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No último domingo (25), foi o dia de comemorar os 21 anos da Nativa FM. O palco do evento foi o Villa Country, localizado na Barra Funda, em São Paulo. A festividade contou com vários artistas da música sertaneja, como Edu Chociay, Yasmin Santos, Maria Cecília e Rodolfo, Daniel, Maycon e Vinicius, Juan Marcus e Vinicius, Jefferson Moraes e George Henrique e Rodrigo. O show contou com rodízio de apresentações, e cada artista trouxe os principais repertórios da sua carreira.

A festa começou com a apresentação de Edu Chociay,  que agitou o palco com a música “Ciúmes” e ainda contou com alguns hits eletrônicos para animar o show. Yasmin Santos entrou em seguida e cantou seu novo sucesso, “Saudade Nível Hard”.

A dupla Maria Cecília e Rodolfo colocou a casinha de madeira para cantar os sucessos “Tchau, Tchau”, “Presente de Deus”, “Dói Só de Pensar”, que marcam os 10 anos de estrada dos cantores.   Na apresentação da música “Depois da Briga”, o casal dançou juntinho e agitou ainda mais a plateia.

O cantor Daniel, um dos mais experientes a se apresentar, fez o público cantar em couro sucessos como “A Jiripoca Vai Piar”, “Eu sem Você”, “Difícil Falar de Amor”, e sua música nova “Discurso Ensaiado”. Com uma presença de palco extremamente marcante e um carinho muito grande com os fãs, o cantor ainda tirou fotos com o celular de quem estava na frente do palco. 

A dupla Humberto e Ronaldo dominou o palco com os suas músicas mais recentes: “Não Fala Não Pra Mim”, “Hoje Sonhei Com Você” e “Só Vou Beber Mais Hoje”. Logo em seguida foi a vez de João Bosco e Vinicius se apresentarem. A música escolhida por eles para iniciar o show foi “Chora, me liga”, uma das faixas mais icônicas da dupla.

Léo Magalhães, que é um dos principais nomes do sertanejo no nordeste, apresentou os hits: “Chamou, Chamou” , “Oi”, e “Locutor”, entre outras. Gustavo Mioto, que vem se consolidando com um dos nomes mais fortes da nova geração do sertanejo, levou o público ao delírio com as músicas “Contramão”, “Anti-Amor” e “Câmera Lenta”.

A última apresentação da noite, uma das atrações mais esperadas, foi de Naiara Azevedo. A sertaneja que esbanja carisma e arrasta uma legião de fãs soltou a voz ao cantar “50 reais”, “Mentalmente”, “Chora no Meu Colo”, entre outras músicas.

O aniversário de 21 anos da Nativa, além de ser uma grande comemoração de uma das maiores difusoras de música sertaneja no país, reuniu no mesmo palco nomes que marcaram história no gênero sertanejo e artistas promissores com um longo caminho pela frente.

 

O livro  O Menino do Pijama Listrado se passa em Berlim, na época do holocausto  Nazista. A trama apresenta Bruno, um menino de apenas nove anos que precisa deixar sua casa grande e aconchegante para acompanhar seus pais em uma função muito importante. Por ser muito novo, Bruno não entende o motivo da mudança, desconhece sobre o Nazismo, os Campo de Concentração e não sabe que seu pai é um comandante Nazista.

Sem a presença de seus amigos, era difícil se acostumar com a nova casa. Com o passar dos dias, Bruno começou a olhar através da janela do seu quarto um bairro distante  protegido por uma grande cerca, que lembrava Berlim. O local era um Campo de Concentração, mas para Bruno era uma fazenda — apesar dele não entender o motivo das pessoas terem um olhar triste.

Com sua curiosidade aguçada, Bruno conheceu Shmuel, um garoto que usava um pijama listrado e que fazia aniversário no mesmo dia que ele. O que ele não sabia é que Shmuel e sua família eram prisioneiros do campo de concentração.

A amizade com o garoto judeu tornou-se forte; todos os dias eles se encontravam na cerca e Bruno sempre levava comida para Shmuel. A cerca não era um empecilho para eles, que ficavam horas e horas conversando. Bruno tinha muita curiosidade para saber sobre como era dentro da cerca, mas Shmuel dizia ser um lugar triste.

Aos passar por grandes problemas, Shmuel precisou da ajuda de Bruno, e é neste momento que o livro  destaca seu enfoque principal: o valor da amizade, irmandade e compaixão.

O que mais chama atenção em O Menino do Pijama Listrado é a forma que o autor John Boyne conduz a história. Colocar algo tão delicado como a vida de uma criança no meio do Nazismo e destacar a amizade entre dois garotos tão distintos é surpreendente. Tanto o filme quanto o livro são bons, mas a leitura traz uma linguagem clara e tocante, além da inocência dos dois menos em meio a crueldade — e claro, o final surpreendente que marca a obra.

Se você é daquelas pessoas que adoram dar cor para sua vida, não pode perder o Holi Festival das Cores 2017. O evento acontecerá no dia 16 de setembro, no  Sambódromo do Anhembi, e contará com muita diversão, som e, é claro, cores. O Festival será dividido em três etapas: primeiro será a meditação com ioga e mantras, depois será a musicalidade do Brasil e, para fechar, acontecerá o linup com as músicas eletrônicas para agitar a galera.

Neste ano, a novidade é o HOLI-PASS; com ele, os interessados poderão ter acesso gratuito ao evento. Outra novidade será os kits promocionais, que contêm saquinhos de pó colorido e camiseta oficial do evento, dependendo do pacote de adesão.

Para mais informações do evento: http://www.holifestivaldascores.com.br/#about

Serviço:

Holi – Festival das Cores
Data: 16 de setembro de 2017.
Horário: das 10h às 20h.
Local: Sambódromo do Anhembi.
Av. Olavo Fontoura, 1209 – Santana.

 

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A fotografia sempre esteve presente em nossas vidas. É impossível ter aquele momento inesquecível com a família ou amigos e não registrá-lo. E para celebrar o Dia Mundial da Fotografia, entrevistamos a fotógrafa profissional Laís Figueiredo para contar sua trajetória, e é claro parabenizar estes profissionais que trabalham com tanta dedicação para eternizar os momentos.

OPA: Como surgiu o desejo de seguir na carreira de fotografia?
Laís: Já tive muitos pensamentos de qual profissão seguir. Sempre gostei muito de fotografia e decidi construir carreira na área quando eu vi que tinha que tomar um rumo, e comecei a pesquisar fotógrafos e me apaixonar ainda mais.

Fui percebendo que fotografar era algo que me satisfazia e consequentemente satisfazia o outro também, e acho que isso foi o que mais influenciou, enxergar que vai além de dinheiro e construir uma carreira com vínculos maiores do que financeiros.

OPA: Quando teve o primeiro contato com a fotografia?
Laís: Que eu me lembre, meu primeiro contato foi quando um tio-avô veio de Fortaleza nos visitar e trouxe uma câmera, eu peguei e saí tirando foto de tudo o que via pelo caminho. E claro, algo que sempre esteve presente são as fotografias da história da família; quando criança eu adorava pegar e ficar olhando detalhe por detalhe.

OPA: Qual área da fotografia você prefere trabalhar? Por quê?
Laís: A principal área da fotografia que eu pretendo e já gosto de atuar é a artística. Porque na fotografia eu encontrei a oportunidade de dizer coisas que com palavras eu não consigo, e por meio dela possuo total liberdade para expor meus sentimentos, emoções, ideais e crenças. Quero um dia poder fazer a diferença, por menor que seja através de uma fotografia capaz de transmitir aquilo que é invisível.

OPA:Onde você busca inspirações para fotografar?
Laís: Eu busco inspirações em outros fotógrafos, desde os mais renomados aos meus colegas, em livros, músicas, algum problema social. Como exemplo disso, eu tenho o projeto “Duo Flip”, em que me inspiro na acrobacia e o projeto “Amai-vos uns aos outros”, inspirado na linguagem do clipe Mirrors de Justin Timberlake.

OPA: Qual trabalho mais marcou sua carreira?
Laís: O trabalho que mais marcou minha carreira, foi o projeto “Amai-vos uns aos outros”, porque a partir dele eu vivenciei uma mudança em mim e consegui tocar pessoas com ele, tratando do assunto intolerância religiosa, tendo apoio de dois grande fotógrafos brasileiros: Gal Opido e Guy Veloso.

OPA: Como você se prepara para fotografar algum evento?
Laís: Eu entrego nas mãos de Deus primeiramente, porque sem Ele eu não consigo. Procuro referências fotográficas de acordo com o evento, procuro pensar sem limites em como eternizar aquele momento e estudo novamente pontos que sempre devemos lembrar.

OPA: Quais são os seus planos para o futuro como fotógrafa?
Laís: Eu pretendo fazer faculdade de psicologia para que eu possa atuar na fotografia de um modo a ajudar meu próximo. Sempre fiquei em dúvida em qual área estudar. Hoje sei que posso fazer os dois e ampliar meus conhecimentos para um bem maior.

OPA: Que dicas você daria para quem almeja seguir a carreira de fotógrafo?
Laís: Estude muito, leia e pratique muito, mesmo se não tiver uma câmera ainda, fotografe com o celular, mas fotografe. Infelizmente, o mercado está cheio de pessoas que ‘viram’ fotógrafos; seja você uma pessoa que se formou fotógrafo. Ninguém ‘vira’ médico porque comprou um jaleco. Aqueles que acham que ser fotógrafo é ter uma câmera têm seus dias contados no ramo.

Para conhecer o trabalho de Laís Figueiredo acesse:
Facebook: https://www.facebook.com/laisfigueiredofotografia/?fref=mentions
Instagram: https://www.instagram.com/photoleys/

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Foto: arquivo pessoal

Dia 12 de agosto, a Sala São Paulo irá receber o espetáculo Al-Mu’tamid, poeta rei do Al-Andalus (1040/1095) – Uma viagem por dez séculos de música e interculturalidade, que abre a 12ª Mostra Mundo Árabe de Cinema de 2017. Uma correalização da Fundação Osesp, do Instituto de Cultura Árabe (ICarabe) e da Câmara de Comércio Árabe Brasileira. Este projeto, que chega pela primeira vez ao Brasil, apresenta a música e a poesia do século XI, seguindo a rota do rei-poeta Al Mut’amid no norte da África e Andaluzia.

O conjunto de músicos e intérpretes cantam os poemas do Rei Al Mut’Amid nas línguas dos três países herdeiros do legado andalusino: Filipe Raposo, Janita Salomé e Quiné Teles de Portugal; Eduardo Paniagua e Cezar Carazo de Espanha; El Arabi Serghini e Jamal Ben Allal de Marrocos. O concerto vem acompanhado de projeções de imagens que documentam a viagem pelo território da sua vida.

Este ano, a instituição Cultura da Câmara Árabe está comemorando 65 anos de atuação no Brasil e a realização deste concerto, que já foi apresentado em algumas das principais salas de espetáculo da Europa e do mundo árabe, lisonjeia o calendário de comemorações pela data. “Estamos, uma vez mais, cumprindo o papel de integrar as culturas árabe e brasileira, oferecendo uma mensagem de coexistência entre diferentes povos e culturas por intermédio da arte”, comenta a diretora de Cultura da Câmara Árabe, Silvia Antibas. 

Em um tempo em que se assiste a fortes clivagens culturais e religiosas, alimentadas por velhos e novos conflitos político-territoriais, é importante recordar os valores de uma herança cultural que deve a sua longevidade precisamente à diversidade de povos e culturas, religiões e cultos, tradições e costumes, tecidos ao longo de séculos de convivência, de cruzamentos e de reciprocas influências.

Serviço:

Al-Mu’tamid, poeta rei do Al-Andalus (1040/1095) – Uma Viagem por dez séculos de música e Dia 12 de agosto de 2017, às 22h

Local: Sala São Paulo
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) | R$ 15,00 (meia) à venda na Bilheteria da Sala São Paulo ou pelos demais canais do Ingresso Rápido – (11) 4003-1212 ou www.ingressorapido.com.br

12ª Mostra Mundo Árabe de Cinema de 2017

Data: 9 a 16 de agosto de 2017
Local: Cinesesc 

Foto: divulgação

Dizem que os avós são os nossos segundos pais, mas, para mim, é muito mais que isso. São meus pais, meus amigos, meus confidentes. São aqueles que ajudam nas travessuras e a mimar, é claro.  Quem teve ou ainda tem o privilégio de conviver com os avós sabe a importância deles na vida dos netos.

Conselho de avó ou avô é tudo! Eles gostam de contar suas histórias de vida, contar sobre a vida no campo ou até mesmo na cidade, contar como eram os jovens na época deles, entre outros assuntos os quais eles dominam. Conforme o tempo vai passando, percebemos o quanto são válidos os seus ensinamentos e notamos o quanto é importante ouvir os mais velhos. Eles já passaram por vários perrengues nesta vida, por isso, sabem nos tranquilizar, dar conselhos ou fazer uma oração e dar uma esperança de que tudo vai melhorar.

Os encontros podem ser diários, semanais ou anuais, o que importa são os momentos que passamos juntos. Saímos sempre com uma paz interior e sabendo o quanto somos amados. Não posso esquecer-me de citar as comidas de vó que são sensacionais; ir à casa da avó e sair sem experimentar o rango é algo difícil, pois elas sempre fazem de tudo para você comer. E não importa a quantidade de comida que você ingeriu; para a avó, tem que sair com a barriga cheia. Elas não gostam de ver ninguém com fome.

Quando perdemos um deles, é horrível. Um vazio que fica em nosso coração e é difícil de explicar. Se você tem avós, aproveite ao máximo o carinho deles, converse, abrace, divirta e viva como se não houvesse amanhã todo o carinho que eles possam lhe proporcionar.

Neste dia dos avós, quero agradecer por vocês existirem e serem referência na vida de seus netos. Que Deus possa abençoar todos os avós e que vivam por muitos e muitos anos para nos orientar o melhor caminho a seguir e também deixar a vida mais feliz.

Dizem que um amigo de verdade vale ouro, e eu acredito muito nesta frase. O amor de amigo é algo diferente, algo que nos completa; é aquela pessoa que está ao nosso lado em todos os momentos que precisamos.

A palavra amizade quer dizer companheirismo, lealdade, parceria. Na amizade, podemos encontrar muitas coisas boas, ter uma pessoa em quem podemos confiar, estar à sua disposição para qualquer situação, seja em um momento de alegria ou até mesmo nos momentos mais difíceis. É poder compartilhar os nossos segredos e ter aquele confidente que sempre irá guardar ou até mesmo ficar em choque quando você faz algo fora do comum, e ter a plena segurança que o segredo não cairá nos ouvidos de terceiros. Não posso esquecer de citar aquele amigo colorido,  que vai deixar os seus dias mais felizes, e também aquela pessoa com quem você curte ir ao cinema.

É estar disposto a ouvir todos os seus problemas familiares ou profissionais e dar um ombro para poder desabafar ou chorar sem nenhum constrangimento, pois sempre vai ter uma palavra de consolo ou até uma solução para tal problema.

Os amigos nos dão força, nos encorajam e sempre vão nos ajudar quando caímos. A amizade começa de mansinho, e aos poucos toma conta da nossa vida, pois os amigos são enviados por Deus para fazer parte da nossa vida. Eles sempre abrem aquele sorriso no rosto quando ficamos tempos sem nos ver mas, mesmo longe, sempre nos levam no coração e nos pensamentos.

Sou muita grata por todas as amizades que eu fiz na trajetória da minha vida. Agradeço imensamente por tudo que fizeram por mim, por todas as gargalhadas, micos , segredos, aprendizagens, abraços, zoeiras e entre outros momentos especiais que já vivemos. Por mais que o tempo passou, e a responsabilidade aumentou, eu levo cada um em meu coração. Hoje eu sei o verdadeiro significado da palavra amizade. Obrigada por fazerem parta da minha vida e deixar os meus dias mais coloridos.

Foto: Pixabay

Fernanda Gentil é uma jornalista esportiva e apresentadora da Rede Globo que ganhou destaque na copa do mundo de 2014 pelo seu jeito irreverente na comunicação, mas não é apenas no esporte e na TV que a loira se destaca. Começou a fazer sucesso com o seu blog “Gentilbraga” relatando as situações do seu dia a dia com o seu ex-marido.

A Fernanda é a “mocinha” da história. O primeiro capítulo começa falando sobre a organização do seu aniversário de 15 anos; logo após ela contar como foi a preparação da sua festa, conta como conheceu seu ex- marido, Matheus Braga.

No decorrer do livro, ela conta como é sua família, seus pais, casamento, trabalho, a chegada do primeiro filho, o seu afilhado, enfim, tudo pelo que Fernanda já passou na sua vida.

O livro tem um formato bem diferente. Os capítulos são curtos, tornando a leitura mais agradável e ágil. O que chamou mais atenção foram as figuras que ilustram os capítulos; tem ilustração para descrever a reação do personagem na história, ficando mais divertido de ler.

Mocinha e Momô formam um casal pelo qual torcemos muito. A história é interessante pois conta suas inseguranças, medos e paixões. O livro ensina que os relacionamentos não precisam ser perfeitos e que não tem uma fórmula mágica para ter uma vida a dois como um conto de fadas. As pessoas não são perfeitas  e nem precisam ser para viver um relacionamento, porque amar é aceitar o seu par exatamente com suas qualidades e defeitos, e o casal precisa viver como se não houvesse amanhã, já que a vida passa tão depressa que não vale a pena olhar pra trás e ficar refletindo sobre a tristeza do passado. Basicamente, a história do livro transmite que devemos conquistar a nossa felicidade.

Quem deseja uma leitura agradável e que faça doer a barriga de tanto sorrir vai se surpreender com “Gentil Como a Gente”. É um livro que vale a pena a leitura e que com certeza o leitor vai tirar um bom proveito.

Capa do livro “Gentil Como a Gente” / Foto: divulgação

Não imagino como vai ser a minha próxima viagem ao Piauí. Chegar lá e saber que não vou poder ir à casa da minha bisa, ou simplesmente Maenisa, como todos a chamavam carinhosamente.

Sua casa no interior do Piauí é muito aconchegante. Sabe aquela casa simples e antiga? Assim é a casa da minha bisa! Um local calmo, familiar e que passa uma paz para todos aqueles que o visitam. Quando eu viajava, não dormia de ansiedade para poder ir almoçar ou jantar lá, ver minhas tias-avós, meus tios- avôs, primos e, é claro, a bisa. Sempre ia uma caminhonete D-20 com a galera da cidade para visitá-la, e todos com um sorriso estampado no rosto para verem a Maenisa.

Minha bisa, apesar de idosa, era uma senhora muito vaidosa, sempre estava com as unhas feitas, brincos e vestidos longos. Apesar do calor de 40°C, sempre usava uma toquinha; ela não gostava de deixar seus cabelos soltos. 

Quando todos se cumprimentavam, minha bisa chamavam todo mundo para ir à mesa se servir. Uma mesa de quase 2 metros, com vários tipos de carnes, arroz, feijão, salada. Para quem gosta de um bom rango  – assim como eu adoro -, os banquetes dela eram ideais para sair com a barriga cheia. A comida feita no fogão à lenha era uma delícia à parte, com aquele gostinho de comida do interior. Logo após a refeição, sempre eram servidas sobremesas como doce de leite, queijo, goiabada, rapadura, ou Maenisa pegava um saco de balas e bombons e jogava no quintal para a criançada. Era a maior festa e, na maioria das vezes,  as balas e bombons ficavam escondidas na areia e as crianças ficavam à procura de algum doce escondido. Ela sempre perguntava se todos estavam satisfeitos, não gostava de ver ninguém com fome. 

Em janeiro de 2016, fui ao Piauí e fomos à casa da minha bisa. No caminho, o carro atolou na lama e ficamos mais de 1 hora tentando sair de lá. Lembro- me que chegamos um pouco tarde e já era quase o horário do jantar. Antes de comermos, eu e minhas primas, Laisa e Vivian, decidimos ir ao quintal do nosso tio-avô, porque lá tinha um pé de seriguela e estávamos com vontade de comer. Minutos depois, chegou o cachorro do tio-avô e latiu muito, afinal estávamos invadindo o quintal do dono dele. Ficamos dentro da casa do tio, o cachorro cada vez mais bravo e os minutos passando; a esposa do meu tio decidiu distrair o cachorro para poder voltar à casa da bisa.

Chegando à casa da bisa, encontro minha mãe e conto todo o perrengue que passamos com o cachorro, no que minha bisa caiu na risada e disse: “Cuidado com o cachorro da roça”. Eu também aproveitei a situação e caí na gargalhada. Minutos depois resolvemos tirar umas fotos, para registrar aquele momento e tiramos várias. Apesar da minha bisa não ser muito fã de fotografias, ela caiu no embalo. Quando tiramos as fotos com todos, chamei minha bisa para tirar umas selfies somente eu e ela, e eu disse: “Bisa, quero tirar umas fotos com a senhora, para futuramente mostrar aos meus filhos e falar que a senhora é a tataravó deles”, ela sorriu e fizemos nossa sessão de selfies para eu postar nas minhas redes sociais e fazer um álbum de fotografia. Aquela noite foi inesquecível, após o jantar e a sobremesa foi à hora da despedida. Foi muito triste se despedir dela e saber que foi à última noite em que eu estive junto com minha bisa. Lembro- me que dei um abraço e beijo bem forte nela e agradeci por tudo que ela me proporcionou naquela noite.

No dia da sua morte perdi o meu chão. Acordei pela manhã e vi no grupo do WhatsApp da família a seguinte mensagem: “O céu acaba de ganhar um anjo: Maeniza”. Nesse momento, não sabia como eu ia seguir o meu dia, como eu ia pro estágio, pra faculdade. Chorei por alguns minutos, pedindo muita força a Deus para poder seguir o meu dia sem chorar. Quando cheguei da faculdade, minha mãe estava na sala assistindo televisão e começamos a conversar sobre a bisa. Falar dos maus bocados que ela já passou nessa vida, da morte do meu biso, morte dos seus filhos, entre outros momentos ruins que ela já passou. Minha mãe tinha um imenso orgulho de falar Maeniza, e sempre falava ela que ela era uma referência de força e superação. 

Hoje tenho muito orgulho de ter passado momentos especiais com ela, apesar da distância que existia entre nós duas. Quando estava no Piauí, sempre fazia de tudo para vê-la e aproveitar o seu carinho. Bisa, a senhora vai ser referência para as próximas gerações que estão por vir na nossa família, e todos vamos lembrar da senhora com o seu jeito alegre de ser que contagiava a todos.

Beijar na boca é muito bom, ainda mais com aquela pessoa especial e com um toque de paixão. Mas o que muitas pessoas desconhecem são os benefícios à saúde que esse gesto pode trazer. No dia 13 de abril, é comemorado o dia do beijo e por essa razão, resolvemos reunir alguns benefícios que este ato pode nos proporcionar.

Segundo a psicóloga e sexóloga Mirian Lopes, tanto a boca como os órgãos sexuais são constituídos de tecidos sensíveis com terminações nervosas, receptores que capturam sensações do tato que são enviadas e processadas no cérebro, e o beijo é uma ótima preparação para a relação sexual. “Quando um casal não se beija, indica que há menos afeto. O beijo é indicativo de uma vida sexual saudável”, diz.

Confira outros benefícios do beijo:

  • O beijo é um ótimo mecanismo para criar vínculos entre as pessoas;
  • É um ótimo calmante para o estresse. E ainda ajuda o sistema imunitário;
  • Sabe quando o nosso coração acelera na hora do beijo? Esse aumento cardíaco fortalece a oxigenação do sangue e diminui o risco de ataque cardíaco;
  • O beijo proporciona a liberação de endorfinas, que trazem a sensação de bem- estar. Lembre- se: quanto mais apaixonado, maiores são os prós à saúde;
  • O beijo ajuda na queima de calorias. Em um beijo, a pessoa perde cerca de 12 a 18 calorias, porém pode variar conforme a intensidade do beijo;
  • O beijo serve como um exercício. Durante o ato, movimenta 29 músculos, sendo 18 só da língua;
  • Durante o ato sexual, o beijo auxilia na excitação do casal. Garante ao homem uma ereção mais vigorosa, e para a mulher uma lubrificação vaginal;
  • Os batimentos cardíacos variam de 150 batidas por minuto, o que aumenta a oxigenação das células, consequentemente melhora a circulação e diminuindo insônias e enxaquecas;