Segurança para os bichinhos de estimação

Como o GPS virou um método de proteção para cães e gatos

A tecnologia tem usado e abusado da função dos localizadores, inclusive quando falamos em animais de estimação. É preocupante para os donos dos pets a possibilidade de perdê-los. Nisso, os avanços tecnológicos têm auxiliado com alguns produtos que foram desenvolvidos como os Microchips e Coleiras GPS que viraram sensação no mercado pet.

Os microchips possuem o tamanho de um grão de arroz e carregam informações dos donos. Eles são implantados nos animais através de uma agulha sob a pele, o que não causa desconforto. Caso o animal se perca, é realizada a leitura do chip pelo leitor que as clínicas veterinárias possuem, para mostrar os dados que estão cadastrados.

Já a Coleira GPS, é uma coleira com um dispositivo linkado a um aplicativo no celular do dono, ou até mesmo pelo Google Maps. O animal é controlado em tempo real prevenindo a perda dele. Os produtos geralmente são importados e funcionam de acordo com a empresa que os desenvolvem. Algumas enviam uma mensagem ao número cadastrado caso o bichinho de estimação saia dos campos registrados, outras encontram o animal em qualquer área.

Os profissionais da área pet consideram uma segurança válida e recomendam que os donos possam aderir a esse método. “A tecnologia avançou muito e o rastreamento tornou-se o “Rg” dos pets, acho que todos os donos devem utilizar essa nova plataforma, principalmente agora com essa onda de sequestros de pets. O animal de estimação merece todo cuidado e atenção que nós humanos temos a oferecer”, diz Maria Lurijane Ferreira, farmacêutica e auxiliar de enfermagem veterinária.

Em relação a qual produto é mais recomendado, Maria Lurijane acredita que a Coleira GPS corra o risco maior de ser retirada. “Acho todos os dispositivos válidos, porém, acredito que a microchipagem seja o melhor método, porque a maioria dos hospitais e clínicas veterinárias possuem o aparelho para leitura do chip. Acredito que a Coleira GPS seja muito mais fácil de ser removida do pescoço do animal e acabar enganando o proprietário quando pesquisar onde ele está naquele momento”, explica ela.

“Decidimos colocar porque a raça da Luna (Spitz Alemão Mini) é cara, com valor do filhote de cerca de 10 mil reais, e existe muita procura, inclusive no mercado negro. Muitos são roubados na rua para reprodução forçada ou mesmo para venda. Queremos ter a garantia de que se, por algum acaso ela passar nas mãos de um veterinário, ele possa scanear o chip, encontrar nossas informações e nos contatar”, explica Caio Luz, metroviário.

Foto: Arquivo pessoal do entrevistado
Foto: Arquivo pessoal do entrevistado

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