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manoelamatos

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Quem gosta de uma boa mistura de ritmos não pode perder o show do cantor Jorge Ben Jor neste sábado (23), no Espaço das Américas. O artista fará uma apresentação única na casa de shows, com a turnê Salve Simpatia, e promete agitar a noite com muito samba-rock.

Com um repertório cheio de swing, característica marcante de Ben Jor, o cantor  irá embalar o público com hits memoráveis de sua carreira como “Mas, que nada”, “País tropical” e “Fio maravilha”. O mestre do carisma revolucionou a música brasileira com seu estilo único e já teve seus clássicos interpretados por grandes nomes da MPB como Caetano Veloso, Gilberto Gil e Gal Costa.

Outra grande atração da noite será a banda Clube do Balanço, que  fará a abertura do show e trará sucessos como “Vício Perfeito”, “Samba e Arroz” e “Saudades da Preta”. O grupo, formado por Marco Mattoli, Edu Salmaso, Gringo Pirrongelli, Tiquinho, Fred Prince, Marcelo Maita, Reginaldo Gomes e Tereza Gama, tem mais de 15 anos de trajetória e é conhecido por animar salões de dança no Brasil e no mundo.

Show Jorge Ben Jor e Clube do Balanço

Data: 23 de junho de 2018 (sábado)
Horário de abertura da casa: 20h30
Início do show: 22h30
Censura: 16 anos
Local: Espaço das Américas (Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo – SP)
Capacidade da casa para este evento: 8.450 lugares
Acesso para deficientes: sim
Ingressos:  Pista 1º Lote: R$ 50,00 (meia) e R$ 100,00 (inteira) | Setor A, B, C: R$ 110,00 (meia) e R$ 220,00 (inteira)
Compras de ingressos: Nas bilheterias do Espaço das Américas (de segunda a sábado das 10h às 19h – sem taxa de conveniência ) ou Online pelo site Ticket 360 (https://goo.gl/xgibPV)
Formas de Pagamento: Dinheiro, Cartões de Credito e Debito, Visa, Visa Electron, MasterCard, Diners Club, Rede Shop. Cheques não são aceitos.

 


Quem gosta de esportes radicais com certeza já ouviu falar no parkour, uma modalidade cheia de adrenalina e aventura, que desafia seus praticantes. Em uma cidade cheia de muros altos como São Paulo não é difícil ver pessoas saltando em praças, pulando os mais altos prédios e se arriscando em meio ao concreto.

Criado na França, nos anos 1990, a atividade foi inspirada em um treinamento militar e consiste em saltar e escalar muros e portões. O maior objetivo do tracer, como é chamado o praticante, é superar obstáculos. E embora o esporte geralmente seja praticado ao ar livre, também existem academias especializadas que treinam crianças e adultos.

De acordo com Rafael Schawch Couto, praticante de parkour há 10 anos e professor na “Academia Tracer”, o principal objetivo de quem pratica o esporte é diminuir as barreiras que limitam seu deslocamento e buscar novas possibilidades. “O que nós buscamos com o parkour é chegar de um ponto ao outro de forma rápida e eficiente, ultrapassando todos os obstáculos. Nós não incentivamos as competições porque a filosofia do esporte está em escutar o seu próprio corpo e superar a si mesmo”, explica.

Ainda segundo Rafael, o esporte pode ser praticado por pessoas de todas as idades e em diferentes lugares. “Na rua nós pulamos os muros, mas quem tiver interesse pode começar a praticar até mesmo em casa. Por exemplo, se você estiver na cozinha e quiser ir para a sala, ao invés de dar a volta naquele sofá que está ali no meio, pode saltar por cima dele. O parkour consiste basicamente na busca por caminhos alternativos no ambiente em que você está. Qualquer forma de exploração diferente já é parkour”, diz.

A prática da atividade resulta em diversos benefícios para o corpo e para a mente. Com o passar o tempo, o praticante vai ganhando mais resistência física, massa muscular e fortificando as articulações. Além disso, o atleta ainda consegue ter novos olhares e perspectivas sobre as coisas e aprende a superar os medos.

Breno Dutelo Pastore descobriu o parkour há cerca de dois anos, através de vídeos na internet, e afirma que o esporte representa uma mudança muito grande na sua vida. “O parkour me ajuda a relaxar porque sou muito ansioso e aqui eu libero a adrenalina. Em época de prova, treinar é o que mais me ajuda. Depois que comecei a fazer, eu me sinto mais feliz, mais disposto e aprendi a lidar melhor com o meu corpo”, conta.

Para os tracers, quanto maior o desafio, melhor / Foto: Arquivo pessoal
Para os tracers, quanto maior o desafio, melhor / Foto: Divulgação