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amandachalegre

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Nessa última quinta-feira (25), rolou o lançamento da playlist ‘Na Vibe Retrô’ criada pelo salão de cabeleireiro mais badalado de São Paulo, o Retrô Hair, em parceria com a DJ Patrícia Andrade, que selecionou as músicas para essa nova tendência.

O evento foi realizado na unidade localizada na Rua Augusta, onde a DJ Patrícia levantou o astral dos convidados naquela noite, tocando ao vivo. A playlist contém mais de 100 músicas nos estilos que variam do black ao rock, todas internacionais. Nela, o ouvinte poderá escutar John Legend, James Brown, Elvis Presley, Jhonny Cash, Alicia Keys, Destiny’s Child, Alok, entre outros astros da música. A seleção é envolvente e permite que o modo aleatório seja muito bem aproveitado.

O evento contou com a parceria da marca de maquiagens Maybelline, que presenteou os convidados com diversos produtos de beleza. Além disso, havia aquele clima de descontração com bebidas à vontade.

A noite se tornou propícia também para mudar o visual, como no caso da cliente Letícia Daniel, que compareceu ao evento para prestigiar o lançamento da playlist, mas acabou empolgada pelo local. “O evento fluiu muito bem. A DJ tinha um jazz bacana e o ambiente estava muito animado com várias coisas acontecendo ao mesmo tempo”, comenta.

O salão possui duas unidades em São Paulo, na Rua Augusta e na Avenida Paulista, com decorações que seguem o nome da casa, e uma parte de barbaria separada. Os cortes custam R$ 90,00 com lavagem e finalização, e conta com profissionais bastante elogiados.

Para acessar a playlist, procure no Spotify ‘Na vibe retrô’ e curta bastante.

Hoje é Páscoa! Dia de renovação, esperança e fé. Para esse dia tão especial, trazemos uma matéria sobre a ação social de Páscoa realizada pela empresa Tata Consultancy Services (TCS Brasil) que doou mais de 100 ovos de chocolate para as crianças do Centro Comunitário Hercilia da Silva Barbosa.

O Centro localizado no Parque Imperial, em Barueri, é um projeto da Prefeitura Municipal junto ao Instituto EduSA. No local, cerca de 100 crianças são recebidas de segunda  sábado, antes ou depois do período escolar regular. Elas são capacitadas e entretidas com diversas atividades, como língua inglesa, reforço escolar, artesanato, violão, ballet, hip hop, entre outras danças.

Com o intuito de realizar uma Páscoa diferente, a TCS realizou uma pesquisa para entender a necessidade de deixar o feriado mais doce para as crianças do Parque Imperial. Com isso, foi criada uma campanha que contou com os colaboradores da empresa para arrecadar a quantia de ovos para elas.

A ação social foi concluída e então, no dia 12 de abril, alguns associados foram ao Centro para entregar os ovos de Páscoa. A recepção feita pelas crianças foi calorosa e recheada de apresentações de danças. As meninas demonstraram os seus talentos no ballet, e depois, os meninos ousaram ao apresentar os seus passos de hip hop.

Dessa vez, foi a TCS que contribuiu para a alegria da Páscoa em um gesto simples e que demonstrou o quanto cada um pode fazer para gerar sorrisos tão puros de crianças. Feliz Páscoa!

Para quem quiser conhecer um pouco mais do trabalho do Centro Comunitário Hercilia da Silva Barbosa:

Endereço:
Rua: Silvio Romério, 101, Parque Imperial,
Barueri CEP 06462-370
Telefone:
(11) 4208-7693 ou (11) 4193-4158
Horário de atendimento:
Segunda a Sexta das 8h às 18 horas
Sábado das 8h às 14 horas

Realizar qualquer tipo de vestibular não é fácil. O nervosismo toma conta, a ansiedade também, e tudo isso reflete no desempenho. Por mais que o candidato tenha estudado e se dedicado, o tempo vira um inimigo. Agora imagine pessoas que sofrem com algum tipo de dificuldade para fazer a prova, tudo parece muito mais difícil.

O ENEM criou em 2012, salas especiais para pessoas que necessitam de um atendimento diferenciado. Já no primeiro ano com a novidade, 28.295 candidatos solicitaram a ajuda do INEP. O método foi implantado para pessoas com deficiências, sejam elas auditivas, visuais ou físicas, déficit, dislexia, classe hospitalar, e até mesmo mães que ainda amamentam, com salas e acessos exclusivos para realização da prova.

“Entendo sobre as salas especiais no Enem, que atendem ao princípio de Justiça. Justiça é tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais na medida em que se desigualam”, explica Amanda Shuto, formada em Direito. Profissionais são disponibilizados para auxiliar nos dois dias que o ENEM é aplicado. O candidato pode optar pela sala exclusiva e auxílio deles, como por exemplo, uma pessoa que sofre com transtorno de ansiedade ou déficit de atenção, pode solicitar auxiliares para ajudá-lo a ler a prova e o manter focado nela.

Isso foi feito para que todos os candidatos tenham a mesma oportunidade de realizar o exame com calma e concentração que são essenciais para o sucesso na prova. Como no caso de Janicélia Rodrigues, que sofre de dislexia e conseguiu uma bolsa no Prouni. “Esse recurso foi a melhor coisa que o ENEM fez. Antes disso, eu não conseguia terminar a prova no tempo, sempre acabava chutando o restante das questões para terminar. A ajuda dos leitores é ótima. Eles perguntam se entendi a questão e leem de novo se for necessário”, conta a estudante de biomedicina.

Com o apoio dos leitores, o candidato tem a oportunidade de finalizar a prova, de forma em que tudo é fiscalizado igualmente em todas as salas, com câmeras e fiscais de prova. Além disso, os leitores são imparciais e apoiam apenas na leitura.

“Para quem precisa realmente da ajuda, é muito valiosa essa inclusão social. Na primeira vez que fiz a prova com os leitores, minha nota já aumentou mais de cem, pois consegui realizar até o final”, diz Janicélia Rodrigues. Os candidatos podem solicitar o recurso a partir da inscrição pela internet, e será destinado ao local que tenha estrutura para seu atendimento exclusivo. Com isso, a igualdade se torna mais real para as oportunidades na educação.

Foto: Google Imagens
Foto: Google Imagens

A tecnologia tem usado e abusado da função dos localizadores, inclusive quando falamos em animais de estimação. É preocupante para os donos dos pets a possibilidade de perdê-los. Nisso, os avanços tecnológicos têm auxiliado com alguns produtos que foram desenvolvidos como os Microchips e Coleiras GPS para bichos, que viraram sensação no mercado pet.

Os microchips possuem o tamanho de um grão de arroz e carregam informações dos donos. Eles são implantados nos animais através de uma agulha sob a pele, o que não causa desconforto. Caso o animal se perca, é realizada a leitura do chip pelo leitor que as clínicas veterinárias possuem, para mostrar os dados que estão cadastrados.

Já a Coleira GPS, é uma coleira com um dispositivo linkado a um aplicativo no celular do dono, ou até mesmo pelo Google Maps. O animal é controlado em tempo real prevenindo a perda dele. Os produtos geralmente são importados e funcionam de acordo com a empresa que os desenvolvem. Algumas enviam uma mensagem ao número cadastrado caso o bichinho de estimação saia dos campos registrados, outras encontram o animal em qualquer área.

Os profissionais da área pet consideram uma segurança válida e recomendam que os donos possam aderir a esse método. “A tecnologia avançou muito e o rastreamento tornou-se o “Rg” dos pets, acho que todos os donos devem utilizar essa nova plataforma, principalmente agora com essa onda de sequestros de pets. O animal de estimação merece todo cuidado e atenção que nós humanos temos a oferecer”, diz Maria Lurijane Ferreira, farmacêutica e auxiliar de enfermagem veterinária.

Em relação a qual produto é mais recomendado, Maria Lurijane acredita que a Coleira GPS corra o risco maior de ser retirada. “Acho todos os dispositivos válidos, porém, acredito que a microchipagem seja o melhor método, porque a maioria dos hospitais e clínicas veterinárias possuem o aparelho para leitura do chip. Acredito que a Coleira GPS seja muito mais fácil de ser removida do pescoço do animal e acabar enganando o proprietário quando pesquisar onde ele está naquele momento”, explica ela.

“Decidimos colocar porque a raça da Luna (Spitz Alemão Mini) é cara, com valor do filhote de cerca de 10 mil reais, e existe muita procura, inclusive no mercado negro. Muitos são roubados na rua para reprodução forçada ou mesmo para venda. Queremos ter a garantia de que se, por algum acaso ela passar nas mãos de um veterinário, ele possa scanear o chip, encontrar nossas informações e nos contatar”, explica Caio Luz, metroviário.

Foto: Arquivo pessoal do entrevistado
Foto: Arquivo pessoal do entrevistado

O público vegetariano segue a filosofia de não consumir qualquer produto que gere exploração ou sofrimento animal. No Brasil, segundo dados fornecidos em 2013 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 10% da população são vegetarianas. Só em São Paulo, por exemplo, são mais de 800 mil pessoas, conforme pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública (Ibope) no mesmo ano.

Os grupos da causa são subdivididos entre semivegetarianos, ovolactovegetarianos, ovovegetarianos, lactovegetarianos, vegetarianos e veganos. Todos não consomem nenhum tipo de carne vermelha, mas possuem suas diferenças. Confira as diferenças de cada uma delas abaixo:

Conheça a divisão dos grupos de vegetarianos e veganos

Os semivegetarianos consomem peixes e aves; os ovolactovegetarianos, ovos, leite e derivados; os lactovegetarianos têm uma alimentação baseada em leite e laticínios, mas eliminam os ovos; os ovovegetarianos consomem ovos, mas abrem mão de leite e derivados; os vegetarianos estritos não utilizam nenhum produto de origem animal na alimentação; já os veganos fazem parte do grupo mais rígido. Eles evitam consumir e utilizar qualquer coisa de origem animal em todas as áreas de suas vidas, seja na alimentação, vestuário, ou qualquer outro tipo de atividade que envolva sofrimento animal.

Algumas pessoas escolhem ser vegetarianos pelo simples fato de abraçar a causa animal ou querer levar uma vida mais saudável, inclusive com alimentos orgânicos. Outras têm isso a partir de sua religião, como por exemplo, os Budistas, Rastafáris, Adventistas e Hinduístas.

Luiz Martins, administrador de redes, vem de uma família Adventista e nunca consumiu carne vermelha. “Sou ovolactovegetariano. Eu nasci em meio ao vegetarianismo que é uma tradição familiar. A maior parte da família paterna é adepta”, comenta.

“Eu sou ovolacto, fiz essa escolha porque percebi que posso me alimentar sem matar nenhum animal. Fiz mudanças na minha alimentação. Praticamente tudo que eu acho para comer é queijo. Eu como muito queijo hoje em dia”, diz Felipe Gabriel Urbina, vendedor.

Quando o corpo para de receber a carne, ele para de absorver a proteína existente nela. Então o público vegano tem o costume de comer alimentos ricos em proteínas e ferro.

Essas substâncias são encontradas em castanhas e sementes como nozes, avelãs, castanha-do-pará, castanha de caju, amêndoas, gergelim, semente de girassol, e pelas leguminosas, lentilha, feijão, ervilha, grão-de-bico, soja e derivados, por exemplo.

O mercado também tem percebido o aumento de vegetarianos. Por isso, muitos restaurantes estão adaptando seus cardápios. Entre eles está o Gopala Madhava. Com mais de 20 anos em São Paulo, o restaurante é focado em cozinha lacto vegetariana contemporânea, famosa entre o público. As receitas possuem um toque especial com alguns elementos da culinária indiana, como o ghee, a massala e o dahl.

Além disso, existem eventos para a realização de feiras ecológicas e festivais de culinária. Outro tipo de divulgação é os desafios que estão conquistando a internet, onde influenciadores da grande mídia participam para incentivar os internautas. O 21 Dias Sem Carne, por exemplo, promove que uma pequena mudança na vida de quem participa, onde por 21 dias, o participante recebe, por e-mail, informações, suporte de especialistas, nutricionistas e receitas para a alimentação.

Outra campanha bastante conhecida é a Segunda Sem Carne, que propõe conscientizar a população sobre os impactos que o uso de produtos de origem animal na alimentação têm sobre os animais, sociedade, saúde humana e no planetas. Assim, o projeto convida a tirá-los do prato pelo menos uma vez por semana.

Cesta de vegetais / Foto: Pixabay
Cesta de vegetais / Foto: Pixabay

Após Hugo receber um pequeno embrulho contendo um besouro, é encontrado morto em seu quarto. Seu irmão Alberto, estudante de medicina, passa a procurar o responsável pelo crime ocorrido na pequena cidade do interior de São Paulo. Então um alucinante quebra-cabeça envolvendo um assassino em série passa a fazer parte dessa história recheada de mistérios. “Embarcamos como parceiros de Alberto na busca pelo assassino de seu irmão. O livro Escaravelho do Diabo instiga a curiosidade do leitor e sua capacidade de análise crítica em relação aos acontecimentos da trama”, explica Letícia Silva, estudante de Produção Editorial.

O Escaravelho do Diabo é um clássico de suspense da literatura infanto-juvenil do Brasil, escrito por Lúcia Machado de Almeida, vencedora de diversos prêmios literários. “O Escaravelho do Diabo foi meu primeiro contato com a autora e hoje posso afirmar que ela foi um grande presente para a literatura brasileira. Tenho profunda admiração pelo seu legado literário”, diz Letícia Silva.

Esse foi um dos títulos publicados pela editora Ática, na Coleção Vaga-Lume que “fizeram a cabeça” dos estudantes no colegial. “Este livro em particular me pegou no turbilhão da pré-adolescência e me marcou muito. Na época, eu estava vidrada por tudo que era produzido pela Vaga-Lume, eu saia da biblioteca com três títulos deles diferentes todas as vezes e assim eu me deparei com O Escaravelho do Diabo”, relembra Letícia.

Por mais que a narrativa de suspense e ação que o livro traz seja recomendada para o público infanto-juvenil, a leitora indica a história para todas as idades. “O grau de complexidade da obra é ideal para aguçar sem subestimar. Sua estrutura narrativa estimula sem pressionar o jovem leitor. Mas recomendo a leitura a todos que gostam de um bom livro, sem exceção”.

Bem visto pela crítica e dado o grande sucesso entre os leitores, o Escaravelho do Diabo ganhou uma adaptação para os cinemas no mês de Abril/16. “A adaptação para o cinema foi bem nostálgica. As alterações no enredo como Alberto sendo um garoto de 13 anos descobrindo o amor, ao invés de um galanteador estudante de medicina, demonstra o apelo comercial para abranger e conseguir maior empatia ao público mais jovem e fazer com que o público antigo sinta-se criança de novo. Mesmo com algumas falhas de condução de roteiro, o filme tem uma fotografia ótima que nos transporta para o clima de suspense e mistério com uma dose muito bem administrada de violência.”, conta Letícia.

Capa do livro O Escaravelho do Diabo
Capa do livro O Escaravelho do Diabo

Quando se fala em Motocross, a adrenalina logo vem à cabeça das pessoas. Pela sua forma radical e cheia de obstáculos naturais nas pistas de terra, que fazem os pilotos saltarem com as motos, uma nova ideia surgiu, fugindo da corrida e fazendo com que o esporte seja ainda mais surpreendente.

O Motocross Freestyle (FMX) é um estilo livre que nasceu devido aos motociclistas buscarem maiores emoções, realizando manobras acrobáticas no ar. São elas que valem pontuação nas competições, nas quais juízes consideram estilo, nível técnico, reação do público, criatividade e melhor percurso. Ela exige mais técnica, prática e muito treino dos competidores para que sejam executadas de maneira precisa e segura.

A modalidade também proporciona shows aos fãs. Em 2001, um dos mais importantes pilotos do país, Jorge Negretti, criou uma rampa móvel e reuniu pilotos de FMX em apresentações pelo Brasil, feitas com saltos sobre caminhões que atingem em média 10 metros de altura e 25 metros de comprimento.

O “Jorge Negretti Motocross Show” realiza, há mais de 15 anos, diversas apresentações nos principais eventos como etapas de Fórmula Truck, Desafio Internacional das Estrelas e Salão Duas Rodas.

Negretti é campeão com dez títulos nacionais, campeão latino americano e sul americano de Motocross. Participou de disputas em supercross, arenacross, supermoto e enduro, e tem uma carreira bem sucedida em pistas de terra. Além disso, é considerado um pioneiro em FMX. “Sempre tive facilidade em saltar, então na época não foi muito difícil começar a fazer manobras. No começo, elas eram consideradas gracinhas, a modalidade ainda não existia”, conta.

Algumas manobras do esporte são Heel Clicker, uma das mais fáceis na qual o piloto abraça as pernas fazendo tocar os calcanhares à frente; Superman Seat Grab; Hart Atack; Bar Hope; Tsunami; Cliff Hanger; Cordoba e o Backflip, uma das mais recentes e que pouquissimos pilotos no Brasil executam. Nela, o piloto e a moto dão uma volta completa no ar, um 360º. “Tem que colocar a criatividade à prova, é quando a gente corre o maior risco, porque quando você está acostumado a fazer uma manobra, o risco diminui. Mas para criar algo novo é bem complicado”, diz Negretti.

As motos utilizadas na modalidade são vindas do Motocross, mas com algumas adaptações. As mais utilizadas para o FMX são as de 250 cilindradas, com peso de aproximadamente 98 quilos e motores de dois tempos para uma arrancada mais explosiva, que alcance uma boa velocidade em pouco espaço, e assim voem entre as rampas montadas.

“Sempre fui apaixonado por Motocross e acompanho competições internacionais pela internet. Mas acho que a maioria das pessoas sejam atraídas ainda mais pelo Motocross estilo livre, devido à dificuldade das manobras realizadas no ar que realmente impressionam. Acredito que isso é muito bom para o incentivo do esporte, pois chama atenção e por consequência atrai patrocinadores”, opina Lucas Negretti, estudante de engenharia civil.

*Publicado originalmente no jornal Expressão

Jorge Negretti praticando os saltos / Foto: Arquivo pessoal
Jorge Negretti praticando os saltos / Foto: Marcelo Marafante