Barreiras são rompidas através da tecnologia assistiva

Ciência desenvolvida não revolucionou apenas o mercado de eletrônicos, mas também os equipamentos utilizados por pessoas com doença física e motora

Desde a revolução industrial temos provas o suficiente de que tivemos um grande avanço em técnicas e que muitas máquinas substituíram trabalhos braçais. Graças a essa passagem na história, possuímos ferramentas capazes de facilitar a vida de indivíduos com um estilo de vida normal e portadores de alguma limitação física ou mental.

Conhecida como Tecnologia Assistiva, que identifica todos os recursos e ferramentas que proporcionam e aumenta às habilidades funcionais, ela promove vida independente e inclusão social à pessoas especiais.“O investimento na ciência tornou o dia a dia de deficientes mais agradáveis, além de criar possibilidades para que eles pudessem exercer ações que antes eram impossíveis”, diz a coordenadora de da Universidade de Tecnologia e Educação, Rita Barch.

Os produtos desenvolvidos para esse fim vão desde softwares, até artigos de robótica. Existe uma vasta gama de estratégias, serviços, equipamentos e práticas arquitetadas e dedicadas para monitorar os problemas encontrados nessas pessoas.Bengalas luminosas, pernas robóticas, mouse ocular e visual, teclado virtual, guincho de piscina, stand table e robô que aumenta a força, são alguns dos equipamentos feitos ao decorrer dos anos para contribuir com autoestima de quem utiliza e que tem um fundamental papel na inclusão social.Cada um com sua funcionalidade, essas criações, ajudam desde fazer uma pessoa andar, até com que a voz seja reproduzida, através de equipamentos eletrônicos, dando a deficientes físicos e mentais uma vida mais independente, mesmo com suas limitações.

Stephen Hawking é um exemplo de capacidade e superação. Diagnosticado com Esclerose Lateral Amiotrófica ou ELA, ainda na juventude, o maior físico da história contemporânea perdeu, gradativamente, os movimentos do corpo devido ao desgaste ou morte de neurônios responsáveis pela função motora do corpo humano como braços, pernas e músculos.O gênio projetou ferramentas eletrônicas, que o faz falar e andar e, além disso, viver, o que era impossível para muitos médicos na época. Ele se comunica através de um aparelho eletrônico pelo pensamento. Além de ter constituído uma bela família, é vivo até hoje.

Atualmente existem diversas empresas especializadas em adaptação e fabricação de equipamentos para lá de inovadores. No Brasil, existe uma lei que incentiva o fomento da tecnologia de bioengenharia nacional e a importação de produtos que provocam a inclusão social para quem necessita.“Com a disponibilidade de ferramentas que temos hoje, é gratificante para nós que trabalhamos na área ver a felicidade estampada no rosto de quem utiliza, com a sensação de independência, foi isso que sempre buscamos”, conclui Rita Barch.

Foto: Pixabay
Foto: Pixabay

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