Malta: um pequeno paraíso no Mar Mediterrâneo

Sol, praia e paisagens de tirar o fôlego: assim é Malta, uma pequena ilha na Europa, localizada a 93 km da Sicília, no sul da Itália e banhada pelo Mar Mediterrâneo. O país é uma boa opção para aqueles que desejam conhecer o continente sem gastar demais. A moeda é o euro e as línguas oficiais são inglês e maltês.

Em uma viagem não muito longa é possível conhecer todos os cantos de Malta, que tem somente 316 quilômetros de área total. Para se ter uma ideia, o local conta com apenas um aeroporto, o Aeroporto Internacional de Malta, que fica na cidade de Luqa, a apenas 9 quilômetros da capital Valeta e da agitada St. Julians.

St. Julians, aliás, é o local ideal para quem procura baladas. E a melhor parte é que lá a entrada é gratuita em praticamente todas as boates. Ou seja, você pode trocar de lugar quando quiser durante a noite, pagando apenas o que consumir.

“Malta é um lugar incrível para se visitar”, afirma o analista de sistemas Felipe Costa, que passou um mês por lá fazendo um intercâmbio de inglês. “A ilha é contemplada por belas praias, com excelentes visões do pôr do sol. Talvez os mais bonitos estejam lá. Golden Bay é uma ótima opção para ver esse fenômeno da natureza. A ilha é composta por uma arquitetura que mistura edifícios mais modernos com casas e estabelecimentos ao modo clássico italiano”.

De fato, nem só de praia vive Malta. As cidades lá têm uma bela arquitetura, que pode ser apreciada nos detalhes por horas. Exemplos disso são a capital, Valeta, de onde partem ônibus para todos os cantos do país, e a antiga capital, Mdina, também conhecida como “cidade silenciosa” e que tem apenas 300 habitantes.

Outros locais que valem a pena a visita são Blue Grotto, Paradise Bay, St Peter’s Pool, Bugibba e Popeye’s Village, cenário no qual foi gravado o filme do Popeye, na década de 80, com o ator Robin Williams, e que hoje é uma das atrações mais conhecidas de Malta. A entrada é paga, mas só a paisagem do local por fora já vale o passeio.

Clima

Pela quantidade de praias, a alta temporada acontece no verão, no meio do ano, quando a temperatura pode ultrapassar os 30 graus. Já  entre os meses de outubro e março (outono e inverno), os termômetros costumam ficar entre 9 e 19 graus. Para quem curte um friozinho, este período também pode ser muito agradável: apesar de alguns dias de chuva, a maior parte do tempo o céu fica ensolarado e lindo, mesmo no frio.

Custos

O custo de vida, em geral, é mais baixo do que em outros países da Europa e a maior parte dos pontos turísticos pode ser vista de graça, já que se trata de fenômenos naturais ou cidades históricas. Quem gosta de caminhar a apreciar belas paisagens não vai se arrepender de escolher a ilha para a sua próxima viagem.

A locomoção é outro ponto positivo. Dentro das cidades, é possível fazer diversos passeios a pé, já que os locais são pequenos. Já para ir pontos turísticos mais distantes, a melhor opção é o ônibus, já que não há serviço de metrô ou trem. O bilhete unitário custa € 1,50, mas vale por até duas horas. “O transporte público é muito bom e atende ao tamanho do lugar, o trânsito corre bem, as faixas de pedestres são respeitadas sempre”, conta Felipe.

Gozo e Comino

Além de todas essas belezas, Malta ainda conta com mais duas ilhas: Gozo e Comino, paradas obrigatórias para qualquer turista.

A primeira, maior, tem cerca de 30 mil habitantes. Sua capital, Victoria, é um dos pontos altos. Lá também ficava a Azure Window, um dos principais cartões postais do país, que desabou na última semana após uma tempestade. O ocorrido foi uma grande perda para os moradores e turistas, mas existem vários outros lugares belíssimos para conhecer no local. Para chegar em Gozo, é preciso ir até o Cirkewwa Ferry Terminal e pegar um ferry, cuja passagem custa € 4,65 (ida e volta). O trajeto dura apenas 15 minutos e o barco tem wifi gratuito, banheiro e restaurantes. O ideal é que o viajante reserve um dia de seu roteiro para passear na região.

Já Comino é uma ilha menor, que não tem estrutura de cidade. Lá está a Blue Lagoon, um dos lugares mais lindos de Malta. A água, claro, é azul e cristalina. Para quem gosta de praia, é impossível não se apaixonar pelo visual do local. Para chegar até lá, e necessário pegar uma espécie de lancha que sai do mesmo terminal citado acima, mas o preço é mais salgado:  € 15,00 (ida e volta). Porém, se você estiver com um grupo de pessoas pode conseguir um desconto e pagar até € 10,00.

Imigração

Outra boa notícia é que brasileiros não precisam de visto para entrar Malta. A ilha faz parte do Espaço Schengen, que permite a livre circulação de pessoas entre os países que assinaram o acordo. Ou seja, o turista passa pela imigração somente no primeiro país do Schengen e, depois, tem entrada livre nos demais por até 90 dias. Itália, França, Alemanha, Holanda, Portugal e Espanha são alguns dos destinos que também fazem parte do tratado.

Não há com o que se preocupar pois, em geral, as perguntas na imigração são tranquilas: o que está indo fazer, quanto tempo pretende ficar, que lugares irá visitar e coisas do tipo. O ideal é ter em mãos a passagem de volta, seguro viagem (obrigatório), comprovantes de hospedagem e dinheiro suficiente para se manter no período em que for ficar.

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