Próxima parada: Bonito. Quando ir, o que fazer e conhecer?

Está planejando as próximas férias e não sabe onde ir? Rios de águas cristalinas, cavernas, fauna e flora como você nunca viu e comidas típicas. Essas são algumas das atrações de Bonito, localizado na região Sudoeste do Mato Grosso do Sul, a 300 quilômetros de Campo Grande.

O destino é democrático e agrada crianças, casais, solteiros e a terceira idade. Foi considerado, em 2013, o melhor destino de turismo responsável do mundo, o World Responsible Tourism Awards, na Feira World Travel Market, em Londres.

E se você gosta de organização e planejamento, vai adorar ainda mais a cidade. Em Bonito, todos os mais de 40 atrativos são reservados com antecedência. Chegar em cima da hora e entrar em alguma turma é quase uma missão impossível.  Veja abaixo algumas dicas para aproveitar ao máximo a viagem e voltar com ótimas lembranças.

Quanto tempo ficar:
Definir quantos dias poderá ficar na cidade é o primeiro passo. O ideal é no mínimo quatro dias, levando em consideração um dia para ir e outro para voltar.  Mas se você tem alguns dias a mais, fique uma semana, assim poderá conhecer mais lugares.

Como chegar:
Bonito fica a 300 quilômetros de Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul. As companhias aéreas que fazem o trajeto são Azul, Gol e TAM. De Campo Grande é necessário agendar uma van e contar mais 4 horas de estrada até Bonito. Entretanto, a Azul, desde o segundo semestre de 2015, tem disponibilizado voos diários para Bonito.
Você ainda pode ir de carro ou alugar um, se busca por mais privacidade.

Quando ir:
No Centro Oeste a paisagem muda muito de acordo com a estação das chuvas, e em Bonito não seria diferente. Se você for à cidade em épocas diferentes do ano, poderá ver duas naturezas completamente distintas – e completamente apaixonantes!

Onde ficar:
Ao contrário do que muita gente pode pensar, viajar para a cidade não é caro. Há hospedagens com diárias a partir de R$36,00 na baixa temporada. Hostels, campings, pousadas, hotéis simples e de luxo estão espalhados nos quatro quantos da cidade.

Como se locomover:
Muitas das atrações estão espalhadas por fazendas em Bonito e na cidade vizinha, Jardim. Ou seja, para chegar lá é preciso um transporte à parte. Para isso, as alternativas para ter o melhor custo benefício são: táxis, moto-táxis e vans compartilhadas. A terceira é a melhor opção, além disso, você pode fazer amizades e conhecer novas pessoas.

O que conhecer:
A jornalista que vos fala ficou sete dias em Bonito e alternou os atrativos entre os que levavam metade do dia e aqueles em que saíamos cedo e voltávamos ao entardecer. Essa é outra dica para quem quer conhecer vários lugares ao mesmo tempo.

 

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Gruta do Lagoa Azul / Foto: Wanessa Santos

Gruta do Lago Azul

Uma boa pedida para quem curte cavernas. O passeio é rápido e a sensação ao chegar na entrada da caverna é estar em um dos filmes da série Jurassic Park. Um lago de cor azul hipnotizante rodeado por estalactites e estalagmites. Não é permitido mergulho.

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Boca da Onça Ecotour / Foto: Wanessa Santos

Boca da Onça Ecotour

O Ecotour combina uma caminhada de algumas horas pela propriedade, passando por diversas cachoeiras e rios para banho ao longo do caminho. Ao final do trajeto que é guiado, você pode se deliciar com comidas típicas. Neste atrativo, você pode conhecer a Boca da Onça, a cachoeira mais alta do MS (e que ganha esse nome devido a sua formação rochosa que parece a boca do animal). É possível fazer, também, um rapel bem ao lado da cachoeira – e que tem um visual de tirar o folego.

Balneário Municipal

A 8 Km da cidade, o Balneário Municipal oferece infraestrutura de lazer com quadra de vôlei de areia, vestiários, estacionamento para carros e ônibus, três restaurantes que alugam coletes salva-vidas, bolas e máscaras de flutuação para nadar e flutuar no Rio Formoso. Perfeito para passar o dia descansando.

Flutuação ou Snorkelling

Em Bonito pode-se praticar a flutuação nos diversos rios de águas cristalinas, entre eles o Rio Sucuri, Rio Formoso, Rio Olho D’Água, Rio da Prata, Aquário Natural e Nascente Azul, presenciando a vegetação subaquática, centenas de peixes multicoloridos a menos de 50 centímetros de distância e o leito dos rios que varia de material e cores.

 

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Fazenda Ceita Corê / Foto: Wanessa Santos

Fazenda Ceita Corê

Na língua tupi-guarani, “Terra de meus filhos”. Uma fazenda repleta de trilhas pela mata ciliar com belíssimas cachoeiras, piscinas naturais, pequenas grutas, carretilha, passeio a cavalo e almoço típico da fazenda. Um passeio com misto de aventura e descanso.

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