Wolverine: Imortal – Especial Logan

Se existe uma coisa que ficou clara em todos esses anos com os filmes dos X-men, é que o ator Hugh Jackman conseguiu se consagrar como Wolverine. Apesar das diferenças físicas e emocionais com o mutante – principalmente em relação a agressividade –, o ator conseguiu construir e moldar o personagem nas telas de uma forma agradável ao público.

Se o roteiro de “X-men Origens: Wolverine” não permitiu a Hugh Jackman  agradar os admiradores das HQs em um filme solo, seu sucessor, “Wolverine: Imortal” teve um êxito maior – mesmo um pouco distante do que os fãs querem presenciar do anti-herói.

Neste ponto, encontramos um Wolverine amargurado, depressivo e atormentado por seus sonhos. Após matar o grande amor de sua vida, Jean Grey (Famke Janssen), ele decide viver sozinho, acompanhado apenas de seus poderes mutantes: suas garras de adamantium e  seu fator de cura, ao qual acredita ser uma “maldição”.

Logan é contatado por uma mutante com o poder de clarevidência, Yukio (Rila Fukushima), que o leva para o Japão até o seu chefe, Yashida (Hal Yamanouchi). Wolverine havia salvado o senhor na segunda guerra mundial, e, desde então, o  velho moribundo ficou obcecado pelos poderes regenerativos do mutante. Após a oferta recusada de ter seus poderes de cura transferidos para Yashida, através de uma máquina, Logan se vê abalados graças ao ataque da Víbora (Svetlana Khodchenkova). Além de sua crise existencial e o problema com seus poderes, Mariko (Tao Akamoto), neta de seu anfitrião é sequestrada pelo Clã das Sombras e apenas ele pode salvá-la.

O longa chama atenção pelo seu enredo mais denso e mais trabalhado em relação ao filme anterior, principalmente com o personagem principal que se mostra mais desesperado que nunca. É interessante também por trazer para as telas todo o envolvimento que o mutante possui com alguns dos personagens orientais da Marvel – paixões, relação com a máfia e um dos seus principais arqui-inimigos.

Wolverine: Imortal é sombrio, empolgante e traz uma proposta interessante para o anti-herói, mesmo que não atinja o ápice dos filmes dos mutantes, vale conferir, mais uma vez Hugh Jackman cravando suas garras em alguns inimigos. O filme foi lançado em  2013 e contou com a direção de James Mangold (Os Indomaveis; Johnny e June) e o roteiro de Scott Frank e Mark Bomback.

Foto: 20th Century Fox / Divulgação
Foto: 20th Century Fox / Divulgação

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