mesmo após sua morte.

O legado deixado pela obra da AMC é um retrato da conquista de um criador em seu mais alto nível intelectual, criativo e filosófico. A série é divertida, impactante, dramática, inteligente, ambiciosa, e devoradora quando se trata de contar uma boa história. Criada por Vince Gilligan e contando com apenas cinco temporadas, que foram ao ar de 2008 a 2013 na AMC, a história consegue desenvolver excelentes arcos que exploram cada vertente da vida de Walter White, fechando-os com maestria em seu episódio final, sendo considerada uma das séries mais aclamadas de todos os tempos. A distinção entre o que é certo e o que é errado não pode ser estabelecida apenas pelo lado moral e ético já conhecido da nossa sociedade. As cenas em que levam a julgamento as ações de um traficante são muito mais complexas do que se possa imaginar.

Tudo aqui impressiona: o roteiro que cria excelentes doses de comédia com suspense e humor negro; a fotografia que conta com contrastes entre sépias e tons esverdeados para passar a ilusão de medo e descoberta; e um elenco de peso com nomes como Bryan Cranston (Walter White), Anna Gunn (Skyler White), Aaron Paul (Jesse Pinkman), Giancarlo Esposito (Gus Fring) e Bob Odenkirk (Saul Goodman).

Breaking Bad‘ consegue despertar a empatia do espectador justamente por ajudá-lo a refletir sobre a vida e as reflexões filosóficas a respeito de como devemos encarar os nossos problemas e como podemos levantar todos os dias da cama e continuar seguindo em frente. Um triunfo que merece ser assistido e conhecido por todos os amantes de boas histórias e louváveis interpretações. No Brasil, a série foi lançada no canal pago AXN, em junho de 2010. Na TV aberta, foi ao ar pela Rede Record, no dia 14 de Janeiro de 2014. Atualmente, uma série spin-off de ‘Breaking Bad’, chamada ‘Better Call Saul‘, também criada por Vince Gilligan, está em andamento pela AMC contando com três temporadas.

Foto: divulgação / AMC
Foto: Globo Filmes / Divulgação.

Não só de comédias vive o gênero do cinema nacional. Os longas metragens criados aqui têm o dever de mostrar aos brasileiros e ao mundo todo a nossa cultura, os nossos modos e os nossos costumes. Estes filmes possuem a enorme tarefa de divulgar e enaltecer o nosso trabalho também nas produções audiovisuais, mostrando que somos capazes de criar roteiros complexos, denunciativos e humanos.

Um dos clássicos que se eternizou em nossa memória é o famigerado ‘O Auto da Compadecida’, lançado em 2000, e que mostra as aventuras de João Grilo (Matheus Nachtergaele) e Chicó (Selton Mello), dois nordestinos pobres que vivem de golpes para sobreviver no sertão da Paraíba. Este é apenas um dos grandes triunfos do nosso cinema e, na lista abaixo, você irá conhecer e relembrar os 5 melhores e mais revolucionários longas nacionais já feitos até os dias de hoje, na minha opinião.

 Tropa de elite (2007) | Direção: José Padilha

Foto: Universal Pictures / Divulgação.

Um dos grandes sucessos de 2007 foi o filme ‘Tropa de elite‘. Poucos meses após ser lançado, o longa já era um dos filmes nacionais favoritos de todos os tempos, e não é difícil entender o motivo, visto que a realidade da violência nas comunidades brasileiras é algo muito comentado até mesmo fora do país. A história mostra o dia a dia de um grupo de policiais e de um capitão do BOPE que quer deixar a corporação e tentar encontrar um substituto para seu posto. Paralelamente, dois amigos de infância se tornam policiais e se destacam pela honestidade e honra ao realizar suas funções, se indignando com a corrupção existente no batalhão em que atuam.

2 Filhos de Francisco (2005) | Direção: Breno Silveira

Foto: Globo Filmes / Divulgação.

Certamente ‘Dois filhos de Francisco‘ é um marco na história do cinema brasileiro. O filme foi um dos primeiros a retratar a história de grandes cantores sob desenvolvimento dentro do gênero dramático. Após o sucesso, não demorou muito para que se tornasse uma tendência nacional enaltecer nossos músicos e contar de alguma maneira a sua trajetória. Um lavrador do interior do Brasil tem um sonho: fazer com que seus dois filhos sejam famosos cantores de música sertaneja.

 O Homem que copiava (2003) | Direção: Jorge Furtado

Foto: Columbia Tristar / Divulgação.

Sabe aquelas aulas de história com algum teor político, nas quais o seu professor geralmente passava um filme ao final? Pois é, ‘O Homem que copiava‘ é um ótimo exemplo de como mostrar realidades de pessoas carentes em meio aos sonhos de obter dinheiro e crescer na vida. O filme apresenta a história de um humilde operador de copiadora que se apaixona por sua vizinha e, para conseguir se aproximar da jovem, se transforma num falsificador de dinheiro.

Que horas ela volta? (2015) | Direção: Anna Muylaert

Foto: Pandora Filmes / Divulgação.

A pernambucana Val (Regina Casé) se mudou para São Paulo a fim de dar melhores condições de vida para sua filha Jéssica (Camila Márdila). Com muito receio, ela deixou a menina no interior de Pernambuco para ser babá de Fabinho (Michel Joelsas), morando integralmente na casa de seus patrões. Treze anos depois, quando o menino vai prestar vestibular, Jéssica lhe telefona pedindo ajuda para ir à São Paulo, no intuito de prestar a mesma prova. Os chefes de Val recebem a menina de braços abertos, só que quando ela deixa de seguir certo protocolo, circulando livremente como não deveria, a situação se complica.

Hoje eu quero voltar sozinho (2014) | Direção: Daniel Ribeiro

Foto: Vitrine Filmes / Divulgação.

Combatendo o preconceito contra o público LGBT, ‘Hoje eu quero voltar sozinho‘ era originalmente um curta metragem que ganhou forças até se tornar um longa metragem, em 2014. Na trama, acompanhamos a vida de Leonardo (Ghilherme Lobo), um garoto cego que muda completamente quando um novo aluno entra no colégio. O adolescente precisa lidar com o ciúme da amiga e também com os inesperados sentimentos que o recém-chegado desperta nele.

Você é romântico? Desapegado? Quem sabe um cara durão, mas que continua todo apaixonado pela colega de classe? Talvez, pela vizinha? Ou quem sabe por uma garota que ficou lá no seu passado e que até hoje continua a morar nos seus pensamentos? Não importa quem seja essa pessoa, o sentimento que chamamos de “amor” uma hora ou outra vai morar em você. Nesta vida, ou você já teve seu coração partido, ou partiu o de alguém.

É tão curioso o modo como todos que estão a nossa volta tentam mudar seus destinos, seus sentimentos e até mesmo a si próprios. Creio que não adianta tentar. Logo, você estará gostando de alguém, e nessa hora irá se perguntar: o que devo fazer? Aqui vão algumas dicas de como proceder neste paraíso do delírio que chamamos de amor: em primeiro lugar, saiba tentar; não desista fácil, tente e obtenha o máximo de resultados que conseguir coletar.

O segundo passo vai exigir grande empenho, pois você precisa aprender a mostrar o quanto aquela pessoa é importante para você, de modo que seja impossível esquecê-la. Desenhos, flores ou poesias são eficazes na arte de eternizar uma pessoa, afinal, ser guardado na memória de alguém é certamente um tiro certeiro.

O terceiro passo é simplesmente dizer o quanto você gosta dela. Esta, é talvez, a mais difícil tarefa que você terá em relação a tudo isto, mas vale o esforço. Chame-a para conversar em algum lugar reservado e tenha coragem para dizer o que sente. O máximo que poderá acontecer é ouvir um tímido “não”. Ainda que isso possa doer no primeiro momento, você deve agradecer pela sinceridade da resposta, levantar a cabeça e continuar tentando.

Uma coisa muito interessante, é que as pessoas são diferentes demais umas das outras, e isto é ótimo, assim você sempre terá chances com outras que conhecer. No fim, não é como você se sente, e sim como você decidirá agir sobre este sentimento. Talvez seja hora de tentar, talvez seja hora de esquecer. Talvez, tudo o que você precisa fazer é chegar um pouco atrasado no primeiro dia de aula, e notar que naquela mesma sala, existe alguém que possa ser o seu destino. E mesmo que você não saiba ao certo o que fazer, não existirá dia dos namorados em que você não esteja pensando em alguém, afinal, se o amor é tão complicado assim, não será da noite para o dia que você conseguirá resolver como vai agir em relação a ele.

Foto: divulgação / Pixabay

O Dia das Mães é uma data muito especial, afinal, a nossa mãe é a mulher mais incrível que existe, sempre cuidando e nos aconselhando para a vida. No dia dela, que tal assistir algo que a faça rir, chorar, se emocionar e perceber o quanto ela é especial para você? Pensando nisso, listamos abaixo 7 filmes para assistir com as mães.

1) Boyhood – Da infância à Juventude (2014) | Crescer e estar no mundo

Boyhood é o filme perfeito para as mães que gostam do gênero drama, mas que ao fim da história queiram refletir sobre o que acabaram de ver. O filme mostra, ao decorrer de 12 anos, o crescimento de uma criança até a vida adulta. A trama na vida real levou esse tempo para ficar pronta, o que torna o longa ainda mais especial.

O filme conta a história de um casal de pais divorciados (Ethan Hawke e Patricia Arquette) que tenta criar seu filho Mason (Ellar Coltrane). A narrativa percorre a vida do menino durante um período de doze anos, da infância à juventude, e analisa sua relação com os pais conforme ele vai amadurecendo.

2) Que Horas Ela Volta? (2015) | Mãe, como uma só

Especial Dia das Mães: 7 filmes para assistir com elas
Foto: Globo Filmes / Divulgação

A pernambucana Val (Regina Casé) se mudou para São Paulo a fim de dar melhores condições de vida para sua filha Jéssica. Com muito receio, ela deixou a menina no interior de Pernambuco para ser babá de Fabinho, morando integralmente na casa de seus patrões. Treze anos depois, quando o menino (Michel Joelsas) vai prestar vestibular, Jéssica (Camila Márdila) lhe telefona, pedindo ajuda para ir a São Paulo, no intuito de também prestar vestibular. Os chefes de Val recebem a menina de braços abertos, só que quando ela deixa de seguir certo protocolo, circulando livremente, como não deveria, a situação se complica.

3) Para sempre Alice (2014) | O esquecimento como vilão

Filmes para ver com as mães: Para sempre Alice
Foto: Para sempre Alice / Divulgação / Sony Pictures Classics

Este é um daqueles filmes que certamente irão te emocionar: a temática explora uma devastadora doença que tem o poder de apagar completamente seu passado de forma gradual, mas de modo devastador.

Depois de algumas visitas ao neurologista, Alice descobre que tem um tipo raro de Alzheimer, um tipo genético que, além de atacar muito mais cedo que o comum, pode estar adormecido em um dos seus filhos. A situação vai se agravando cada vez mais, até que em um certo ponto da história, o intuito do filme fica claro. A celebração dos pequenos momentos cotidianos, e simples situações como um almoço em família, são elevados para mostrar a importância da vida, mesmo que ela esteja correndo o risco de ser apagada para sempre.

 

4) Minha mãe é uma peça (2013) | A simplicidade no humor

Minha mãe é uma peça
Foto: Paris Filmes; Downtown Filmes / Divulgação

O brilhantismo aqui é explorar o desenvolvimento das personagens, planos de fundo e a diversidade das situações da família central. O humor é abrangente e o foco é a mãe brasileira trabalhadora, sentimental, furiosa e carinhosa que todos temos. 

Dona Hermínia é uma mulher de meia idade, divorciada do marido, que a trocou por uma mais jovem. Hiperativa, ela não larga o pé de seus filhos Marcelina e Juliano, que já estão bem grandinhos. Um dia, após descobrir que eles a consideram uma chata, resolve sair de casa sem avisar ninguém, deixando todos, de alguma forma, preocupados com o que teria acontecido. Mal sabem eles que a mãe foi visitar a querida tia Zélia para desabafar suas tristezas do presente e recordar os bons tempos do passado.

5) O Quarto de Jack (2015) | Reflexões sobre o sentido da vida

O “Quarto de Jack” é definitivamente um dos melhores filmes já feitos sobre relações humanas e exploração comportamental. A história de Joy (Brie Larson), é retratada minuciosamente e explorada para passar desconforto e apreensão no espectador. Constantemente estamos pré-dispostos a achar que tudo vai dar errado, e que a história não terá um final feliz.

Joy (Brie Larson) e seu filho Jack (Jacob Tremblay) vivem isolados em um quarto. O único contato que ambos têm com o mundo exterior é a visita periódica do Velho Nick (Sean Bridgers), que os mantém em cativeiro. Joy faz o possível para tornar suportável a vida no local, mas não vê a hora de deixá-lo. Para tanto, elabora um plano em que, com a ajuda do filho, poderá enganar Nick e retornar à realidade.

6) 500 dias com ela (2009) | O romance como ele é

500 dias com ela
Foto: Fox Searchlight Pictures / Divulgação

500 Dias com Ela” é um filme que explora o romance do casal protagonista até o último nível de uma relação. Sua história acompanha o início e o gradual fim do casal, expondo fragilidade e desapego a uma relação que mudará para sempre a vida de Tom Hansen.

Tom Hansen (Joseph Gordon-Levitt) está em uma reunião com seu chefe, Vance (Clark Gregg), quando ele apresenta sua nova assistente, Summer Finn (Zooey Deschanel). Tom logo fica impressionado com sua beleza, o que faz com que tente, nas duas semanas seguintes, realizar algum tipo de contato. Sua grande chance surge quando seu melhor amigo o convida a ir em um karaokê, onde os colegas de trabalho costumam ir. Lá Tom encontra Summer. Eles também cantam e conversam sobre o amor, dando início a um relacionamento.

7Garota Exemplar (2014) |Mistérios e descobertas

Garota Exemplar
Foto: 20th Century Fox / Divulgação

Envolvente e curioso, “Garota Exemplar” é uma retratação da vida de um casal já casado há anos e que não está mais na mesma sintonia por diversos motivos. 

Amy Dunne (Rosamund Pike) desaparece no dia do seu aniversário de casamento, deixando o marido Nick (Ben Affleck) em apuros. Ele começa a agir descontroladamente, abusando das mentiras, e se torna o suspeito número um da polícia. Com o apoio da sua irmã gêmea, Margo (Carrie Coon), Nick tenta provar a sua inocência e, ao mesmo tempo, procura descobrir o que aconteceu com Amy.

Harry Potter é uma franquia mundialmente conhecida por seu sucesso e desempenho econômico. Em levantamento realizado pela revista Times, foi revelado que a franquia tem valor comercial de US$ 25 bilhões, quando combinados os inúmeros produtos relacionados a marca. Tal sucesso se deve aos 160 milhões de exemplares vendidos dos livros de J.K. Rowling, somente nos Estados Unidos, os oito filmes lançados para o cinema pela Warner Bros  (US$ 6,5 bilhões), o derivado Animais Fantásticos e Onde Habitam, os parques Wizarding World of Harry Potter e as demais marcas da série.

Todo esse sucesso teve início em 26 de junho de 1997, quando o primeiro livro ”Harry Potter and the Philosopher’s Stone” (Harry Potter e a Pedra Filosofal)  foi lançado no Reino Unido pela editora londrina Bloomsbury, sob autoria de J.K. Rowling, sendo posteriormente traduzido para mais de 65 idiomas. O sucesso de Harry Potter não é nenhuma surpresa: a história carrega mensagens de otimismo e crescimento espiritual, sendo uma fórmula atemporal sobre como enfrentar a vida e os desafios que ela nos impõe. Sob um olhar crítico e reflexivo, podemos observar que tudo o que Harry passa para finalmente derrotar O Lord das trevas é, na verdade, sua jornada para entender o que é o mundo. A trama constrói um sólido esquema de comportamentos humanos que agregam curiosidade e peso para cada personagem.

Este universo imagético de magia e superação sobre temas como abandono e fuga da realidade cativou crianças e adultos na época, tornando-se rapidamente um dos livros infantis mais vendidos. A Pedra Filosofal também foi o ponta-pé inicial para grandes franquias conseguirem seu espaço em meio às telonas, como as sagas Crepúsculo, Jogos Vorazes e Maze Runner. Quando o sucesso do livro já era incontestável, Rowling deu continuidade à história e em 1999, vendeu os direitos para a Warner Bros fazer adaptações cinematográficas de seus primeiros quatro livros, Harry Potter e a Pedra Filosofal, Harry Potter e a Câmara Secreta, Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban e Harry Potter e o Cálice de Fogo.

Em 2001, Harry Potter e a Pedra Filosofal estreou nos cinemas do mundo todo, o que alavancou ainda mais o rendimento financeiro dos quatro livros já existentes na época. Depois disto, a cada dois anos era lançado um novo filme de Harry Potter, e em paralelo, um novo livro, sendo o último lançado em 2007. A saga chegou ao fim nos cinemas em 2011, e no final de 2015, foi lançado a primeira edição ilustrada dos livros da saga, que promete ser publicada uma vez ao ano. Em 2017, para comemorar os 20 anos do primeiro livro, a editora Bloomsbury fez quatro novas capas, uma com cada brasão das casas de Hogwarts. E elas diferem da versão de capa dura para a de capa normal. Os novos livros serão lançados em junho deste ano. Ainda não há notícias de uma edição brasileira comemorativa.

Capa de Harry Potter e a Pedra Filosofal / Foto: Harrypotterfanzone.com