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Guilherme Moura

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O filme “O Nome da Morte”, que é escrito e dirigido por Henrique Goldman (Jean Charles), acaba de ganhar cartaz e trailer oficiais. O longa é inspirado no livro homônimo do jornalista Klester Cavalcanti, que conta a história real de Júlio Santana, matador de aluguel que confessou ter assassinado 492 pessoas. Os crimes aconteceram ao longo de 20 anos, sendo que durante todo esse tempo ele passou apenas uma noite preso.

O filme é protagonizado por Marco Pigossi no papel de Júlio, e reúne no elenco André Mattos, Fabiula Nascimento, Matheus Nachtergaele e Martha Nowill. O longa, que teve sua estreia mundial no Festival do Rio de 2017, tem lançamento nos cinemas marcado para 9 de agosto.

Confira o trailer do filme O Nome da Morte:

 

Elenco
Marco Pigossi ‐ Julio Santana
Fabiula Nascimento ‐ Maria
André Mattos ‐ Cícero
Matheus Nachtergaele ‐ Luciano
Martha Nowill ‐ Alzimara
Tony Tornado ‐ Genésio
Augusto Madeira ‐ Adilson

As pessoas têm dado cada vez mais importância ao consumo consciente no Brasil. Uma pesquisa feita em 2017 pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que em uma escala de 1 a 10, os entrevistados dão nota média de 8,7 para a importância do tema consumo consciente, mas apenas 28% dos brasileiros podem ser considerados consumidores conscientes de fato, sem diferença estatística em relação ao ano anterior (2016).

Ainda assim, muitas empresas tentam conscientizar a população sobre os impactos negativos que o consumo em demasia dos recursos pode causar na natureza, sociedade e economia. Pensando nisso, as irmãs Julia e Gabriella Wolff, sócias-proprietárias do Brechó Daz Roupaz, oferecem peças de segunda mão com o objetivo de estimular a consciência de tornar os produtos menos descartáveis.

A ideia de abrir a loja surgiu depois que as irmãs fizeram uma “varredura” nos armários e perceberam que era a hora de mudar de atitude: empreender e democratizar a moda de um jeito sustentável. “Você enjoa daquele pretinho básico ou do amarelo chamativo, você engorda alguns quilinhos ou emagrece outros. Não importa o motivo, as pessoas acabam deixando de lado inúmeras peças de roupas, que acabam ficando cada vez mais embaixo na pilha do armário”, diz Gabriella.

Um dos diferenciais que a loja oferece é justamente no momento em que o cliente escolhe a peça: caso ele queira, uma consultora o orienta dando dicas de como se vestir e usar as peças em looks diferentes. “A ideia é sempre mostrar que com aquela peça de roupa você pode ser quem você quiser. Outro dia mesmo uma cliente me falou: ‘mas esse casaquinho não é muito de senhora?’, e ai eu mostrei um look para ela que poderia mudar a cara da peça totalmente”, explicou Julia Wolff . Além da consultoria, o Brechó Daz Roupaz também possui um grupo no WhatsApp para compartilhar novidades com as clientes e até marcar horários para quem quiser vender roupas, onde elas explicam como são feitas as transações com antecedência.

Uma pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) apontou que comprar peças usadas pode gerar uma economia de até 80% em relação às compras em lojas tradicionais. Julia explica que o grande desafio do Brechó é mostrar que o usado traz benefícios. Ela salienta que em outros países a prática é muito comum e, aos poucos, os brasileiros estão deixando o preconceito de lado. “Estamos muito felizes com o que a gente vem acompanhando nessa nossa jornada”, finaliza. 

Serviço

Brechó Daz Roupaz
Local: 
Rua Deputado Lacerda Franco, 67 – Pinheiros, São Paulo
Horário: de segunda a sexta das 10h às 19; sábado das 10h às 18
Site:
www.dazroupaz.com.br

Facebook: https://www.facebook.com/daz.roupaz
Instagram: https://www.instagram.com/daz.roupaz/

Que tal utilizar um tênis com estampas exclusivas que você escolheu? Esta é a premissa da marca Usthemp, que trabalha exclusivamente com  a venda online de calçados tanto com o modelo DIY (Do it Yourself, ou “faça você mesmo), onde o cliente envia uma ilustração ou estampa e eles desenvolvem a peça sob demanda, quanto estampas próprias e diferenciadas.

Fundada em 2010, a empresa do interior do Rio Grande do Sul conta com a nova coleção chamada PetLovers, que traz estampas de animais de estimação. E além dela, outra linha que vem crescendo muito é a de  estampas de unicórnios. “Pensamos em oferecer ao cliente a possibilidade de criar estampas que representem aquilo que se identificam e amam. Aqui entra o amor pelos pets e o fato de ser um mercado em constante crescimento. Os unicórnios são a febre do momento”, conta Fabiano Bladt, CEO da empresa.

A estampa personalizada com o pet pode ser feita de duas formas: no modelo DIY, onde o cliente envia a própria estampa, ou no Illustrate, em que o cliente envia uma foto de referência do animal de estimação e a marca desenvolve a arte. Fabiano comentou que estes modelos foram desenvolvidos especialmente em resposta às solicitações dos consumidores.

Além de diversos modelos de tênis, a Usthemp também estiliza alpargatas e mochilas de acordo com a escolha da estampa. “Os lançamentos são frequentes tanto de estampas quanto de novos modelos de produtos. A cada semana lançamos novidades em nossos canais, sempre nos mantendo atualizados sobre as tendências do momento”, explica Fabiano.

O prazo de entrega dos produtos varia de região para região, mas o processo de produção leva em média de 3 a 5 dias. “O grande diferencial do modelo de negócios da Usthemp é justamente não trabalhar com estoques, mas sim produzir cada sapato sob demanda. Além de termos na essência a customização, todo Usthemp deve, obrigatoriamente, ser muito confortável. Acreditamos ser essencial vestir com personalidade e conforto”, finaliza Bladt.

Serviços

Site: https://www.usthemp.com
Instagram: https://www.instagram.com/usthemp/
Facebook: https://www.facebook.com/Usthemp

Na última quinta-feira de março (29), o Espaço das Américas abriu portas ao público para a gravação do terceiro DVD da dupla Zé Neto & Cristiano. O show, intitulado de “Esquece o Mundo Lá Fora”, apresentou de forma intimista o novo trabalho da dupla, que é um dos principais destaques do cenário musical sertanejo.

As filas que davam acesso à casa de show, que abriu às 22 horas, dobravam quarteirões. O Espaço das Américas, local consagrado por receber alguns dos maiores shows de São Paulo e pelo seu tamanho capaz de comportar até 8 mil pessoas, encheu rapidamente.

A decoração do show era um espetáculo à parte:  folhas e arabescos brancos e cinzas preenchiam as laterais do palco formando uma grande moldura, e as luzes de cima contrastavam com a iluminação do local, sempre variando entre amarelo, vermelho, lilás e azul. No centro, uma porta de laterais brancas mostrava diversos desenhos como garrafas de bebidas, árvores, e as iniciais da dupla “ZN&C”, que variava de acordo com a música. E para completar, luzes amarelas formavam o nome da dupla nos dois lados do cenário.

A música ambiente transitava entre gêneros como funk, pop, batidas eletrônicas, trazendo os hits de Anitta, MC Kevinho, Pablo Vittar, Jay-Z, Imagine Dragons, entre outros. Mas foi próximo a dupla subir ao palco que o estilo sertanejo marcou presença e embalou o público com sucessos de Maiara e Maraisa, Marília Mendoça, Jorge e Matheus, Simone e Simaria e até mesmo Zé Neto & Cristiano, fazendo o público participar de um grande couro sincronizado.

Com alguns minutos de atraso, próximo à 1h00 da manhã, Zé Neto & Cristiano subiram ao palco levando a multidão ao delírio já na primeira música.  O espetáculo trouxe tanto músicas inéditas do EP Zé Neto & Cristiano Acústico quanto as já conhecidas “Largado às Traças”, “Moça do Espelho”, “Novela das Nove”, “Status que eu não queria”, “Bebida na Ferida” e “A Gente Continua”.

O momento mais emocionante da noite, já no meio da gravação, foi anunciado pela dupla, dedicando a música “Mulher Maravilha” para seus filhos e esposas. “O maior presente que Deus deu para a gente se chama Pietra e José Filho. Essas duas criaturas ensinaram a gente a ser homens de verdade […] está é uma homenagem não só aos nossos filhos, mas as nossas esposas”, comentaram.  Quando a dupla iniciou a canção, suas esposas e filhos subiram ao palco e, ao notarem a presença dos familiares, Zé Neto & Cristiano não conseguiram conter as lágrimas de emoção e comoveram o público. A participação especial de José filho (filho de Zé Neto) e Pietra (filha de Cristiano), com certeza serão o ponto alto do DVD.

A última música apresentada, que carrega o nome do DVD, foi “Esquece o Mundo Lá fora” e contou com a participação especial do Dj Kevinho, prometendo ser o mais novo hit de sucesso da dupla. Para quem estava com saudades das músicas antigas, Zé Neto & Cristiano fizeram pequenas palhinhas de sucessos como “Seu Polícia”, “Cadeira de Aço” e “Amigo Taxista”.

Outro ponto a ser destacado é o carinho que os cantores sentem um pelo outro. Durante a apresentação eles chegaram a falar que se tratam como irmãos e se abraçaram diversas vezes. Não é para menos, já que eles se conhecem desde os 3 anos de idade. E o carinho dos artistas com o público não é diferente: demonstrações de afeto e agradecimentos marcaram o show inteiro, e até mesmo o episódio das fãs que acamparam dias antes do show na frente do Espaço das Américas foi lembrado com emoção pela dupla.

Com direção de vídeo de Fernando Trevisan (Catatau), produção musical de Ivan Miyazato, direção executiva de Wander Oliveira e realização Workshow, o DVD Esquece o Mundo Lá Fora promete agradar tanto os fãs da dupla quanto quem está se lançando no universo do gênero sertanejo.

 

 

Nesta quinta-feira (29),às 21h, o grupo Pagode da Ofensa encerrará a temporada do show “Pagode da Ofensa – O Show de Humor” no Teatro Gazeta. A trupe leva ao palco os quadros que executam no canal do YouTube como “As Paródias da Ofensa”, “Cantadas da Ofensa”, “Duelos de Rimas” e a gravação de um dos momentos mais esperados do espetáculo, o “Trotes da Ofensa”, onde o público tem a oportunidade de “trolar” os próprios amigos.

O “Pagode da Ofensa – O Show de Humor” tem uma pegada mais leve do que estamos acostumados a conferir na internet. “Pensamos em um modelo de show para que todos brinquem e se divirtam com a gente no palco. Quando as pessoas assistem aos vídeos do nosso canal, elas sempre nos veem zuando pessoas desconhecidas e, no teatro, essas pessoas têm a oportunidade de trolar um amigo ao vivo”, diz Eros Prado.

Charles Allama, o Xaxá, comentou sobre as expectativas de estarem em cartaz em São Paulo: “Nossos seguidores pediram e cá estamos! Sempre recebemos mensagens dos fãs pedindo show aqui na cidade, pois viajamos demais e nos apresentamos em diversas cidades do Brasil. Esta temporada é muito importante  o nosso trabalho no teatro”.

O show passou por mais de 30 cidades do Brasil em 2017, e já́ iniciou a turnê̂ 2018. No ano de estreia do formato de teatro, o grupo percorreu todas as regiões do país, e, além da apresentação, o quadro “Trotes da Ofensa” é gravado e transformado em conteúdo para o canal do youtube. “Os trotes fazem parte do momento mais esperado do show, pois essa é a oportunidade de trolar um amigo que tem uma história engraçada e que não está presente. Este também é um quadro importante, pois mostramos que o Pagode da Ofensa sabe improvisar, nada é combinado…a pessoa é chamada na hora e as piadas surgem naquele instante”, diz Leandro Sanches, o Lelê.

O Pagode da Ofensa reúne mais de 3,5 milhões de seguidores no YouTube, ultrapassou 300 milhões de visualizações em vídeos, mais de 900 mil seguidores no Facebook e mais de 130 mil no Instagram. “O crescimento do canal foi muito além do que imaginávamos, batemos estes números em menos de dois anos. Na internet temos mais liberdade de gerar conteúdo e estar mais próximos do nosso público”, finaliza Vinícius Senfrini, o Tatá.

Serviço:

Pagode da Ofensa – O Show de Humor

Direção: Eros Prado
Técnica: Alex Irigogin, Marcos Faustino
Produção: Tico Produções

Última apresentação: Quinta-feira, 29 de março de 2018
Horário: 21h
Local: Teatro Gazeta
Gênero: Comédia
Duração: 80 minutos
Ingressos: R$ 60,00 (Inteira) e R$30,00 (meia – carteirinha de estudante, idosos e doadores de sangue para cada apresentação)
Vendas Online: www.ingressorapido.com.br
Capacidade: 700 lugares
Classificação: 14 anos
Horário de funcionamento da bilheteria: de terça-feira a domingo, das 14h até o início do último espetáculo.
EndereçoAvenida Paulista, 900.
Estacionamento conveniado: Rua São Carlos do Pinhal, 303
Mais informações: (11) 3253-4102

 

Pantera Negra (Black Panter) é o mais novo filme da Marvel e o último antes do retorno dos Vingadores aos cinemas, em Guerra Infinita. O longa retoma à história de T’challa (Chadwick Boseman), após os acontecimentos de Guerra Civil.

Depois da morte de seu pai, o Rei T’tchaka (John Kani), T’challa precisa assumir o manto como líder de Wakanda, país mais desenvolvido tecnologicamente do mundo e sua terra natal. E apesar de ter se preparado a vida inteira para este momento, ascender ao trono pode trazer diversos conflitos internos e indagações sobre seus deveres como rei e como herói.

O longa traz muito da tão conhecida fórmula Marvel, mas se destaca diversas vezes. Uma das surpresas do filme é Erik Killmonger (Michael B. Jordan), um vilão forte, inteligente e com motivos que nos fazem questionar o quanto ele está ou não certo dentro do seu arco. Obviamente os meios utilizados por Killmonger jamais justificariam suas razões, mas o discurso empregado faz seu papel e convence.

O que difere Pantera Negra dos outros filmes da Casa das Ideias é justamente o discurso político do filme que está presente em suas 2h15 de duração. O contexto histórico trazido também é muito forte e Michael B. Jordan consegue expô-lo com excelência: todos os diálogos são bem executados e trazem a força necessária que o personagem precisa. A afinidade entre Jordan e Ryan Coogler, diretor do longa, fica bem visível em como o ator é dirigido; eles trabalharam jutos em “Creed: Nascido para Lutar” e “Fruitvale Station: A Última Parada”, ambos estrelados por Jordan.

Killmonger não é o vilão unilateral e superpoderoso que pretende dominar o mundo a qualquer custo – tipo de problema que permeia os filmes da Marvel há algum tempo -, mas sim alguém que confronta T’challa de igual para igual, se mostrando por diversas vezes ser muito mais que apenas um obstáculo a ser superado; ele é a lembrança viva dos erros de seu pai e da omissão da sua terra natal para com o mundo exterior.

Outro ponto alto do filme é o próprio país, Wakanda, que possui uma profundidade tão grande que deixa de ser um lugar e passa a ser um dos personagens centrais da trama – Wakanda para sempre! Das montanhas e cachoeiras ao corredor do palácio, aqui tudo salta os olhos – e fica ainda mais bonito em 3D. O único erro, porém, é explorar pouco as ruas da cidade. A Marvel, em conjunto com a Netflix, já havia conseguido esta mesma essência na série Luke Cage, que se passa nos subúrbios do Harlem.

Os figurinos cumprem a tarefa de dar personalidade à nação, criando diversas tribos e apresentando as várias culturas que um mesmo país pode ter. E para completar, a trilha sonora, que recebeu a curadoria de Kendrick Lamar, mescla sons convencionais e músicas africanas, dando ainda mais credibilidade à obra.

Pantera Negra revelou desde o primeiro trailer que seria um filme extremamente representativo e não falhou na missão: seu elenco é predominantemente composto de negros, e grande parte do casting principal é formado por mulheres.  E falando nas mulheres, elas roubam a cena diversas vezes, em especial a espiã Nakia (Lupita Nyong’o) e a líder das Dora Milaje, Okoye (Danai Gurira), que estão presentes tanto para apoiar T’challa em seu reinado quanto lutar ao seu lado para salvar seu país.

A graça do longa é comedida. Desta vez, as piadas certeiras ficam por conta de Shuri (Letitia Wrigth), irmã mais nova do rei T’Challa e gênia da tecnologia; Garra Sônica (Andy Serkis), um dos antagonistas do filme; e o agente Ross (Martin Freeman), que trabalha na CIA.

O maior problema do filme é o excesso de computação gráfica que pode causar certo estranhamento, principalmente nas cenas de perseguição e no embate final entre o Pantera Negra e o vilão. Em contrapartida, as lutas corpo a corpo são bem executadas. O destaque fica para a sequência no cassino e os combates para a posse do trono.

Pantera Negra é o longa mais particular do catálogo da Marvel. Ele possui erros pontuais, mas certamente seus acertos o tornam um filme extremamente essencial tanto na Marvel quanto no universo cinematográfico dos super-heróis.

Há quatro anos surgia o grupo Ritaleena, tendo como inspiração a roqueira Rita Lee e sua tão icônica rebeldia. Para a edição deste ano , os figurinos e músicas visitarão o luxo e glamour presentes na fase mais pop da dupla Lee/Carvalho e o resultado poderá ser visto nos bairros de Pinheiros, no dia 03/02, e Ipiranga, no dia 10/02, convidando toda a cidade para vestir a peruca vermelha e comemorar os 70 anos de Rita, completados no último dia 31/12.

“As obras da Rita Lee são a inspiração para a escolha do tema. Geralmente são aspectos que permeiam não só uma música mas uma veia temática que aparece em toda a obra. Neste ano escolhemos o lado glamour dela, o flerte dela com a ideia de sucesso norte-americano, meio vedete meio Carmen Miranda”, diz Alessa, idealizadora, diretora musical e cantora do bloco Ritaleena.

Quando o tema é estabelecido, as fantasias e decorações começam a ser desenvolvidas. Segundo Yumi Sataque, idealizadora, diretora de arte, figurinista e backing vocal do bloco, o processo todo de desenvolvimento dura, em média, três meses.

Uma das características do grupo é não repetir figurinos e músicas (todas com arranjos próprios) e por isso mesmo que a cada ano se espelham em uma fase diferente da tropicalista. Este ano o Ritaleena tem como inspiração as músicas “Sucesso, Aqui Vou Eu”, do álbum Build Up, de 1970, e “Dias Melhores Virão”, do filme de mesmo nome de Cacá Diegues, de 1989.

“Rita Lee é uma fonte inesgotável de inspiração e possui um universo criativo vasto que não se prende a nenhum tipo de convenção e estilo, podendo remeter a Carmen Miranda ou a David Bowie com a mesma desenvoltura”, afirma Yumi .

A boa repercussão não se deu apenas entre o público, que na primeira edição trouxe 5 mil foliões e tem expectativa de 25 para este ano. O grupo teve também as bênçãos da própria Rita Lee que, além de citá-los em sua autobiografia, já declarou apoio total à iniciativa desde o primeiro momento.

Blocos de carnaval:
03/02/18 – Desfile de Pré-Carnaval | 14h
Pinheiros – Rua dos Pinheiros esquina com rua Antônio Bicudo

10/02/18 – Desfile de Carnaval | 14h
Ipiranga – Praça do Monumento esquina com a rua Sorocabanos

Formação da banda:
Alessa – voz principal

Yumi Sakate – backing vocals
Carol Oliveira, Maurício Badé e Ilker Ezaki – percussão 
Abuhl Jr. – bateria
Marcelo D’Angelo – guitarra
Fernando Henna – teclados
Aimê Uehara – baixo

Contato (Imprensa e Contratação):
Alessa | (11) 98224.2321

Yumi Sakate | (11) 99331.5138 blocoritaleena@gmail.com

 

Liga da Justiça estreou neste mês e é o primeiro filme da Warner a reunir maior equipe de super-heróis do universo da DC Comics no cinema: Batman (Ben Affleck), Mulher-Maravilha (Gal Gadot), Flash (Ezra Miller), Aquaman (Jason Momoa) e Cyborgue (Ray Fisher).

O longa traz boas cenas de ação, ainda nos 10 primeiros minutos, mas acaba perdendo ritmo ao fazer apresentações rápidas e desconexas dos personagens novos. A única realmente interessante é a de Victor Stone (Cyborgue), um jovem atormentado com as habilidades que adquiriu após um acidente e que se mostra inflexível sobre a possibilidade de utilizar seus poderes para um bem maior por achar que os mesmos são instáveis. Infelizmente essa carga emocional se perde no momento que ele entra para equipe e Cyborgue fica ofuscado no meio dos outros. Já Barry Allen (Flash) é um aparvalhado que serve como alívio cômico, enquanto Arthur Cury (Aquaman) é a “força bruta” para equipe. 

Enquanto nos reencontramos com a mesma Diana Prince do filme solo Mulher Maravilha, temos uma surpresa ao sermos reapresentados a um Batman completamente diferente de Batman VS Superman. Toda a dor e complexidade que mostraram no filme anterior do homem morcego foram enterradas a sete palmos – provavelmente com o super-homem. Agora o personagem traz um ar mais cômico que pode até combinar com o rumo que o filme tenta mirar, mas acaba descaracterizando o personagem. Em certos momentos é difícil acreditar na atuação de Ben Affleck para o papel, ainda mais se comparado com Christian Bale, que reacendeu o espirito do personagem na trilogia Cavaleiro das Trevas.

O grande problema do filme está nas piadas fora de hora, alguns efeitos especiais ruins e na falta de peso do vilão Lobo da Estepe (Ciarán Hinds) – este é o pior de todos os erros. O antagonista tem suas motivações pouco exploradas; ele tenta juntar as Caixas Maternas, que são unidades de poder inigualável para destruir e conquistar e acaba caindo na mesmice: é unilateral, tem pouco peso em cena tanto em vilania quanto em personalidade e sua única função no filme é ser o motivo para reunir a equipe.

Liga da Justiça, quando comparado aos outros filmes do mesmo universo, é um ponto fora da curva. O tom sombrio que havia sido apresentado em Homem de Aço e Batman VS Superman acabou se perdendo, dando espaço para um tom mais cômico e aventuresco, assim como em Esquadrão Suicida.  Talvez, grande parte dessa diferença seja decorrente da saída do diretor Zack Snyder, que deixou o projeto antes da finalização após uma tragédia familiar, dando espaço para Joss Whedon, que trabalhou em Os Vingadores e Os Vingadores: A Era de Ultron.

Ainda assim, muito conteúdo bom é apresentado no filme. A sintonia do grupo enquanto equipe funciona muito bem e algumas cenas de ação se tornam memoráveis. O destaque de atuação continua com Gal Gadot – assim como fez na ponta que apareceu em BvsS –  , e, desta vez, vem acompanhada de Henry Cavill, que entrega um Superman cânone que gostaríamos de ter visto desde sua primeira aparição nas telonas.

Nesta altura do campeonato, é impossível assistir ao filme e não  criar um comparativo com Os Vingadores, da Marvel. Uma das principais diferenças entre as duas magnatas da cultura pop está na maneira de como esses universos cinematográficos foram construídos; enquanto um estabeleceu quem eram seus heróis e depois montou a equipe, o outro se preocupou em montar uma equipe e só então trabalhar seus heróis. O fato é que não existe um parâmetro do que é certo ou errado, porém a Marvel, apesar de algumas mudanças nos últimos filmes, continua com a sua fórmula já conhecida pelo fãs. Já a DC e a Warner estão explorando novos caminhos para aumentar a fatia do bolo, mas sabe-se que os resultado do que foi entregue em Liga da Justiça impactará diretamente no narrativa dos filmes que estão por vir.

Os primeiros minutos de Thor: Ragnarok ditam o ritmo das duas horas seguintes: ação frenética, trilha sonora incrível e muita comédia – mesmo que desnecessária em alguns momentos. O ator Chris Hemsworth retorna para o terceiro filme solo do Deus do Trovão e, desta vez, vemos um Thor diferente, mais poderoso e pronto para confrontar o fim dos tempos de Asgard.

O enredo se torna interessante tanto pelas inúmeras perdas quanto pelas poucas conquistas que Thor adquiriu.  Mesmo assim, o longa ainda continua com a mesma fórmula da Casa das Ideias e isso fica em evidência pelas camadas que o personagem adquiriu. Agora, o filme tem um tom de humor bem peculiar – que chega a ser depreciativo às vezes –, e ganha características similares ao aclamado Guardião das Galáxias (2014) como estilo dos cenários, vestimentas e principalmente a utilização de muitas cores.

Mesmo com um ritmo coeso para o personagem principal – ainda mais se comparado aos outros filmes solos do Deus do Trovão –, quem  traz o devido peso ao longa é seu elenco secundário composto pelo Grão-Mestre (Jeff Goldemblum), Korg (Taika Waititi) e a vilã Hela (Cate Blanchett). Enquanto Grão-Mestre trata todos de forma jocosa e peculiar, Korg faz uma comédia mais infantilizada e irônica. Já a atriz Cate Blanchett se diverte ao interpretar Hela e impõe medo com a psicopatia e imponência da personagem,  se caracterizando como uma das melhores vilãs do Universo Cinematográfico da Marvel, ainda que não tenha ganhado o devido espaço no filme.

Os quatro heróis principais, Thor,  Hulk (Mark Rufallo),  Valquíria (Tessa Thompson) e Loki (Tom Riddlestone), não são bem explorados enquanto equipe, funcionado mais em duplas ou sozinhos. Como aconteceu nos filmes anteriores, Tom Riddlestone acaba roubando o brilho de Hemsworth, mas desta vez ele não estava só; a atriz Tessa Thompson foi uma das melhores adições do elenco, contribuindo com algumas das melhores cenas do longa.

Apesar da comédia exagerada e de não trazer todo o medo e preocupação necessário ao  abordar o apocalipse asgardiano, Thor: Ragnarok traz consigo erros e acertos que a Marvel já vem cometendo em seus filmes. Ainda assim, o terceiro longa do Deus do trovão se consolida facilmente como uma das melhores obras solo do UCM. 

Aconteceu a 10° edição da Brasil Game Show (BGS), do dia 11 ao dia 15 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo. O evento trouxe novidades sobre games, tecnologia e assuntos do universo geek e pop.

A feira, que teve duração de 5 dias, contou com expositores de marcas como PlayStation, X-box, Saraiva, Panini, Casas Bahia, Warner Bros Games, Piticas entre outras grandes empresas do segmento. Até mesmo a Uber estava com um estande promovendo o “desafio Hadouken” – magia de alguns personagens da franquia de games Street Fighter -, no qual a pessoa fazia o icônico movimento do personagem Ryu para tirar foto e era inserido no ambiente do jogo com o poder saindo de suas mãos. Além disso, o espaço ainda continha fliperamas do game à disposição para os visitantes se divertirem. “Gostei dos estandes, porém esperava mais. Fiquei surpreso com os da Saraiva e da PlayStation, que estavam grandes e muito bem organizados”, comenta Sandor Costa, que fez sua primeira visita à Brasil Game Show na quinta-feira e se surpreendeu com o evento.

Uma das grandes possibilidades que a BGS proporciona, é a de experimentação de novos games, DLCs de personagens, ou mesmo a emoção de reviver jogos antigos em PCs, fliperamas e consoles. Entre os games de destaque estavam os recém-lançados FIFA 18, Marvel Versus Capcom Infinite, Dragon Ball Fighter Z, Injustice 2, Destiny 2 e GrandTurismo Sport.

 

Os fãs mais fervorosos ainda tiveram a possibilidade de conhecer astros internacionais como Ed Boon, o cocriador das franquias Mortal Kombat e Injustice; Nolan Bushnell, um dos responsáveis pela criação do Atari; Hideo Kojima, criador dos games da série ‘Metal Gear’, foi um dos nomes mais queridos do evento; entre outras estrelas. Já entre os astros nacionais, estavam os youtubers Bruno Clash, Totoro, Playhard, Lipião Gamer, entre outros.

 

O local também foi decorado com diversos bonecos em tamanho real. Os games de aparelhos celulares, Clash Royale e Clash of Clans, da Supercell, por exemplo, tiveram um totem da personagem “P.E.K.K.A” em tamanho gigante. A Piticas também entrou na onda e trouxe bonecos do Homem Aranha e do Deadpool.

Os cosplays, que também são carteirinha registrada desses eventos, foram uma das partes mais divertidas da BGS. Para cada lado que olhava, não faltavam pessoas customizadas com fantasias de seus personagens preferidos: Kitana, Millena e Scorpion, da franquia mortal Kombat; Leia e Darth Vader do Star Wars; Ryu e Chun-li, do Street Fighter; entre tantos outros que chamavam atenção pela fidelidade.

 

O local também contou com uma extensa praça de alimentação, que ia de doces e petiscos à fast foods. As redes do Bob’s, Girafas, Coxinharia, MC Cain e CUP Noodles (um dos patrocinadores do Brasil Game Cup) foram algumas a trazerem sabor ao evento.